Coca-Cola e L'Óreal são as duas companhias mais mencionados por pequenos empresários por oferecerem parcerias com boa relação custo-benefício. Esse segmento se queixa da postura de grandes marcas, que tendem a ignorar seu potencial nas ações de vendas. Apenas 11% dos pequenos empreendedores afirmam formar um time com outras empresas, segundo pesquisa realizada pela WMcCann, conduzida em 22 cidades de 20 países da América Latina, ouvindo um total de 3,5 mil empreendedores. O levantamento foi intitulado de “Truth About Street – Na Trincheira”, colocando o ponto de venda como a última fronteira da guerra das marcas pela preferência do consumidor.
Do total de entrevistados, 51% afirmaram acreditar que sua presença no dia a dia do negócio é imprescindível para o sucesso. O reconhecimento social também se mostrou uma importante mola propulsora do empreendedorismo. Para 35% dos donos de pequenas empresas, o papel deles é reconhecido pela sociedade e, para 16%, é um orgulho para a família.
Um dos aspectos mais valorizados pelo segmento é a independência conquistada com o negócio: 33% destacam o valor de tomar suas próprias decisões e 18% o de gerenciar seu tempo. Por outro lado, 84% dos entrevistados afirmaram faltar qualidade de vida em suas rotinas, por conta da escassez de tempo. Eles se mantêm à frente das empresas para, dessa forma, assegurar o bem-estar e o progresso da família (42%) e a estabilidade econômica (13%).
A busca por inovação também é parte da rotina desses empreendedores. Ela é vista como diferencial mercadológico por 38% dos donos de pequenas empresas e um importante propulsor de negócios por 21% deles. Entre os aspectos reconhecidos como fundamentais para o sucesso estão uma clientela fiel (36%) e a proximidade com os clientes (24%). Os principais “sonhos de consumo” apontados são ter uma equipe mais qualificada, seguido de mais espaço físico para o negócio e ser capaz de fechar o empreendimento por uma semana ao ano sem perder dinheiro.

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