segunda-feira, 29 de outubro de 2012

TENDÊNCIAS MUNDIAIS DE COMPRAS ON-LINE PARA O NATAL


A tempo de pegar a temporada de compras para o Natal, um novo relatório da Pitney Bowes Inc. (NYSE: PBI), “Consumer Trends in Online Shopping and Shipping”, que reeuniu 4.000 consumidores entrevistados na França, Alemanha, Reino Unido e EUA, indica os produtos que serão os mais comprados neste Natal. Livros, roupas, revistas, sapatos e eletrônicos asseguram as preferências, enquanto suplementos de saúde, produtos pet, de jardinagem, “faça você mesmo” e artesanato foram classificados como os últimos entre as escolhas para as compras on-line.
É fato que as compras pela internet, de todo tipo de produto, estão em ascensão nos últimos 12 meses, mas de acordo com o relatório, os livros e roupas estão liderando com 25%. “Nos primeiros 56 dias da temporada de novembro-dezembro de 2011, 35.300 milhões de dólares foram gastos na rede, o que significa um aumento de 15% com relação ao mesmo período do ano anterior, segundo a comScore, Inc.
Toda essa migração para o e-commerce digital no mundo também foi alimentada por tendências móveis. Dispositivos pessoais com aplicativos da marca estão mudando o comportamento de compra do cliente de forma dramática. “Os consumidores continuam a deliciar-se com roupas e eletrônicos que chegam à sua porta”, explica Craig Reed, vice-presidente global e-commerce da Pitney Bowes.
“Soluções transfronteiriças de e-commerce para compras e entregas estão expandindo e alcançando o varejo este ano, e são fundamentais para criar uma perfeita e previsível experiência para cada consumidor de carrinho de compras on-line, no momento em que abrir o pacote em casa”, complementa Bowes.
E para os profissionais de marketing que querem aproveitar estas tendências globais é preciso se preparar para a temporada, com as tecnologias adequadas que atendam a esses consumidores on-line ou na loja. Portanto, segue algumas dicas para eles e os varejistas neste Natal:
1. Para o consumidor de qualquer país, a experiência com o carrinho de compras deve ser contínua.  As soluções de e-commerce devem calcular automaticamente  taxas transfronteiriças, de ponta a ponta do envio, incluindo impostos locais. Elas também  devem filtrar os produtos que estão proibidos de serem vendidos em locais determinados pelos regulamentos de importação e exportação.
2. Use uma abordagem multicanal para as campanhas de Natal. Mala-direta, call centers, sites de bate-papo, textos, mídias sociais e e-mails devem ser utilizados, porém com os mesmos dados dos clientes e comunicando em um tom semelhante.
3. Prepare suas comunicações para uma conversa de duas vias, como forma de construir uma lealdade com o cliente, reconhecendo os pontos de contato anteriores para uma maior intimidade.
4. Ofereça retornos e serviços fáceis ao cliente. Os consumidores vão lembrar e voltar.
5. Meça o seu sucesso transfronteiriço e verifique como novas soluções tecnológicas contribuem para o surgimento desta tendência de geração de receita.
(Por NoVarejo)

JOVENS 2.0 QUESTIONAM MAIS AS MARCAS E SEUS DISCURSOS


A descaracterização de um modelo tradicional de família no Brasil influenciou diretamente os jovens de 13 a 17 anos em sua relação com as marcas e, por consequência, com o consumo.Mais questionadores e colaborativos, eles não absorvem o discurso publicitário como uma informação definitiva. O pensamento, no entanto, não é característica generalizada de todos que se encontram nessa faixa etária.
De acordo com o estudo Riologia, coordenado pela Agência Quê e pela Casa 7 Núcleo de Pesquisa, 46% dos adolescentes cariocas das classes A, B e C são “Jovens 2.0”. O número é uma referência direta à web 2.0, universo em que estão inseridos desde o nascimento e que, na pesquisa, indicam pessoas contemporâneas, articuladas, maduras, irreverentes, independentes, autônomas e versáteis.
A estrutura familiar tradicional perdeu o sentido para 60% dos jovens entrevistados, que já não moram ou nunca moraram com pai e mãe sob o mesmo teto. A pesquisa encontrou, por exemplo, 49 modelos diferentes de convívio familiar ao entrevistar 531 adolescentes quantitativamente e 90 qualitativamente. Os exemplos são vários: 28% moram com um dos pais, 24% moram com um dos pais e madrasta ou padrasto, 8% não moram com nenhum dos pais.
A mudança estrutural, no entanto, não é nociva e, no mundo do consumo, é até mesmo essencial. O modelo “família margarina” não existe para 44% dos Jovens 2.0, o que não significa uma descrença nas instituições, mas uma consciência e amadurecimento maiores. “Na cabeça deles, uma família estruturada não significa pai e mãe morando juntos. O que vale nessa relação é o afeto e o bom relacionamento entre todos, independente da localização geográfica”, explica Adriana Hack, Sócia-Presidente da Casa 7 Núcleo de Pesquisa, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Sem imposição
A maturidade quase precoce desses adolescentes nascidos no mundo “www” faz deles referência dentro de casa. O estudo Riologia indica que 89% dos entrevistados consideram que têm liberdade e autonomia no seu ambiente familiar. A independência chega a ser financeira, já que 79,3% têm de administrar a mesada de R$ 138,00, em média.
Além disso, esses adolescentes são os maiores influenciadores nas decisões da compra de uma família e funcionam como porta-vozes das novidades e críticas. Excetuando-se a mesada, 95% deles consomem alguma forma de lazer: 96% frequentam shoppings; 91% frequentam a praia; 75% vão ao cinema, 52% gostam de praticar esportes; 46% vão a restaurantes; 21% a bares; e 13% ao teatro.
Por serem críticos e funcionarem como representantes de uma família, os filhos 2.0 não aceitam relações impostas. Apesar de respeitarem as opiniões dos adultos, como pais e professores, eles querem construir seus próprios modelos. “A estrutura da família tem reflexo direto nessas novas relações. Se ela muda, eles também mudam. E não só vínculo estrutural, mas também emocional”, avalia Tatiana Soter, Diretora de Planejamento e Atendimento da Agência Quê.
A rigidez nos critérios desses novos adolescentes pode ser verificada quando o tema é educação: 56,3% avaliam como regular, ruim ou péssima a forma de ensino atual. Ainda assim, eles não desconsideram a importância das instituições: 66% aprendem coisas importantes para a vida na escola; 65,5% com a família; 27,8% com os amigos; 25,8% em cursos, 24% na internet e 21,3% na TV.
Real e virtual
A desconstrução das hierarquias que os jovens 2.0 aprenderam na prática reflete também na relação entre o que é real e virtual. Para eles, não há diferença entre um e outro. O laço familiar que mantêm com pais distantes fisicamente é exemplo.
Independente da forma de relacionamento entre pais e filhos, o que importa é a mensagem que um transmite ao outro. “Para eles, a questão da família, se ela é convencional ou tradicional, tem mais a ver com afeto. O diálogo é importante, não o formato dele. Seja falando por e-mail, telefone, skype ou sms, real e virtual, não têm diferença. Se existe afeto, é real”, diz Adriana.
A conclusão, segundo o Riologia, é que a independência desses jovens hoje refletirá claramente na forma como eles lidarão com o consumo, a família e a educação no futuro, como adultos. “Sem dúvida a relação será bem diferente. Sim, eles imaginam casar e ter filhos, mas querem ter consistência nas escolhas. Eles questionam os nossos valores, a nossa geração, porque, por exemplo, a taxa de separação é tão alta. A firmeza nas escolhas sem dúvida será maior que a nossa”, aponta Tatiana Soter.
(Por Mundo do Marketing)

10 TENDÊNCIAS DE CONSUMO NO BRASIL E NA AMÉRICA LATINA


“Por que consumidores aceitam ficar em filas, esperando por tanto tempo para comprar um produto ou usar um serviço?”, provocou Luciana Stein, diretora da trendwatching.com na América do Sul e Central. A resposta, segundo ela, vai bastante além do produto e da compra, em si
“Essas pessoas estão nas filas porque querem experiências que as transformem, sejam essas experiências derivadas de um produto ou um serviço”, explicou. “O novo é uma promessa de transformação”.
Luciana esteve ontem no Seminário de Tendências de Consumo da consultoria, em São Paulo, onde falou sobre as inovações que estão movimentando as pessoas, as marcas e o consumo na América Latina.
Veja a seguir 10 tendências citadas e exemplificadas pela pesquisadora.
1 Newism
Trata-se de uma nova zona de experimentação, em que os consumidores, principalmente os residentes na América Latina, buscam cada vez mais o novo, o inédito e personalizado.
“Newism está relacionado ao desejo por inovação em um estado e espírito de vida”, diz Luciana. “Para isso, também precisamos falar de escolhas: mais dinheiro resulta em um maior número de escolhas,  e isso é potencializado com a emergência da classe C”.
É dessa tendência, segundo a diretora da trendwatching.com, que surge também a segmentação do mercado em nichos cada vez mais especializados.

2 Flex Life
Com tantas opções, as pessoas precisarão de possibilidades de consumo cada vez mais curtas, rápidas e flexíveis para que seja possível aproveitar todas elas, ou pelo menos grande parte.
“O que era fixo, agora está pronto para ser fracionado em pequenos momentos, menos duradouros e mais ágeis”, afirmou Luciana.
Exemplos
Chasqui Bus (Peru): serviço que permite aos mochileiros obter informações, fazer reservas em hotéis e locações e comprar passagens de ônibus aos poucos, durante a viagem, sem a necessidade de reservar tudo antes de começar a “aventura”. Com isso, o mochileiro não precisa se preocupar em seguir um roteiro restrito e pode mudar de ideia se desejar passar por lugares que não estavam no planejamento.
Gym Pass (São Paulo): diárias flexíveis para academias, sem que seja necessário contratar um plano semestral ou anual. Você escolhe a academia, compra um passe diário para a aula que desejar e participa da aula.
Web Salão (Curitiba): um salão onde é possível contratar serviços de beleza como corte de cabelos e manicure pela internet e recebê-los no local solicitado. O pagamento também é feito pela internet.
Cochilo (São Paulo): aberto há menos de um mês em plena rua Augusta, em São Paulo, esse serviço permite o aluguel de uma cama para um cochilo rápido.
Confira lista completa no site da Exame: Clique aqui.
(Por Exame)

NOVAS FORMAS DE PAGAMENTOS ESTÃO PRESTES A ENTRAR NO BRASIL


Você já pensou em pagar uma compra apenas aproximando o celular no terminal de pagamento? Ou melhor, pedir uma pizza e pagar apenas passando o número do telefone para atendente?
Esse tipo de tecnologia está cada vez mais próxima da realidade do brasileiro. Na última semana, a Visa apresentou essas e outras formas de pagamentos nas Olimpíadas de Londres.
A empresa apresentou duas formas de pagamento via celular, por proximidade do aparelho ao terminal e via remoto. A primeira basta o cliente aproximar o seu smartphone com o aplicativo da Visa para que o aparelho identifique o pagamento.
Já o modo remoto você pode usar seu telefone para autenticar o seu pagamento via celular. Por exemplo: você pode ligar e pedir sua pizza e para realizar o pagamento basta passar o número do seu celular que estará integrado ao número do seu cartão. Você receberá uma SMS com os dados da compra e uma solicitação de senha autenticando a compra.
Uma vez que você digita sua senha ela é analisada e envia uma transação de autorização de pagamento. Ou seja, você não precisou passar o número do seu cartão e fez um pagamento de forma rápida, simples e segura.
Para executar esse tipo de pagamento é preciso ter o aplicativo Visa payWave, no seu smartphone.
Pagamentos Contactless Visa:
Com os cartões Contactless, assim como os pagamentos por proximidades dos celulares, os consumidores poderão fazer compras apenas aproximando o cartão do terminal habilitado, sem a necessidade de inserir senhas para compras até R$ 50.
Novas formas de pagamentos no Brasil
Segundo o diretor executivo sênior de produtos Visa no Brasil, Percival Jatobá , o País já está se destacando com um dos mais inovadores nos meios eletrônicos de pagamentos.
“No Brasil foi lançado um programa de chip há 16 anos e hoje o País é segundo com maior em aceitação de cartões com chip”, explica Jatobá.
Com relação aos pagamentos via celular, Jatobá informou que já foi lançado um projeto piloto deste tipo de pagamento no País, desde 2009, em parceria com o Banco do Brasil, Bradesco e Cielo.
“A maioria dessas tecnologias apresentada nas Olimpíadas já foram lançada no Brasil de forma piloto. Principalmente os cartões pré-pagos que já existem no País há dez anos”, ressalta o executivo.
Segundo ele, hoje acontece uma revolução silenciosa do ponto de vista do consumidor, que ainda não consegue enxergar o que está acontecendo, mas as empresas já estão trabalhando para inserir esse conceito no mercado.
Os cartões Contactless também já foram lançados de forma piloto no Brasil em 2008, também em parceria com o Bradesco e a Cielo.
Segundo Jatobá, já há diversos estabelecimentos com terminais habilitados para esse tipo de pagamento.
Dificuldades de expansão
Jatobá explicou que a maior dificuldade de expansão destas novas tecnologias é garantir uma sustentabilidade, no aspecto financeiro, para inserir essas modalidades de pagamentos no mercado.
“A maior barreira é o custo final do cartão, pois possui uma tecnologia mais cara e a intenção é não repassar esse custo para os clientes”, explica.
(Por Varejista)

INTEGRAÇÃO DE ESPAÇOS É TENDÊNCIA DE CENTROS DE COMPRAS NO BRASIL


Os shopping centers (malls) brasileiros devem se adequar às novas exigências do consumidor moderno. É o que afirmam representantes de empresas como a Jerreissati Centros Comerciais e a Saphyr. Parte dessas adequações vem de tendências internacionais recém-informadas pelo International Council of Shopping Centers – RECon, evento ocorrido em Las Vegas (EUA). Fora do Brasil, o conceito de power center ganha força. São gigantescos espaços que agregam mais de uma operação de shopping, completados por espaços de entretenimento em que o destaque fica por conta do grande espaço a céu aberto. Espaços assim são consolidados nos EUA, no Canadá e no México, por exemplo, e têm surgido no Brasil como uma possibilidade forte de o setor se moldar à nova demanda de consumo.
Segundo Eduardo Oltramari, diretor-executivo do Shopping Total, localizado na Região Sul do País e de propriedade da Porto Shop S.A., acredita que, tantos os administradores quantos os lojistas desse nicho devem buscar formas diferenciadas de atrair um público ainda maior aos malls brasileiros. “Essas tendências vindas da RECon mostram que o consumidor está mais exigente. Devemos lembrar que estamos falando de um mercado com mais de 80 mil lojas em operação, e que tem, por dia, um público de 300 milhões de consumidores circulando pelos corredores.”
Ainda segundo experiência de Oltramari, esse tipo de empreendimento é utilizado, além do propósito comercial, como fonte que auxilia a revitalização dos grandes centros. “Anteriormente esses espaços [centro das cidades] contavam com incentivo que atraía a população”, diz.
A tecnologia também deve ser aliada desses empresários. No exterior, os consumidores são informados a todo momento sobre a programação cultural desses malls, assim como dicas de promoções que são recebidas por meio de tablets e de smartphones com acesso à Internet.
“A tecnologia será a maior aliada do varejo nos próximos anos”, explica Oltramari. No Brasil a tecnologia está em processo de se concretizar por meio da Multiplan, uma das líderes do segmento no Brasil. A inserção virá com salas de cinema em 5 D e, num futuro não muito distante, telas interativas também poderão surgir nos shoppings brasileiros.
Outro fato importante é ressaltado por Paulo Stewart, presidente da Saphyr. Segundo o empresário, as constantes mudanças no jeito de se fazer varejo no País é que impulsionam os novos investidores. “O varejo se modifica a cada dia, e isso é uma das belezas do nosso negócio”, afirma.
(Por Gouvêa de Souza)

LUIZA NO CHIP DO CELULAR


Com o propósito de conquistar ainda mais a classe C, também pela plataforma mobile, o Magazine Luiza lançou nesta terça-feira (23) uma parceria com a operadora Claro, que deu origem ao Chip Luiza. A novidade é vista pela empresa como um novo e inédito canal de relacionamento com o cliente.
Em um projeto iniciado há quase um ano, o novo chip, que é pré-pago, oferece acesso gratuito às redes sociais, ao site da operadora e do Magazine Luiza, a um e-mail geral e um iClaro. Para os demais sites o acesso não é gratuito. Além disso, é oferecido também o acesso às ofertas especiais da marca e recarga em dobro, realizada diretamente pelo menu do aparelho. Os chips podem ser comprados em lojas do Magazine Luiza em todo País, a partir do dia 23, pelo mesmo valor do chip comum da Claro (R$ 10).
De acordo com Frederico Trajano, diretor de marketing e vendas do Magazine Luiza, essa será uma maneira de democratizar o acesso à internet e ao mesmo tempo de aproximar a empresa do cliente, que poderá acessá-la onde quer que esteja e da maneira que quiser. A plataforma digital já representa cerca de 20% das vendas da empresa, e o site mobile, lançado ano passado, tem apresentado crescimento relevante. “O celular é hoje estratégico para o varejo. É uma das maiores lojas do Magazine Luiza”, afirma.
Essa é, sem dúvida, uma ação que também visa ampliar o mercado consumidor, considerando que o Brasil conta hoje com mais de 258 milhões de celulares (mais de um por habitante) e que 81% deles são pré-pagos, segundo dados da Teleco – consultoria especializada em telecomunicações. A expectativa, segundo Trajano, é vender no mínimo um milhão de chips em um ano. A proporção de conversão em vendas não foi revelada, mas espera-se que “a maioria” daqueles que comprarem o chip se tornem clientes da loja.
Multicanal
Para Trajano, o Chip Luiza é tanto uma estratégia de ponto de venda quanto de atratividade do cliente. “O celular é um instrumento tão novo que a gente ainda não estabeleceu claramente qual o papel dele em termos de: ele vai ser um canal de venda? Um canal de comunicação? Um canal para gerar fluxo para a loja física? Acho que ele vai ser um pouco de tudo”, afirma.
Ser multicanal é algo essencial atualmente.  Segundo ele, o cliente espera que a empresa seja multicanal, por isso é fundamental corresponder à expectativa dele e possibilitar que ele compre no site e veja o produto na loja, ou compre no site e pegue o produto na loja, dentre outras muitas possibilidades.
O Magazine Luiza está bem inserido nessa filosofia: tem site na internet, no celular e conta com a rede social – a “Magazine e Você”, lançada em fevereiro deste ano – que também oferece possibilidades de compras. “A empresa que não apostar no multicanal e não tiver condições de apostar nisso vai perder vantagem competitiva”, finaliza Trajano.
(Por NoVarejo)

BRASTEMP CRIA APLICATIVO QUE IMPORTA LISTA DE COMPRAS DA GELADEIRA


Software se conecta ao refrigerador da linha Inverse Max, permitindo gerenciamento dos itens em falta e identificando mercados próximos do usuário.
A Brastemp lança o Brastemp Ative!, um aplicativo para facilitar as visitas aos supermercados. O software funciona em conexão com o refrigerador da linha Inverse Maxi, que cria listas de compras, além de indicar os estabelecimentos comerciais mais próximos do usuário. As listas podem ser importadas do refrigerador para o dispositivo móvel via QR Code ou podem ser montadas diretamente no app, além de ser compartilhadas com outros amigos. A ação tem como meta aumentar a integração e conexão entre os produtos da marca e dispositivos móveis.  O aplicativo foi desenvolvido pela ADBAT/Tesla e está disponível para iOS e Android.
(Por Mundo do Marketing)

TECNOLOGIA PERMITE LATICÍNIOS NO DESERTO


Aqui no deserto ao norte da capital saudita, um calor de 47 graus emana do sol com uma força quase mecânica, como um secador de cabelo. Na estrada de Riade, apenas os camelos permanecem impávidos ao sol do meio-dia. Seus pastores não estão à vista, refugiados em tendas próximas. 
É sem dúvida um lugar difícil para uma fazenda leiteira. Mas, logo adiante na estrada dos camelos, esse trecho plano de deserto e tamareiras abriga as fazendas de gado e as usinas de processamento da maior produtora de laticínios do Oriente Médio por valor.
Na sombra dos galpões abertos de teto metálico, 67.000 vacas malhadas de preto e branco da raça Holstein-Friesian, pertencentes à empresa saudita Almarai Co., andam ao acaso, focinhando o solo em busca de restos de ração, ou ficam deitadas, fitando a areia.
Conseguir que uma fazenda leiteira tenha sucesso em um dos lugares mais quentes do planeta — onde, a temperaturas naturais, a produção de leite iria despencar, os produtos estragariam e bactérias perigosas poderiam proliferar — exige levar à tecnologia ao limite, dizem os gerentes da Almarai e os especialistas americanos do ramo.
As Holstein-Friesian são, por natureza, vacas leiteiras de alto rendimento. Mas fazer com que continuem produzindo quando a temperatura chega a 48 graus no verão implica mantê-las frescas, confortáveis e limpas. Só automatizando cada momento da produção é que a Almarai consegue operar uma das maiores fazendas leiteiras do mundo — com um total de 135.000 cabeças de gado, incluindo as bezerras ainda não ordenhadas — em um deserto cheio de palmeiras, mas sem nenhum pasto.
“Vacas felizes, leite feliz, Almarai feliz. Todo mundo feliz”, cantarolou Cicero Chan, subgerente de uma das seis fazendas leiteiras em torno da planta de processamento da Almarai, enquanto percorria os currais e salas de ordenha numa manhã recente.
Nos currais, sprays de água, ventiladores e a sombra dos galpões refrescam as vacas, baixando a temperatura para a faixa almejada de 21 a 24 graus. E, quatro vezes por dia, antes de cada ordenha, os empregados fazem as vacas passarem por estruturas metálicas com jatos d’água, para limpá-las do esterco e de qualquer outra coisa que possa contaminar o leite.
Mas, entre todas essas tecnologias para as fazendas leiteiras no deserto, o fundamental são os sprays. Usar mangueiras para molhar as vacas criaria um ambiente úmido e favorável às doenças, diz Leslie Butler, especialista em marketing de laticínios da Universidade da Califórnia em Davis.
Para controlar tanto o calor como a umidade, as fazendas de laticínios de primeira linha e alta tecnologia do deserto implantam sistemas como os sprays de refrigeração da Korral Kool Inc., firma de Mesa, no Estado americano do Arizona. Cientistas do Arizona a Taiwan trabalharam durante décadas para desenvolver esses sprays. Montados agora no alto dos galpões, os sprays lançam ciclones giratórios de gotículas de água e ar, umedecendo continuamente o couro das vacas para que elas se resfriem e sequem sem formar poças d’água. Computadores ligados aos sprays monitoram as temperaturas e a umidade nos galpões, maximizando o resfriamento convectivo.
As vacas leiteiras da Almarai devem cumprir uma quota de pelo menos 40 litros por dia, uma produção normal para as Holsteins, que normalmente produzem o dobro de leite do gado Jersey, preferido pelas fazendas leiteiras da Europa.
Em uma das salas de ordenha da Almarai, o gado leiteiro e os empregados trabalham tranquilamente numa rotina em que 50 vacas entram em fila, são ordenhadas e saem dentro de 15 minutos. As vacas se acomodam espontaneamente nas máquinas de ordenhar, fazendo fila lado a lado. Os funcionários então ligam os medidores digitais para registrar a produção de cada vaca, e braços robóticos levantam as ordenhadeiras mecânicas, que são então conectadas pelos empregados. O leite vai depois para câmaras de refrigeração, que o esfriam até cerca de 4 graus dentro de cinco minutos.
Passeando pela sala de ordenha, Chan observa uma vaca, identificada pela sua etiqueta de orelha com a número 609, cujo rendimento baixou para menos de um litro por ordenha. Tapando de leve a boca, ele sussurra em tom teatral: “Ham-búr-guer!” — indicando qual o destino das vacas que não atingem a quota.
Um pouco mais tarde, ele vê novamente a número 609. Os empregados já a separaram das outras e ela está sozinha debaixo do beiral de um telhado, sacudindo a cabeça.
Depois que as vacas são ordenhadas, milhares de vans e dezenas de caminhões-tanque refrigerados entregam leite fresco e em caixa, junto com iogurtes e cremes apreciados no mundo árabe e no Golfo, como “zabadi” e “lebna”, e ainda outros produtos lácteos, para 55.000 estabelecimentos em seis países do Golfo Pérsico.
A Almarai afirma ser a maior produtora de laticínios integrada verticalmente do mundo. Isso significa que ela supervisiona cada etapa do negócio, até o contato com algum dono de loja que pode querer desligar as geladeiras à noite para economizar dinheiro, diz Alan Bennett, gerente de fábrica da Almarai. No ano passado, a empresa gerou US$ 304 milhões em lucro líquido e US$ 2,1 bilhões em vendas.
Os críticos alertam que o alto rendimento da Almarai e de outros empreendimentos agrícolas sauditas tem um custo escondido. Os subsídios governamentais de energia, possibilitados pela riqueza gerada na Arábia Saudita com o petróleo, fornecem energia barata para a indústria e a agricultura do reino, mas contribuem para um elevado consumo de energia doméstica. A agricultura da Arábia Saudita também depende dos lençóis freáticos naturais do país, que estão se esgotando rapidamente. Reconhecendo a exploração intensa dos seus recursos naturais, o governo saudita tomou iniciativas para frear certas atividades agrícolas. Por outro lado, observa Bennett, a Almarai recicla a água das lavagens do gado e de outras instalações da fazenda.
Ao mesmo tempo, a ênfase da Almarai nas “vacas felizes” aparentemente não é um slogan vazio escrito na sede da firma, mas parte de um preceito cada vez mais valorizado nas fábricas de laticínios de todo o mundo, diz Butler, o especialista em marketing de produtos lácteos. Ele acrescenta que os produtores de leite da Califórnia também já reconheceram que “o conforto das vacas é o que faz a produção”.
(Por Wall Street Journal)

RENNER CRIA APLICATIVO COM PROVADOR VIRTUAL


Nova plataforma reúne conteúdo da marca que é divulgado em canais como Facebook e Pinterest e está disponível gratuitamente para usuários dos sistemas iOS e Android.
A Renner lança um aplicativo com provador virtual. Com ele, é possível conferir o resultado da combinação das peças vendidas pelas lojas da rede diretamente no smartphone ou tablet. O app também traz edição digital da Revista Renner e reúne em um só lugar os conteúdos de moda disponíveis nos outros canais de relacionamento da empresa, como o seu blog Estilo Renner (http://www.estilorenner.com.br/), e dos seus perfis no Facebook e Pinterest. A novidade está disponível gratuitamente para os sistemas iOS e Android.
(Por Mundo do Marketing)

DO JEITO QUE O CONSUMIDOR QUISER


Quem vai ao supermercado Emmas Enkel, em Dusseldorf, na Alemanha pode comprar como se fazia nos idos de 1900. Ou seja, entregar a listinha ao balconista e deixar que ele reúna tudo. Enquanto isso, o consumidor pode aguardar sentado no sofá da cafeteria.
Para reforçar ainda mais o clima “compre como antigamente”, o estilo retrô das décadas de 60 e 70 marca toda a comunicação visual e também está presente no uniforme dos atendentes.
Bom, mas essa é apenas uma das maneiras de se comprar no Emmas Enkel, que está prestes a completar um ano. E veja só ele, contraditoriamente, pode ser considerado um dos mais modernos quando o assunto é multicanal. A marca vende por tablet, celular, código QR, e-commerce, e por telefone.
Segundo Neil Stern, especialista em varejo da Mc Millan Doolittle/Ebeltoft, a Emmas faz parte da nova geração de lojas de vizinhança. “Ela mistura, de forma criativa, canais de venda on-line com valores do varejo tradicional”, diz. A maior inovação da empresa, segundo Stern, que expôs o case durante o recente World Retail Congress, está baseada principalmente na integração total dos diferentes canais. “É multicanal de maneira genuína”, reafirma.
O conceito é flexível ao extremo e a ordem é atender consumidores com diferentes necessidades e hábitos de compra.
Cuidado para não ficar tonto com a quantidade de possibilidades de compra: é possível comprar no site e retirar na loja, enquanto aguarda na cafeteria (ou pedir o delivery em até duas horas); ou levar a lista feita à mão e aguardar no sofá enquanto o atendente do balcão embala tudo; registrar o pedido no totem dentro da loja ou pedir pelo telefone, e depois parar o carro no drive-thru para ter o porta-malas preenchido pelo funcionário, ou ainda, se a loja estiver fechada, comprar via código QR na vitrine e receber em casa…. Ou qualquer uma das anteriores combinada a qualquer outra! É conveniência total.
O sócio Benjamim Bruser explica que descobriu em pesquisa que 45% das pessoas gostariam de comprar comida on-line, mas não o faziam porque consideravam complicado. Então Bruser se dedicou a excluir todos os pontos negativos que eram citados para justificar a não compra on-line. O que restou foi essa combinação mirabolante de possibilidades de compra, tornando a teoria do omnichannel real. “Os canais se misturam para estarmos sempre disponíveis”, conta. Na única loja de 300 metros quadrados estão a cafeteria, o balcão de pedidos e 500 itens à venda em prateleiras – outros 2.500 estão no estoque (de onde partem todos os pedidos). Eles inovaram também no site, no qual é possível comprar por categoria ou tema, como por exemplo: “crianças” ou “futebol”.
Para Stern, essa é a concretização da evolução do mundo sem arestas entre o varejo on-line e o físico. É a experiência de compra que não está fechada em silos, ela transborda entre um canal e outro. “O consumidor pode comprar onde e como quiser, a qualquer hora”, diz.
(Por NoVarejo)

NOS EUA, WALMART E AMERICAN EXPRESS LANÇAM CARTÃO PRÉ-PAGO


A rede varejista e a empresa de cartões de crédito se aliaram para lançar um novo serviço financeiro a clientes que não possuem contas bancárias tradicionais nos Estados Unidos. O cartão “Bluebird” funciona no modo pré-pago, ampliando assim o alcance da rede aos consumidores e evitando problemas de inadimplência.
O cartão, que será lançado oficialmente na semana que vem, não tem quantias mínimas ou qualquer tarifa mensal ou anual. Além disso, permite depósitos de valores por meio de smartphones e pagamento com dispositivos móveis. O Bluebird também dá a opção de saques em caixas automáticos.
Com o cartão, o Walmart espera atender clientes de baixa renda, que têm pouco ou nenhum acesso a crédito. Segundo a rede, nos EUA, 85% das compras em suas lojas são efetuadas com dinheiro vivo.
(Por Supermercado Moderno)

SHOPPINGS DA BR MALLS SOMAM VENDAS DE R$ 4,7 BI NO TRIMESTRE


As vendas totais dos shopping centers administrados pela BR Malls foram de 4,7 bilhões de reais no terceiro trimestre. A cifra equivale a um incremento de 20,6% sobre o mesmo período do ano passado.
De acordo com comunicado à Bovespa, as vendas no critério mesma loja cresceram 6,2% entre julho e setembro, o que marca uma desaceleração sobre o mesmo período do ano passado, quando esse indicador foi de 8,3%.
A venda mesmas lojas foi puxada, por um lado, pelo crescimento de 8,1% das megalojas. Já as lojas satélites avançaram 7%.
O crescimento dos aluguéis ficou em 9% neste trimestre, no critério mesmas lojas. Já a taxa de ocupação foi de 97,9% da área bruta locável. Segundo a BR Malls, trata-se da melhor taxa nos últimos sete

(Por Exame)

SONAE INAUGURA NOVA FASE COM SHOPPINGS ECOLÓGICOS


Com 11 shopping centers em operação no País, a Sonae Sierra Brasil, empresa controlada pelas acionistas Sonae Sierra, de Portugal, e DDR, dos Estados Unidos, investe agora em dois novos projetos, ambos focados no compromisso com a sustentabilidade, nas cidades de Londrina (PR) e Goiânia (GO). Os empreendimentos incluem selos de gestão ambiental, garantidos por ações como reutilização de água, consumo reduzido de energia e utilização de luz natural. Tais iniciativas implicam um custo maior na implantação dos shoppings, mas a empresa espera, a médio e longo prazo, um retorno financeiro muito positivo com a redução de custos que será proporcionada com a tecnologia adotada.
A companhia inaugurou este ano o Uberlândia Shopping, onde investiu mais de R$ 200 milhões para entregar um espaço comprometido com questões ecológicas. Entre as metas da Sonae Sierra está a obtenção, até 2020, de uma taxa de reciclagem mínima de 55%, redução da proporção de resíduos enviados para aterro a um limite máximo de 30% e ter pelo menos 10% do total de água consumida vinda de reutilização ou recolhimento de água de chuva.
Para Mário Oliveira, diretor de Desenvolvimento da companhia, a estratégia do compromisso com o meio ambiente pode trazer destaque para a empresa. “Nós temos uma preocupação muito grande, por exemplo, com a questão de reutilização e reciclagem. E essa preocupação ocorre desde a obra. Muitas vezes, dentro da própria construção, também aplicamos materiais reciclados, que não são escolhidos apenas por serem reciclados, mas levando em conta a parte arquitetônica também”, explica ele.
“Nossos projetos são certificados no nível de construção, segurança e meio ambiente. Isso é uma novidade no mercado. O primeiro projeto assim da América foi o de Uberlândia, inaugurado no início desse ano, e agora temos também esse objetivo para Londrina e Goiânia”, conta Oliveira.
Projetos
A Sonae Sierra prevê inaugurar no primeiro trimestre do próximo ano o Boulevard Londrina Shopping, na região central da cidade paranaense. O empreendimento fará parte do Complexo Marco Zero, que contará ainda com uma unidade da rede Leroy Merlin, ibis Hotel e Teatro Municipal, além de onze torres comerciais e residenciais. São 47,8 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL) com 237 operações. O projeto arquitetônico privilegia a luz solar e conta com um terraço onde os visitantes poderão ter uma vista externa.
Já em Goiânia, a companhia pretende inaugurar, no segundo semestre de 2013, o Passeio das Águas Shopping, com 78 mil metros quadrados de ABL e 277 operações. O projeto tem como destaque uma área de paisagismo, com lagos e iluminação natural indireta.
“Fizemos uma série de estudos e de pesquisas para chegar até essas cidades em que estamos implantando nossos shoppings. Elas são grandes polos de crescimento”, comenta Mário Oliveira.
A Sonae Sierra Brasil apresentou no segundo semestre deste ano uma receita líquida de R$ 65,3 milhões, o que representa um aumento de 22,7% em relação ao mesmo período do ano passado. “Nosso público-alvo é a classe B, dependendo um pouco da região do projeto em si, e temos uma política de crescimento bastante agressiva”, diz.
As vendas totais nos shoppings da empresa registraram incremento de 18,9% no segundo trimestre do ano na comparação com o mesmo período do ano passado. Já as vendas em “mesmas lojas”, ou lojas comparáveis, cresceram 9,2%.
Boa fase
Na visão do diretor de Desenvolvimento da empresa, atualmente muitas cidades no Brasil ainda têm espaço para novos shoppings, principalmente as maiores. “Se nós considerarmos que temos, em São Paulo, bairros com mais de 600 mil habitantes, maiores que muitas cidades, e que ainda não têm shoppings, é possível ver como há espaço para crescer”, observa.
Oliveira está animado com o momento que o seu segmento atravessa. “O setor de shoppings está passando por uma fase espetacular. Basta ver o aumento das empresas que têm capital aberto na bolsa. Eu diria que, não só os shoppings, mas o País como um todo”, declara.
O empresário também destaca os novos grupos que, com a ascensão dos shoppings, passaram a investir no setor. “Cada vez mais, além dos operadores de shoppings tradicionais, os fundos de investimento também estão entrando neste capital”, diz.
No início de outubro, a Sonae Sierra Brasil investiu cerca de R$ 9 milhões para adquirir mais 9,5% de participação no Franca Shopping, e agora é responsável por 76,4% do empreendimento. De acordo com a empresa, a compra faz parte da estratégia de ser dominante em todos os espaços em que tem participação.
(Por DCI)

SAMSUNG USA VITRINE EXTERNA DE SHOPPING PARA PROMOVER ELETRODOMÉSTICOS


A Samsung exibe na vitrine externa do shopping JK Iguatemi, em São Paulo, os seus eletrodomésticos mais inovadores.Na ação inédita, está em destaque a linha premium da marca, com os refrigeradores French Door, as lavadoras e secadoras Eco Bubble, e os condicionadores de ar Smart Inverter. Os produtos estão dispostos em um ambiente que traz como pano de fundo uma estampa desenvolvida com exclusividade pela estilista Adriana Barra. Com isso, a empresa reforça o seu posicionamento atrelado à tecnologia, design e inovação.  A ação também reforça a promoção “Samsung & Adriana Barra”, que acontece até 2 de dezembro e é válida para as lojas das redes Fast Shop, Ponto Frio e Magazine Luiza.
(Por Mundo do Marketing)

GE INVESTE MAIS DE R$ 1 MILHÃO EM AÇÕES NOS SHOPPINGS DO BRASIL


A GE e a GE Profile anunciaram um investimento de mais de R$ 1 milhão para implantar mini showrooms em corredores de cinco shoppings, em cinco estados do Brasil. A iniciativa aproveitará o aumento do fluxo focado nas compras de Natal para que o público conheça os eletrodomésticos das marcas. A ação terminará no dia 31 de novembro e estarão expostos modelos como o Refrigerador Smart Station, o Fogão GE Tech, a Lavadora GE Intelligence, o Cooktop Indução e o Forno Pirolítico.
O espaço contará com um game interativo, com perguntas e respostas sobre os produtos, que vai distribuir brindes, e concursos culturais que premiarão as três melhores frases com as palavras “curtir”, “receitas” e “momentos inesquecíveis” com eletrodomésticos. Os mini showrooms estarão presentes nos shoppings Lar Center e Ibirapuera, em São Paulo; Shopping Iguatemi, em Porto Alegre; Shopping Barigui, em Curitiba; Shopping Center Recife, na capital pernambucana; e Shopping Flamboyant, em Goiânia.
(Por Mundo do Marketing)

SHOPPING FEITO DE CONTAINER


Boxpark, considerado o primeiro shopping pop up do mundo, fica em Shoreditch, Londres, num antigo galpão de estocagem da empresa local de trem, que não era usado há 40 anos. Abriu no último dezembro, deve fechar em cinco anos, e reabrir em qualquer lugar do mundo.
Tudo muito simples: o shopping não passa de uma intrincada diagramação de 60 containers marítimos, unidos um ao outro pelo lado ou pelo topo, formando andares, corredores, espaços de convivência e lojas, assemelhando-o, de longe, aos tradicionais malls.
O Boxpark funciona todos os dias, e lá estão marcas consagradas como Diesel, The North Face, Puma, Levi’s, Lacoste, Calvin Klein e Nike. Marcas locais alternativas também apostaram na ideia, além de dez restaurantes e lanchonetes. “Sempre fui fascinado por containers marítimos, e o Boxpark é uma fusão de diversas ideias pessoais. Eu queria criar um espaço de comércio, em grande escala, usando os containers para oferecer aos varejistas um custo mais baixo de aluguel, versatilidade e um modelo mais eficiente que fizesse sentido, a antítese de um shopping mall tradicional. Ao mesmo tempo queria que fosse um espaço de convivência”, comenta o CEO Roger Wade, dono da ideia.
Ele esteve palestrando durante o recente World Retail Congress, contando os detalhes de seu projeto, inclusive a Boxpark, que foi um dos destinos visitados pelo grupo que realizou visitas técnicas pelas lojas mais inovadoras de Londres, escolhidas pela direção do evento.

Wade se referia em sua fala à faceta de entretenimento de seu empreendimento. O shopping também empresta seu espaço em favor da comunidade em que está inserido, organizando eventos de moda, música, esporte e caridade. “É um espaço vivo, que expressa a criatividade e atitude da comunidade à nossa volta. E coloca a inovação onde ela merece estar: na rua”, comenta Wade.
(Por NoVarejo)

SÃO PAULO TERÁ 6 SHOPPINGS, COM 10 MIL VAGAS


A cidade de São Paulo vai ganhar mais seis shoppings – hoje são 69 – com 10,2 mil vagas de estacionamento até 2015. Juntos, os centros comerciais devem receber pelo menos 100 mil pessoas por dia e ajudar a travar ainda mais o trânsito já pesado dos corredores que abrigarão os empreendimentos. Mais da metade das obras já começou e ocupa terrenos disputados em vias como as Marginais do Tietê e do Pinheiros e a Avenida Paulista.
O ritmo das construções, no entanto, não é o mesmo da criação de medidas para reduzir o impacto no tráfego local. Somente um empreendimento, o Shopping Metrô Tucuruvi, na zona norte, iniciou as medidas da lista de exigências da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), mas não as terminou, a cerca de três meses da abertura. E o maior deles, o Nova 25 de Março, na zona sul, nem sequer sabe o que terá de fazer, a menos de um ano da inauguração.
Segundo a legislação, construções com mais de 500 vagas são classificadas como polos geradores de tráfego e obrigadas a investir 5% do valor total da obra em medidas para mitigar o impacto no trânsito. A lei também relaciona a emissão de licenças de funcionamento à conclusão das exigências viárias. Pelo menos na teoria, uma vez que o Mooca Plaza, na zona leste, ficou aberto por dez meses sem que tivesse obtido o Termo de Recebimento e Aceitação Definitivo (Trad). Ainda hoje, luta pela obtenção do Habite-se definitivo e do alvará de funcionamento.
Além do Tucuruvi e do Nova 25 de Março, a capital terá os Shoppings Plaza Tietê, na zona norte, Cidade de São Paulo, no centro, Shops Jardins e Parque da Cidade, ambos na zona sul. Espera-se ainda que outros quatro possam ser iniciados e finalizados nos próximos anos, como os Metrôs Vila Madalena, Carrão e Jabaquara, além de um possível centro de compras no Largo da Batata, na zona oeste.
Seja qual for o endereço, as medidas de contrapartida mais exigidas, em geral, são a troca de semáforos e o rebaixamento de guias. Instalação de painéis com mensagens institucionais e alargamento de ruas também figuram na lista. Enquanto uns só trocam a sinalização, outros são obrigados a construir viadutos e passarelas avaliados em até R$ 90 milhões – caso do Shopping JK Iguatemi, na Vila Olímpia, zona sul, aberto em junho. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
(Por Uol)

HORTIFRÚTIS OFERECEM MAIS SERVIÇOS E CONCORREM COM SUPERMERCADOS


De olho no aumento dos lucros, as lojas especializadas em frutas, legumes e verduras estão investindo cada vez mais em serviços adicionais. Os principais são as áreas de padaria e açougue, também presentes em muitos supermercados. 
Em muitos casos, esses departamentos já representam metade do faturamento dos estabelecimentos. Na rede Hortifruti, presente no Rio e no Espírito Santo, os itens agregados representam hoje 40% de suas vendas. No Quitanda, localizado em São Paulo, que tem um restaurante junto à sua loja, os serviços adicionais já respondem por 60% do faturamento.
Geralmente alocados em espaços menores que os dos supermercados, os hortifrútis adquirem produtos em menor quantidade e variedade. No entanto, o serviço oferecido, com funcionários que ajudam os clientes nas compras, e o melhor tratamento dos FLV permitem vender os alimentos a um preço mais elevado.
Esses estabelecimentos tendem a atrair consumidores das classes A e B, que procuram serviços especializados. “O cliente que procura um mercado de hortifrúti busca um padrão diferenciado desses produtos. Mas não queremos nos tornar um supermercado”, afirma Ricardo Costa, diretor-geral do Quitanda.
(Por Supermercado Moderno)

EXTRAPOLANDO OS LIMITES DO PDV


A interação entre o ponto de venda e o consumidor é algo ainda pouco explorado no varejo brasileiro. O grande varejista, aliás, não utiliza muito além de manequins e vitrines, mas já é possível observar alguns sinais de mudança. A tecnologia, por exemplo, é um caminho sem volta que já desponta seus benefícios em nível nacional, rompendo os limites de uma loja física, ao ponto de alcançar um crescimento nas vendas sem depender tanto do PDV.
Um técnico treinado pode mostrar as vantagens de uma geladeira ao consumidor sem ter que, necessariamente, estar diante do produto. As ferramentas de venda passam a ser catálogos virtuais disponíveis nos terminais computadorizados, já sinalizando ao cliente as opções de cores, estoque e prazo de entrega do produto, por exemplo. Lançar mão desse tipo de tecnologia permite que o número de itens oferecidos ultrapasse as áreas de exposição da loja.
A interação é outro ponto interessante a ser observado. Alguns varejistas já se atentaram para esse chamariz e utilizam recursos que vão desde o touch screen até o escaneamento do corpo e das reações dos consumidores, passando por equipamentos com promotoras 3D que conversam com o cliente, e ativações promocionais que criam sensações e experiências diferentes para o consumidor. E os clientes gostam destas novidades. O que manda é a criatividade, mesmo com PDVs cada vez mais caros, o varejista brasileiro enxerga nas novas tecnologias uma possibilidade de tornar seu negócio mais viável, não só para ele, mas também para os clientes.
Obviamente que o uso destes artifícios modernos exigem também um investimento, mas que não é alto se comparado ao que pode resultar: “caro é o que não vende”. Essa é uma frase que todo e qualquer empresário deve ter em mente na hora de decidir no que investir. A partir disso, deve-se monitorar e aprimorar. É como um site, que deve estar sempre recheado de novidades e assuntos de interesse para quem o visita.
Não é possível classificar com o uso de tecnologia uma televisão dentro de uma vitrine, que mostre desfiles de moda o tempo todo. A ideia é ter uma ferramenta dinâmica, que não pode ser engessada e estática. O funcionário também não deve ser o único a operá-la, afinal, o cliente também precisa se familiarizar com o que está sendo apresentado e se sentir parte desta inovação.
O uso de novas tecnologias não exclui a necessidade de pessoas. A humanização no atendimento é algo que nunca vai deixar de existir, pois o contato e a socialização são fundamentais para as pessoas e sem essa essência, a experiência de compra não é completa. O que se deve fazer, por exemplo, é permitir que todos se conectem ainda mais através de produtos, como alguém que compra um par de óculos e em seguida consegue compartilhar com os amigos a sensação de ter esta novidade, fazendo com que todos sejam parte da ação, isto é a tecnologia sendo aplicada.
O segmento de moda é o que mais lança tendências de novas tecnologias, utilizando-as de maneira muito mais estratégica se comparado ao de alimentação. Já as lojas de eletroeletrônicos precisam fugir dos clichês e aproveitar a tecnologia para atrair mais clientes, como um produto que vende,, usando artifícios novos, dando versões inéditas ao que já existe.
As próprias tecnologias de imagem, como filmes e vídeos, além da iluminação dentro dos pontos de venda, não são explorados para dar ao cliente a possibilidade de vivenciar experiências de compras diferenciadas. A decoração pode ser utilizada como tecnologia para levar o consumidor a um mundo lúdico, por exemplo.
Em resumo, a sensação de compra deve ser como um parque de diversões, despertar sensações distintas nas pessoas, fazer com que elas conheçam possibilidades diferentes e se sintam incentivadas a participar desta operação chamada varejo. É como diz Philip Kotler: “O marketing consiste na tomada de ações que provoquem a reação desejada de um público-alvo”.
(Por NoVarejo)