sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

CARL´S JR. CHEGA AO BRASIL


Para os amantes dos hambúrgueres de qualidade, chegou ao Brasil um novo conceito em gastronomia rápida, aliando a praticidade do fast-food à qualidade premium de um restaurante. A primeira bandeira da Carl´s Jr.® a ser fincada em territórios brasileiros ocorreu no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos, no final de novembro, marcando a primeira inauguração de um plano de expansão agressivo para os próximos sete anos.
O restaurante Carl´s Jr®. é operado no Brasil pela IMC – International Meal Company, maior empresa de alimentação fora do lar, detentora de 33 marcas amplamente reconhecidas nos países onde está presente. A IMC atua em aeroportos, rodovias, shopping centers e hospitais, tendo em seu portfólio de operações marcas como Viena, Frango Assado, RA Catering, Batata Inglesa e Wraps.
“É uma honra poder trazer ao Brasil uma rede tão importante e conceitualmente diferenciada como a Carl´s Jr®. Já tivemos a chance de abrir uma franquia no Panamá e ficamos animados com o sucesso e a possibilidade de uma expansão rápida. Os consumidores são ávidos por novidades e sabores distintos e inconfundíveis, ponto forte da rede, que está posicionada como um fast-food premium pela qualidade e diversidade de ingredientes, atendimento parcial de mesa e maior variedade de itens fixos no cardápio, além de refil grátis de refrigerantes”, afirma Marcelo Ferraz, diretor de marketing e produtos da IMC.
A chegada da marca ao Brasil faz parte do plano estratégico da Carl´s Jr.® para acelerar o desenvolvimento de franquias no mercado internacional. Atualmente, a empresa californiana conta com mais de 1.200 restaurantes espalhados ao redor do mundo, em países como México, China, Turquia, Canadá, Nova Zelândia e Panamá.
(Por NoVarejo)
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VAREJO AUMENTA MIX DE PRODUTOS DA CHINA


Almofadas, guardanapos, toalhas de mesa com temas de festas de fim de ano. Supermercados apostam que o brasileiro vai incluir em suas compras mais produtos para decorar a casa, além da tradicional árvore enfeitada com bolas coloridas. Varejistas ouvidas pelo Valor aumentaram o mix e o volume de encomendas da China neste ano. A avaliação é de que o poder aquisitivo do consumidor aumentou e ele está mais exigente.
Segundo dados levantados pelo Valor Data, as importações de produtos natalinos da China, o maior fornecedor mundial desse tipo de produto, cresceram 14,2%, de janeiro a outubro deste ano, em relação a todo o ano passado. No mesmo período de comparação, as importações totais (ou seja, tudo o que o Brasil comprou da China) recuaram 12,5% (ver gráficos ao lado).
A China é o maior polo de produtos natalinos do mundo, diz a diretora comercial do Walmart, Sandra Haddad. A operação brasileira do Walmart costuma enviar em janeiro um grupo de compradores ao país asiático para visitar fornecedores e fechar as compras de produtos natalinos, que chegam às prateleiras da rede em outubro. Neste ano, diz a diretora, as lojas da rede oferecem produtos mais coloridos, “com tons de rosa e outras cores mais ‘fashion’”.
Essa mudança da decoração tradicional, em verde e vermelho, para uma mais colorida começou há cinco anos, diz a executiva. “Há alguns anos trago mais decoração para a casa. Temos aumentado o número de produtos que decoram a casa e não apenas a árvore”, diz ela, citando como exemplos as compras de petisqueiras, pratos, guardanapos, bonecos que se mexem. “A gente sente que o consumidor pensa na casa como um todo. Anos atrás ele se limitava, a [comprar] árvores.”
O caminho é o mesmo na concorrência. O Grupo Pão de Açúcar trouxe da China produtos com cores “mais jovens e alegres”, diz Milton Hummel, gerente da área de moda para a casa. “Saiu do tradicional vermelho e verde, foi para azul e verde limão”, diz ele.
O novo perfil do consumidor está atrelado ao aumento da renda da população, diz a diretora do Walmart. Primeiro o cliente compra “o básico: árvore, ornamento e pisca, daí passa a outras categorias. E ele está disposto a gastar mais.”
Renato Meirelles, sócio-diretor da consultoria Data Popular, diz perceber o aumento do interesse das famílias classes C e D por decoração – não apenas natalina, mas geral. A consultoria tem entrevistado famílias ao longo do ano para mapear e analisar os hábitos de consumo da classe média.
A decoração entrou de fato no orçamento das famílias, diz Meirelles. Muitas passaram a comprar produtos que antes ganhavam de parentes ou dos patrões, como um sofá ou uma mesa, por exemplo. “Antes a pessoa ganhava e nada combinava com nada. Agora, a gente vê a decoração, como porcelanato [combinando com] a tinta de parede. Ela pinta a sala porque mudou a cortina, ou muda a cortina porque trocou o azulejo. E isso principalmente com a mulher chefiando o lar, ela quer que a tinta combine com o sofá.”
A demanda por produtos diferenciados pode ser percebida nas lojas Walmart em todo o país, segundo a sua diretora Sandra Haddad, mas a região Sudeste tem a melhor aceitação para novidades.
Observando os dois movimentos – do aumento de gastos com decoração natalina e da aceitação de novidades pela clientela do Sudeste -, o grupo supermercadista Zona Sul decidiu investir neste nicho em 2012. Pela primeira vez, coloca produtos de decoração de Natal nas prateleiras do Megabox, sua unidade de “atacarejo” na zona norte do Rio de Janeiro e cujos clientes fazem parte da nova classe média. A bandeira Zona Sul, com 31 lojas e comércio eletrônico, é volta para os públicos A e B.
O grupo enviou uma missão a uma feira na China em março, conta o diretor comercial do Zona Sul, Pietrangelo Leta. O país ainda não fazia parte da rota de compras da rede, mas agora os produtos chineses vão entrar no catálogo do Megabox. “Vimos a China como grande oportunidade para o atacarejo”, diz Leta. O Megabox também vai receber as encomendas de verão como barracas, cadeiras, piscina e boia – tudo da China.
Aumento da renda e acesso a informação tornaram o consumidor mais exigente, diz Olegário Araújo, diretor de atendimento da Nielsen. A Nielsen não audita o segmento de decoração natalina, mas acompanha as mudanças no padrão de consumo do país. “Já tivemos um momento, e ainda tem gente [que vive nele], em que o objetivo era a sobrevivência. Hoje vemos uma grande parcela de pessoas tendo experiências de consumo”. Para ele, “essa expansão é a grande transformação que veremos em todas as áreas”.
(Por Valor)
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CARREFOUR ENCERRA VENDAS ONLINE NO BRASIL


Como parte de seu plano de reestruturação, o Carrefour anunciou hoje que irá suspender seu canal de e-commerce. O endereço da rede já não oferece a venda de produtos online, exibindo uma mensagem de desativação do serviço aos usuários.
Segundo o Carrefour, todas as entregas de itens vendidos pelo site serão cumpridas, “bem como os demais suportes que seus clientes venham a precisar”.
A empresa justificou a decisão, afirmando que vai focar outras áreas de atuação daqui para frente. Um deles é a revitalização das lojas físicas com o conceito de “nova geração”, adotado nas unidades de Santo André e São Caetano, em São Paulo. Os supermercados contam com um volume maior de produtos e serviços, em um espaço mais sofisticado.
O Carrefour também chamou a atenção para o plano de expansão do Atacadão, sua bandeira de atacarejo. A Carrefour Soluções Financeiras e o “desenvolvimento de novos formatos para atender o mercado local” completam o time de prioridades da rede francesa no país.
(Por Exame)
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80% DOS BRASILEIROS UTILIZAM SACOLAS PLÁSTICAS NO DIA A DIA


Dados do IBOPE Inteligência obtidos em uma pesquisa realizada a pedido da WWF, em todo território nacional, indicam que o consumo de sacolas e copos plásticos tende a diminuir nos próximos três anos. Atualmente, 80% dos brasileiros afirmam utilizar sacolas plásticas com frequência, mas 34% deles têm expectativa de reduzir esse consumo nos próximos anos. O mesmo acontece com os copos plásticos, consumidos hoje por 28% da população, e com perspectiva de redução de 31% entre os consumidores.
Por outro lado, garrafinhas de água, consumidas por 49% da população, têm perspectiva de aumento de consumo por 31% dos brasileiros, ante 16% que pretendem reduzir esse consumo.
Sobre a pesquisa:
O IBOPE Inteligência realizou 2002 entrevistas pessoais, em novembro de 2011, em todo o território nacional. A amostra é representativa da população adulta brasileira (16 anos ou mais) distribuída proporcionalmente em relação às variáveis: sexo, idade, escolaridade e ramo de atividade econômica de todos os estados do País.
(Por Cidade Marketing)
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GIGANTE AMERICANA DE FARMÁCIAS NEGOCIA COMPRA DA ONOFRE


A rede de drogarias Onofre pode passar às mãos dos americanos da CVS Caremark por 605 milhões de reais. Segundo informações do jornal Valor Econômico, as negociações já duram cerca de um ano e estariam próximas de um fechamento.
Pelo acordo que está na mesa, a CVS ficaria com 80% da empresa. O restante permanecereia com a família Arede, que ainda ficaria dentro da Onofre por alguns anos após a aquisição.
À EXAME.com, a Onofre afirmou que ”não confirma as negociações com a CVS e repudia especulações sobre percentuais da empresa e avaliação da mesma”.
Com 7.500 lojas nos Estados Unidos e Porto Rico, a CVS é a maior empresa de varejo de farmácias e serviços de saúde. Do começo do ano até setembro, sua receita foi de 92 bilhões de dólares.
A Onofre, por sua vez, tem forte presença em São Paulo. Seu quadro de funcionários é de cerca de 2.000 pessoas.
(Por Exame)
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NATURA DISTRIBUI XAMPUS COM UMA VENDING MACHINE EM SP


A Natura está distribuindo xampus da sua linha Plant com uma vending machine que foi instalada no Shopping Market Place, em São Paulo. A máquina possui uma tela touch para que o visitante possa se logar com os dados de sua conta do Facebook. Feito isso, basta o consumidor curtir a fan page da marca e um frasco de xampu é liberado com a foto da pessoa impressa na embalagem. A expectativa é que a ação impacte 12.500 consumidores, com 25 mil unidades distribuidas de graça. A vending machine permanece no local até o dia 11, quando será transferida para o Espaço Conceito Natura, também em São Paulo. A criação é da agência ID.
(Por Mundo do Marketing)
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AUMENTA USO DOS CARTÕES EM COMPRAS TRADICIONALMENTE PAGAS EM DINHEIRO


Os cartões de crédito e débito têm sido usados cada vez mais como forma de pagamento em compras, que eram tradicionalmente pagas em dinheiro.
De acordo com a pesquisa Mercado de Meios Eletrônicos de Pagamento, feita pela Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), neste ano, os consumidores passaram a usar mais os plásticos para pagar compras em farmácias e drogarias.
Segundo os dados da pesquisa, em 2011, 49% dos entrevistados usavam os meios como forma de pagamento, neste ano, o percentual cresceu para 53%.
Outro segmento que recebia os pagamentos tradicionalmente em dinheiro é o de restaurante, lanchonetes e bares. Em 2011, 42% dos entrevistados pagavam as contas neste tipo de estabelecimento com cartões, neste ano, o percentual aumentou para 48%.
Finais de semana
Outro destaque da pesquisa é o crescimento no uso de cartões para a aquisição de ingressos para shows, cinema, teatro e museus.
Em 2011, 29% dos entrevistados pela Abecs usavam algum tipo de cartão para pagar esse tipo de compra, enquanto que neste ano o número subiu para 34%.
(Por UOL)
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APAS APRESENTA RESULTADOS POSITIVOS DO SETOR EM 2012


A Associação Paulista de Supermercados (APAS) apresentou hoje o balanço de 2012 do setor supermercadista do Estado de São Paulo e a projeção para o próximo ano. Entre os destaques apresentados por Rodrigo Mariano, gerente do departamento de Economia e Pesquisa da APAS, está a expectativa de crescimento do setor para 2012 e 2013. Com o resultado dos 10 primeiros meses do ano, a APAS prevê que 2012 termine com alta de 6% nas vendas reais dos supermercados paulistas. Para 2013, a projeção é de crescimento de 5%. A entidade espera, ainda, que o faturamento no Estado atinja a marca de R$ 74 bilhões – no ano passado foi de R$ 68 bilhões.
O mercado de trabalho no setor continua em expansão, porém, com menor intensidade em relação a 2011. Nos últimos 12 meses, a variação no Estado de São Paulo foi de 4,36%. No Brasil, os números também são positivos: a taxa de desemprego foi favorável, atingindo os melhores níveis da série histórica. No comparativo mês a mês, o índice atingiu 5,30%, enquanto em setembro a marca foi de 5,40%. “Entre os fatores da rotatividade de colaboradores está a indisponibilidade de trabalhar aos finais de semana e feriados, períodos em que a movimentação de consumidores nas lojas é maior”, afirma João Galassi, presidente da APAS. Ele também citou a falta de capacitação para vagas como açougueiro, padeiro e confeiteiro. Nesse sentido, a Escola APAS desenvolve um importante papel, realizando em todo o interior e Grande São Paulo cursos com os colaboradores.
O 13º salário é um dos fatores que impactam significativamente na economia brasileira. De acordo com dados do Dieese, o pagamento do 13º salário, neste ano, deverá injetar cerca de R$ 131 bilhões na economia até dezembro, montante que representa 2,9% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.
Mesmo diante de elevação do setor, com a estabilização da economia o Brasil apresenta um potencial elevado de compra via salário mínimo. Isso se traduz no PIB percapita, que é quatro vezes menor do que o americano. “Quando o setor de supermercados vai bem, a renda do brasileiro também segue crescendo.” Comparado a países como Rússia e México, o Brasil ainda está em vantagem.
Produtos mais vendidos
No ranking dos 10 produtos mais vendidos em 2012, os destaques foram os sucos de frutas prontos para consumo (13,5%), whisky (10,4%), tintura e rejuvenescedor para cabelos (10,1%), água mineral (7,5%) e shampoo (5,8%). Entre os 10 que tiveram queda, os destaques foram inseticida (-10,8%), sabão em barra (-9,1%), açúcar (-6,7%), farinha de trigo (-6,5%) e alimentos para cães (-6,0%).
No que diz respeito aos preços, o setor de alimentos e bebidas foi influenciado por fatores sazonais, como o aumento dos preços de cereais e fatores climáticos. A expectativa para o fechamento de 2012 é de elevação de 8% em relação a 2011. Para 2013 é esperada uma acomodação dos preços e a projeção é de elevação de 6% em alimentos e bebidas.
De acordo com o economista Rodrigo Mariano, diante do desempenho do setor em 2012 os resultados satisfatórios se traduziram em um nível de confiança elevado, como mostram os resultados da Pesquisa de Confiança, que atingiu, em novembro, 42% de otimismo com relação à economia.

(Por APAS)
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AMAZON ESTREIA NO BRASIL COM PREÇOS EM REAL


Após anos de negociação, o endereço Amazon.com.br estreou no mercado nacional. Inicialmente, o e-commerce funcionará como a Loja Kindle Brasil, com mais de 1,4 milhão de eBooks com preços em reais disponíveis aos consumidores, diferente da Apple, que mesmo em solo brasileiro continua cobrando por e-books em dólares. Junto com a loja, a Amazon lançará nas próximas semanas seu leitor eletrônico, o Kindle, por R$ 299.
É a primeira vez que a Amazon entra em um país apenas com operações digitais — nos vários mercados em que a varejista está, ela vende de tudo, de eletrônicos a comida.
A entrada da empresa no mercado brasileiro aconteceu apenas depois de três anos por causa das reprimendas por parte do mercado editorias. E sua entrada foi possível principalmente por causa dos acordos selados com as principais editoras do país. Segundo Mauro Palermo, diretor da Globo Livros, em entrevista ao jornal O Globo, o acordo das editoras com a Amazon prevê que elas vão determinar o preço final dos livros.
“Estamos animados em lançar a Kindle Store para consumidores brasileiros, oferecendo os livros mais populares e mais vendidos de muitos autores brasileiros, com preços em reais”, disse Alexandre Szapiro, vice-presidente da Kindle.
(Por NoVarejo) 
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SUPERMERCADOS DE SP DEVEM VENDER 6% MAIS ESTE ANO


A Associação Paulista de Supermercados (Apas) prevê que as vendas em faturamento dos supermercados paulistas deverão encerrar o ano com taxa de crescimento de 6% ante 2011, por volta de R$ 73 bilhões, podendo chegar a até R$ 74 bilhões.
No ano passado, as redes do Estado faturaram R$ 68 bilhões, representativos de 30% do faturamento total das lojas nacionais. O porcentual é maior do que o projetado para todos os estabelecimentos do País pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), que é de 5%.
De acordo com o economista da entidade paulista, Rodrigo Mariano, em encontro com jornalistas, apesar de um relativo alto grau de endividamento das famílias, o aumento de renda da população, com a ascensão da Classe C, e a necessidade básica por alimentos e bebidas continuarão estimulando as vendas dos itens nos estabelecimentos.
Até outubro, conforme o Índice de Vendas dos Supermercados medido pela Apas, as vendas em todas as lojas do Estado cresceram 3,19%, enquanto no conceito “mesmas lojas” (abertas há, pelo menos, 12 meses) o avanço foi de 5,89%.
Em outubro, ante o mesmo mês do ano passado, as vendas gerais cresceram 0,67% e as “mesmas lojas”, 0,91%. Na comparação com setembro, os porcentuais de incremento de vendas foram de 1,41% e de 0,53%, respectivamente.
Em volume, de janeiro até outubro, de acordo com levantamento mais recente da Apas com a Nielsen, houve queda de 3,1% nas vendas nos estabelecimentos paulistas.
No Brasil, a Abras havia divulgado recuo de 0,4% na mesma base de comparação. “Houve uma qualificação do consumo, ou seja, as pessoas compraram menos em volume, mas mais itens de maior valor agregado, mais caros”, explicou Mariano. Entre as categorias que influenciaram o resultado estão a queda de 0,8% de bebidas não alcoólicas, de 1,2% de higiene e limpeza e 4,6% de mercearia doce.
Especificamente para as vendas para o Natal dos estabelecimentos paulistas, a Apas aguarda crescimento de 5%, em termos reais, neste ano ante 2011, puxado pela sidra, panetone, champanhe, entre outros. No âmbito nacional, a Abras divulgou recentemente aumento de 14,4% nas comercializações nesse período.
Preços
Com relação aos preços dos itens vendidos nos supermercados paulistas, a expectativa da Apas é de aumento de 8%, acima do IPCA, mas dentro da expectativa da inflação de alimentos e bebidas. De janeiro a novembro, conforme o Índice de Preço dos Supermercados (IPS/Apas/Fipe), há uma inflação de 8,84%. Somente em novembro ante o mesmo mês de 2011, os preços subiram 0,72%. As carnes, cereais e leite aumentaram 9,51% no acumulado do ano; os alimentos industrializados, 7,86%, e as proteínas animais in natura, 15,77%. Os valores das bebidas não alcoólicas avançaram 8,26% e dos alcoólicos, 12,26%.
por causa da evolução da cotação dos grãos utilizados na alimentação dos animais. Para os próximos meses, o especialista acredita em estabilidade e até queda dos preços dessas proteínas. Já para a carne bovina, devido ao aumento do abate e de oferta, a perspectiva é de recuo nas cotações desse produto.
A Apas ainda divulgou suas expectativas para a taxa de confiança dos supermercadistas paulistas que deverá encerrar o ano em 47% (em novembro ficou em 42,3%) e a de empregos no setor, de 3% (nos últimos 12 meses até outubro era de 4,36%). Para o PIB, a Apas espera crescimento de 1,5%.
(Por Exame)

SUPERMERCADOS CONTINUAM LIDERANDO VAREJO NO PAÍS


As redes supermercadistas, mais uma vez, aparecem no topo das melhores operações de varejo, em 2012. São elas na ordem de colocação: o Grupo Pão de Açúcar (GPA), com faturamento de R$ 46.594 bilhões em 2011, o Carrefour, com R$ 28.832 bilhões, e o Walmart, com R$ 23.467 bilhões. Vale salientar que o a lista das “três mais” é formada apenas por companhias de capital estrangeiro. As duas primeiras são da França, e a outra, dos Estados Unidos. As informações são do ranking do Instituto Brasileiro de Executivos do Varejo e do Mercado de Consumo (Ibevar) divulgado ontem.
Apesar de repetir os resultados dos anos anteriores, o estudo apontou algumas surpresas para o segmento, como o ingresso do grupo O Boticário (8º) nas “dez mais” e da C&A (12º) no “15 mais”, a alavancada da Máquina de Vendas do 7º para o 5º lugar e a queda do Makro da 5ª para a 7ª colocação.
O motivo dessas oscilações são as diferenças estratégicas adotadas pelas instituições, cujo objetivo principal é triunfar sobre a concorrência, que a cada ano está mais acirrada. “As diferenciações são cada vez mais difíceis de serem implementadas. Elas acontecem no plano do consumidor final. O segredo não é chegar sozinho, mas primeiro. As maiores diferenças são aquelas que não se veem e acontecem nos processos administrativos e estruturais, por trás dos panos”, disse o presidente da Ibevar, Claudio Felisoni.
Exemplos disso são Grupo Pão de Açúcar, Boticário e o Magazine Luiza, que investiram pesado em expansão territorial, especialmente em direção às Regiões Norte e Nordeste, áreas de alto potencial de crescimento. Recentemente, o Pão de Açúcar abriu um hipermercado Extra em Nova Parnamirim (RN).
Além da multiplicação de lojas físicas, o grande trunfo continua sendo o varejo on-line. O GPA, antigo no comércio eletrônico, planeja o lançamento de um shopping virtual para aumentar o sortimento de produtos via Internet. O Walmart, ainda novo no segmento e animado com as vendas da Black Friday, estipulou uma meta de alta das vendas de 65% para o Natal, em relação à mesma data no ano passado.
Outra jogada amplamente difundida entre as empresas de varejo é a manutenção ou a criação de novas bandeiras a partir de um mesmo grupo de operação. Este é o caso do GPA, que, além do Pão de Açúcar, tem o Extra, o Assaí e o Mini Mercado, que atendem, cada um, diferentes tipos de consumidor. O Walmart tem as bandeiras Big, Hiper e o Sam’s Club; e o Carrefour, o Dia. Nestas filiais é praticado o sistema chamado de mercado de proximidade, isto é, a adaptação do sortimento de produtos ao público-alvo de cada bairro. Outras apostas dizem respeito à proliferação de franquias. O Boticário é o maior exemplo desta prática. Em apenas dois anos, a companhia criou quatro marcas diferentes, a Skingen Inteligência Genética, a Eudora, a “Quem disse Berenice” (cosméticos) e a The Beauty Box (revendedora de multimarcas). Esta última, explora o setor de importados oferecendo ao consumidor marcas de renome internacional. No mesmo sentido, o Carrefour promoveu este ano uma campanha de trazer ao Brasil produtos franceses.
Altos e baixos
O mercado de varejo brasileiro cresceu 8% no ano passado e as 100 gigantes do segmento, listadas no ranking, movimentaram somadas R$ 260.353.160 bilhões. Segundo Felisoni, a estimativa de alta é de 7,5% para este ano e de 5% a 3% para 2013, o que evidencia uma linha decrescente no faturamento do setor.
O motivo deste fenômeno seria a impossibilidade de o Estado brasileiro sustentar as medidas que impulsionaram as vendas este ano, tais como a desoneração fiscal, redução do Imposto sobre Produtos industrializados (IPI) , e diminuição dos impostos sobre salários. Além disso, o nível de inadimplência da população está alto em comparação ao mesmo período do ano anterior, o que consequentemente diminui o consumo, afirmou o empresário.
“As pessoas hoje estão muito endividadas e a renda per capita também não cresceu tanto assim. Também não acredito que o governo reeditará no próximo ano os incentivos que aplicou em 2012. Ainda mais por 2013 não ser um ano eleitoral”, disse Felisoni.
Mesmo assim, os dados da pesquisa preveem bons resultados para o mercado de varejo brasileiro para os próximos anos. De acordo com o vice-presidente da Ibevar, Eduardo Terra, o GPA deve fechar 2012 com faturamento de R$ 58 bilhões e embolsar a quantia R$ 70 bilhões, em 2013.
Segundo o estudo, 57 empresas brasileiras ultrapassaram a marca do R$ 1 bilhão de faturamento, em 2011, 13 a mais do que no ano anterior; e a tendência é este número subir ainda mais.
“O varejo caminha para um processo de consolidação no Brasil”, disse o empresário. Outra tendência em alta no País é a do “atacarejo”, ou seja, lojas que oferecem ao público uma gama de produtos tanto do sistema de atacado como do varejo. É o caso da empresa Roldão, quinta maior do setor, que se prepara para uma reestruturação de ordem administrativa visando a seu crescimento.
(Por DCI)
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AUMENTA O NÚMERO DE VAREJISTAS QUE FATURAM MAIS DE R$ 1 BILHÃO


Em 2011, 58 companhias de varejo tiveram faturamento anual igual ou maior que R$ 1 bilhão, segundo o Ibevar (Instituto Brasileiro dos Executivos do Varejo). Em 2010, eram 44 empresas. Para o fim deste ano, a previsão do instituto é que o número aumente para 70 varejistas, incluindo supermercados, lojas de eletrodomésticos, roupas e até mesmo farmácias.
De acordo com Eduardo Terra, vice-presidente do Ibevar, a consolidação de empresas regionais, somada à taxa de crescimento das varejistas na casa de dois dígitos e à formalização de muitas companhias explicam esse aumento do número de empresas bilionárias. Na análise de Felisoni, presidente do instituto, esse movimento de consolidação entre empresas varejistas deve continuar avançando.
No ano passado, o varejo de bens, excluindo veículos e combustíveis, movimentou R$ 1,049 trilhão, e o faturamento das 100 maiores companhias respondeu por 25% desse total.
(Por Supermercado Moderno)
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COM INADIMPLÊNCIA, BANCOS DIFICULTAM CRÉDITO PARA PEQUENOS E MÉDIOS VAREJISTAS


Para as grandes corporações, conseguir crédito para investimentos não é difícil, uma vez que a maioria delas está no mercado de capitais. Mas para as médias e pequenas, entre os quais muitos varejistas, que dependem de empréstimos bancários, a situação está mais complicada.
Nos dez primeiros meses de 2012, as concessões acumuladas de financiamento para pessoas jurídicas mostraram queda de 1,1% na comparação com igual período de 2011. A grande vilã apontada é a inadimplência das empresas, que, em outubro, esteve a uma taxa de 4,1%, patamar mais alto da série histórica do indicador.
A consequência da falta de pagamentos foi um filtro mais intenso para empréstimos corporativos no ano. Os dois maiores prejudicados, segundo profissionais ouvidos, foram as empresas do setor de frango, pela disparada dos preços da soja e do milho, e os varejistas. “O que aconteceu é que os bancos estavam mais restritivos justamente quando os varejistas precisavam de crédito no fim do ano, para formação de estoques. Isso afetou quem estava menos capitalizado”, afirma executivo de uma varejista de médio porte do Nordeste do País.
Mas ele reconhece que a empresa também está bastante reticente na hora de tomar crédito. “Está todo mundo esperando o começo do ano que vem. Enquanto não tiver uma recuperação mais forte da economia, ninguém vai se endividar”, explica.
(Por Supermercado Moderno) 
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NCR FOCA EM HOSPITALIDADE E VAREJO


O aumento da classe C levou a NCR Corporation, líder em autoatendimento, a se voltar mais para o varejo, especialmente ao segmento de hospitalidade (restaurantes). Isso ocorre porque as varejistas têm buscado as tecnologias para obter mais eficiência, segundo Elias Rogério da Silva, vice-presidente para Caribe e América Latina da NCR Corporation, o que tem gerado um relevante segmento para a empresa.
O setor financeiro continua sendo o principal nicho no qual a empresa atua, mas a amplitude e variedade de opções do varejo brasileiro chamam a atenção da empresa, que tem registrado um crescimento de “dois dígitos” no país nos últimos seis anos, segundo informou Silva ao apresentar o balanço anual da empresa. Disse, ainda, que o varejo já representa 30% do faturamento global da NCR. Os números exatos não foram divulgados.
De acordo com o executivo, a empresa tem avaliado a possibilidade de atender também o pequeno e médio varejista e para isso já tem avaliado a possibilidade de adequar o portfólio da NCR às demandas das pequenas e médias empresas, oferecendo a possibilidade de aquisição de licenças – em que o varejista custeia uma mensalidade ao longo do tempo – ao invés de cobrar pelas soluções – com o pagamento de valores maiores.
Como reflexo do foco que passou a oferecer ao varejo, mês passado a empresa anunciou a aquisição da israelense Retalix Ltd., líder global no fornecimento de software e serviços inovadores para o varejo, em uma transação que resultará em cerca U$ 650 milhões em sua conclusão, no primeiro trimestre de 2013.
Também este ano a NCR adquiriu a POS Integrated Solutions, revendedor da solução NCR Aloha para restaurantes, a Wyse Sistemas de Informática Ltda., fornecedor líder de mercado de soluções de software também voltada a hospitalidade, e a Radiant Distribution Solution (RDS), antes parceira de distribuição de hardware para hospitalidade da NCR.
(Por NoVarejo)  Sensitiva promocional, merchandising, marketing, pdv, brindes, ampro, sinapro, abigraf, agencia promocional, eventos, negócios do varejo, publicidade, propaganda, comunicação.

LOGO NA FACHADA, A FEBRE DAS LOJAS PRÓPRIAS


Nas últimas semanas, três indústrias – Samsung, LG e Gradiente – anunciaram novas lojas. Esse fenômeno recente, das lojas de fabricantes disputando espaço no varejo, vem ganhando terreno a cada ano. 
A Samsung inaugurou no interior de São Paulo sua quinta loja no Brasil. Ela já tem endereços nos shoppings paulistas Eldorado, Villa Lobos e Higienópolis, e no Shopping Salvador (BA).
As inaugurações são parte da estratégia global da companhia e a meta é atingir dez lojas até o final do ano nas principais cidades brasileiras.
Baseada em um modelo de franquias, as lojas têm como objetivo criar um espaço onde o consumidor pode experimentar produtos com atendimento personalizado para tomar a melhor decisão de compra e também tirar dúvidas sobre produtos que ele já tem. O portfolio completo – de celulares a TVs – está em exposição. “Queremos nos aproximar cada dia mais do consumidor final e identificar suas necessidades. A estratégia das lojas é um movimento global para que esta aproximação seja possível”, afirma Michel Piestun, Vice-Presidente de Telecom da Samsung no Brasil.
Já a LG, também de olho num contato direto com o consumidor, inaugurou a sua segunda loja no Brasil – e primeira no nordeste -, no recém-inaugurado Shopping RioMar, em Recife (PE). Assim como sua concorrente, a meta é abrir dez lojas em três anos.
“A experiência em Porto Alegre, onde inauguramos a primeira loja própria, não poderia ser mais positiva – seis meses depois, a loja já é a que mais vende produtos LG no shopping no qual está inserida”, comenta Pablo Vidal, diretor de marketing da LG Brasil. “Além disso, a loja no sul vem aumentando a performance de vendas mês a mês. Em setembro, por exemplo, as vendas cresceram 55,8% em relação a agosto”, completa Vidal.
A loja de Recife conta com o “Espaço Conectividade”, no qual os clientes conhecem os benefícios dos produtos com tecnologia Wi-Di embarcada, que permite conexão rápida entre TVs e PCs, sem a necessidade de rede ou internet.
A Gradiente acaba de entrar para o clube. Dia 10 de novembro abriu o quiosque Gradiente Store, no Shopping Eldorado, em São Paulo. Lá estão todas as linhas de Home Entertainment, Telefonia Móvel, Tablet e Eletrônicos Infantis da marca.
A loja faz parte da estratégia da empresa de capilarizar seus pontos de comercialização de produtos no país e criar proximidade com o consumidor. “O mercado de eletrônicos cresce a cada ano e muitos players disputam espaço na prateleira de grandes varejistas, o principal canal de vendas. Ainda assim, acreditamos que pontos exclusivos são uma excelente oportunidade de aproximação da marca oferecendo aos consumidores uma melhor experiência com o mix completo de produtos”, explica o CEO da empresa, Fabio Vianna.
(Por NoVarejo)
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BRAZIL PHARMA, DO BTG, EXTINGUE EMPRESA FARMAIS


A Brazil Pharma, braço farmacêutico do banco BTG Pactual, anunciou, nesta segunda-feira, a incorporação da marca Farmais pela sua controladora indireta Sant’ana e, consequentemente, a extinção da empresa Farmais. A marca, no entanto, continua operando no mercado sem nenhuma mudança.
De acordo com comunicado divulgado pela empresa, o acervo líquido da Farmais foi integralmente absorvido pela Sant’ana. “com a consequente extinção da Farmais e dessa maneira, a companhia passou a deter diretamente a totalidade do capital social votante e total da Sant’ana”, disse a Brazil Pharma.
Em fevereiro deste ano, a Brazil Pharma comprou 70% da rede baiana Sant’ana por 347 milhões de reais. Na ocasião, a companhia afirmou que realizaria uma assembleia geral extraordinária para avaliar a incorporação das ações da Farmais de titularidade dos sócios da Sant’ana.
Segundo a assessoria de imprensa da Brazil Pharma, as  quase 370 lojas com a bandeira Farmais não sofrerá alterações e vai continuar expandindo no mercado por meio de franquias.
A marca está presente em sete estados brasileiros, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
(Por Exame) 
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PRODUTOS DE MAIOR VALOR PUXAM RESULTADOS DA BOMBRIL


O terceiro trimestre da fabricante de produtos de limpeza foi marcado por crescimento em diversos indicadores. A receita líquida, por exemplo, saiu de R$ 211,8 milhões no segundo trimestre para R$ 262 milhões, uma alta de 24%.
O resultado bruto subiu 23%, alcançando R$ 113 milhões. Segundo a empresa, o resultado é fruto da estratégia de aumento de preços implementada neste ano e do acréscimo do volume de vendas de itens de maior margem. “Atingimos plenamente os objetivos traçados, pois também rejuvenescemos e modernizamos a marca Bombril”, afirma Marcos Scaldelai, diretor comercial e de marketing.
“Além disso, reforçamos a diversidade do portfóliio da empresa, que conta com mais de 500 itens de limpeza doméstica, trazendo novidades até então inexistentes no mercado brasileiro, como Mon Bijou Maquina de Lavar”, conclui.
(Por Supermercado Moderno) 
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CEO DO CARREFOUR NEGA VENDA DA OPERAÇÃO BRASILEIRA


Após circularem rumores sobre uma eventual venda da filial do Carrefour no Brasil, Georges Plassat, CEO da companhia, tem sido categórico ao afirmar que “jamais o Carrefour considerou a possibilidade de sair do Brasil”.Nas palavras de Plassat, dirigidas aos acionistas do grupo na última assembleia realizada, “o Brasil é uma zona poderosa que poderá se tornar uma plataforma para o nosso desenvolvimento na América Latina, a custos menores”. Com muitas dívidas, o Carrefour vem fechando algumas operações pouco rentáveis,em países como Colômbia, Malásia e Indonésia, e vai focar sua recuperação nos países com maior potencial de crescimento, como o Brasil.
O Atacadão, rede de atacarejo adquirida em 2007 pelo Carrefour, vem liderando os resultados da companhia no Brasil. Segundo especialistas, a rede se tornou “uma pepita de ouro” para o grupo francês no País. Já se cogita uma abertura de capital do negócio em um futuro próximo.
O desempenho das vendas do Carrefour no Brasil representa, sozinho, quase 70% da receita da companhia na América Latina. Nos nove primeiros meses do ano, as vendas da filial subiram 9,3%, para 9,2 bilhões de euros.
(Por  Supermercado Moderno)
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SUPERMERCADOS TÊM PREJUÍZO DE R$ 1,5 BI POR ANO COM FURTOS


O varejo supermercadista tem um prejuízo de R$ 1,5 bilhão ao ano causado por furtos de produtos em suas lojas, de acordo com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Estima-se que as lojas desse segmento do varejo gastem cerca de R$ 673 milhões por ano com equipamentos, 33% desse total em CFTV.
Apesar do grande investimento, os furtos continuam a causar prejuízos não apenas para os supermercados, mas também para o consumidor. “Qualquer custo desse tipo, em qualquer segmento varejista, acaba sendo transferido para o preço final dos produtos, para se manter a margem de lucro do negócio. As empresas que não previnem as ocorrências de furtos em suas lojas assumem um determinado risco”, explica Luiz Fernando Sambugaro, diretor de Comunicação da Gunnebo Gateway Brasil.
Outro item a ser analisado e um dos mais difíceis de ser mensurado, segundo o especialista na área, é a proporção da perda não identificada, que ocorre em grande parte nos check-outs, popularmente conhecidos como caixas. Entre os produtos mais furtados estão chocolates, carnes, salgadinhos, lâminas de barbear, desodorantes e bebidas, revela pesquisa da Abras, a associação do setor.
(Por NoVarejo) ensitiva promocional, merchandising, marketing, pdv, brindes, ampro, sinapro, abigraf, agencia promocional, eventos, negócios do varejo, publicidade, propaganda, comunicação.

BÔNUS DEMOGRÁFICO FAVORECE VAREJO DE LUXO


O mercado de luxo tende a se manter aquecido no Brasil por pelo menos mais 10 anos graças a um “bônus demográfico” e à avaliação positiva de duas agências de classificação de risco, a Standard and Poor’s e a Fitch. As informações são do especialista em negócios de luxo Cláudio Diniz.
O primeiro fator se refere a um período único na história de uma nação quando a soma entre o grupo de crianças e de idosos, considerada como dependentes, na base e topo da pirâmide de faixa etária, é menor do que o grupo da população adulta, ou economicamente ativa (PEA), conforme pesquisas do IBGE realizadas no segundo semestre de 2012. O segundo diz respeito à avaliação de duas consultorias internacionais. Em 2008, elas elevaram o Brasil à categoria de países de baixo risco para investimentos estrangeiros. Isso ocorreu devido à redução da dívida externa e às perspectivas otimistas de crescimento para o mercado.
“Este é um momento histórico para o Brasil. Agora somos a bola da vez, o pote de ouro do capital estrangeiro”, disse o consultor, que classificou o período atual brasileiro de ideal para o investimento no mercado de luxo.
“Por conta do crescimento econômico, o País passa por um processo de ostentação. Hoje, a cada 50 minutos três pessoas se tornam milionárias no Brasil. Em 2013 a estimativa é de 27 minutos”, completou ele.
Segundo ele, a quantidade de consumidores de produtos de luxo se expandiu nos últimos anos a níveis nunca antes vistos, principalmente por conta do surgimento da classe intitulada “novos ricos”. “São estes, na sua grande maioria, os agropecuários, celebridades e jogadores de futebol”, afirmou o analista, e completou: “De 2011 para 2012, surgiram 38 novos bilionários de nacionalidade brasileira. Atualmente, existem 319 milionários e a estimativa é que o número suba para mais de 800, em 2016″.
Somados a estes fatores, os eventos esportivos, como a Copa das Confederações (2013), Copa do Mundo (2014) e os Jogos Olímpicos (2016), também têm contribuindo em grande parte para o aporte de capital estrangeiro no País. É por conta disso que os setores de hotelaria, gastronomia, veículos, serviços a executivos, cosméticos e vestuário são os que mais crescem dentro do mercado de luxo brasileiro.
Com o setor automotivo não é diferente. O maior exemplo disso foi o lançamento recente do novo carro da Ford, o Fusion 2013, modelo mais caro da montadora no Brasil – R$ 112.990 -, direcionado para um consumidor específico, mas não limitado. “Por mais que o novo Fusion seja um veículo de luxo, esperamos vendê-lo em grande escala”, previu Rogelio Golfarb, vice-presidente da Ford na América do Sul.
Não é à toa que as empresas automotivas estão investindo na sofisticação dos novos modelos. O Brasil é o quarto maior consumidor de veículos do mundo e deve aumentar as vendas, em quantidade de produtos, de 3,8 milhões, em 2012, para 6 milhões, em 2020.Estudos também apontam que em oito anos o País se tornará o quinto mercado consumidor do globo, segundo Cláudio Diniz.
“Os consumidores deste setor são muito globalizados, ou seja, têm acesso a tudo o que acontece no mundo, por isso, eles não esperam receber nada de diferente do que se vende no planeta”, avaliou o executivo.
Outros setores também têm recebido altos investimentos, como é o caso das reformas milionárias, em andamento, dos principais hotéis de luxo do Rio de Janeiro, como o Copacabana Palace e o Glória.
Em relação às grandes marcas estrangeiras, as varejistas Chanel e Sephora estimam a abertura de 40 lojas para 2016.
A região onde o segmento mais cresce no País é a sudeste. Só nas capitais São Paulo e Rio de Janeiro, dois shoppings de luxo já foram construídos, o Jk Iguatemi e o Village Mall, cuja inauguração será no dia 4 de dezembro.
Particularidades do setor
O mercado de alto custo europeu é muito mais antigo do que o brasileiro. Por isso, os dois caminham muitas vezes em sentidos opostos. Segundo Cláudio Diniz, enquanto o comércio de luxo de países desenvolvidos é pautado em sustentabilidade, o brasileiro se atém ao exagero.
“Itália, França, Alemanha e Inglaterra representam somados 75% do mercado de luxo do mundo, pois já têm tradição centenária no setor. O Brasil ainda possui um mercado embrionário, mas com grande potencial de crescimento”, afirmou Diniz.
Para Rogelio Golfarb, “o brasileiro é um consumidor que se adapta facilmente às novas tendências”. Além dos grupos mais abastados, a classe média é uma das grandes responsáveis pela alta expansão do segmento. “Aqui é o único lugar em que você compra o luxo em 10 vezes”, declarou Diniz, ao se referir às facilitações de pagamento largamente exploradas pelas lojas de alto padrão. O ticket médio de um consumidor de luxo brasileiro vale aproximadamente R$ 4.710 por mês.
Concorrência internacional
Quando os países da Europa se afundaram em crise devido à carência do sistema bancário norte-americano, em 2008, o Brasil atravessava um período de boom econômico e não sofreu grandes reveses financeiros em comparação com o resto do mundo.
Isso fez com que grandes empresas internacionais tirassem o foco do eixo desenvolvido, formado basicamente por Estados Unidos, Europa Setentrional e Japão, e passassem a olhar de perto países em franca ascensão econômica, mais conhecidos como emergentes. Além do Brasil, China, Índia e Rússia também fazem parte deste grupo.
Segundo o especialista, o mercado nacional se sobressai ao dos outros países por conta da ausência de problemas internos e externos na estrutura administrativa brasileira.
“A China enfrenta um sério problema com a pobreza, a Índia está em constante instabilidade política por causa de conflitos com países vizinhos, a Rússia sofre com a corrupção generalizada nos setores mais estruturais da sociedade, fatores estes que contribuem para que as multinacionais concentrem seus investimentos no Brasil.”
(Por DCI) ensitiva promocional, merchandising, marketing, pdv, brindes, ampro, sinapro, abigraf, agencia promocional, eventos, negócios do varejo, publicidade, propaganda, comunicação.