sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

BRASIL DEVE QUASE DOBRAR INAUGURAÇÕES DE SHOPPINGS EM 2013


O número de inaugurações de shoppings no Brasil neste ano deve ser quase o dobro do registrado em 2012, sendo a maior concentração na região Sudeste, porém, com as cidades menores ganhando cada vez mais participação no setor.
Ao longo de 2013, devem ser inaugurados pelo menos 46 empreendimentos no país, após 27 novos shoppings entrarem em operação no ano passado –maior número dos últimos 13 anos–, segundo estimativa apresentada nesta quinta-feira pela associação que representa o setor, Abrasce.
“Esse número pode aumentar para 48, 49 shoppings neste ano”, disse a jornalistas o presidente da Abrasce, Luiz Fernando Veiga. “Desse total, 16 cidades do país terão o primeiro shopping em 2013″. Para 2014, a previsão é de abertura de cerca de 23 novos shoppings.
A região Sudeste, que hoje representa 55% dos 457 shoppings em operação no país, deve seguir respondendo pela maior parcela dos projetos, segundo a Abrasce.
Entretanto, Veiga assinalou que os empreendimentos tendem a se instalar em cidades menores, fora das capitais, em meio à falta de terrenos para construção em grandes centros e ao elevado número de shoppings já existentes nessas regiões.
“A tendência é ter shoppings menores, em cidades menores. Nos grandes centros, apesar da dificuldade de terrenos, ainda há espaço nos bairros”, afirmou ele.
O setor de shoppings vem acompanhando o movimento já visto no segmento de supermercados, cujas principais redes passaram a priorizar a abertura de lojas de pequenos formatos, os chamados supermercados de proximidade.
“Cada vez mais os shoppings devem estar próximos às residências”, acrescentou Veiga.
Ainda sobre a tendência de ingressar em áreas pouco exploradas, o presidente da Abrasce destacou o desempenho da região Norte, “que tem sido muito maior que no resto do país”. Hoje, o Norte tem 18 shoppings em operação.
VENDAS CRESCEM
As vendas dos shoppings brasileiros devem crescer 12% neste ano, segundo a Abrasce, favorecidas pela combinação de baixo desemprego, aumento de renda e crédito disponível.
Em 2012, as vendas subiram 10,65%, para R$ 119,5 bilhões, abaixo da previsão da entidade, de alta de 12% ante 2011.
No período de Natal, o mais importante para o varejo, as vendas foram cerca de 15% maiores sobre um ano antes, segundo a entidade.
O setor de shoppings responde por 19% das vendas totais do varejo brasileiro.
ATRASOS
Um dos principais problemas pertinentes ao setor imobiliário, o atraso de obras vem afetando também o setor de shoppings.
“É um problema sério, que prejudica a programação traçada pelas redes”, afirmou Veiga.
A Lojas Renner, por exemplo, atribuiu o não cumprimento da meta de inaugurações de lojas em 2012 ao atraso na abertura de shoppings previstos.
Além da escassez de mão de obra qualificada, a demora para aprovação de projetos tem sido apontada pelo setor como o principal entrave para cumprir prazos.
“A burocracia é o grande problema, principalmente em São Paulo, onde são necessárias mais de 30 aprovações para se abrir um shopping”, disse. “Uma das maiores preocupações da Abrasce é que essa burocracia seja reduzida para os prazos serem cumpridos”.
(Por Folha de S.Paulo)  

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CADE MULTA BRF POR COMPRA DA DOUX


O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) não aprovou a compra dados ativos de abates de suínos da Doux Frangosul pela Brasil Foods. O martelo foi batido na última quarta-feira pelo Conselho.
De acordo com comunicado divulgado pelo órgão antitruste, a reprovação da operação foi unanime e o conselheiro relator que analisou o caso, Elvino de Carvalho Mendonça, fixou prazo para a venda de todos os ativos para terceiros. Além disso, a BRF foi multada pelo órgão por intempestividade.
Em outubro, o Cade já havia interferido na aquisição. Na ocasião, a BRF assinou com o Cade um Acordo de Preservação de Reversibilidade da Operação (Apro), que teria possibilidade de trazer efeitos prejudiciais à concorrência difíceis de serem revertidos.
Os ativos envolvidos na operação estão em Ana Rech (RS) e foram oferecidos como garantia de um empréstimo concedido pela BRF à Doux. A operação foi firmada em agosto de 2011, mas notificada ao Cade mais de um ano depois.
(Por Exame) 

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VENDAS DE SHOPPINGS NO BRASIL CRESCEM 10,6% EM 2012


Os shopping centers brasileiros devem registrar aumento de 12 por cento nas vendas deste ano, afirmou nesta quinta-feira a associação que representa o setor no país, Abrasce.
Em 2012, as vendas dos shoppings cresceram 10,65 por cento, somando 119,5 bilhões de reais, abaixo da previsão da entidade, de alta de 12 por cento ante 2011.
“A performance de 2012 pode ser explicada pelo baixo índice de desemprego, aumento da massa salarial e crédito que continuam em níveis apreciáveis”, afirmou o presidente da Abrasce, Luiz Fernando Veiga, em comunicado.
No período de Natal, o mais importante para o varejo, as vendas cresceram cerca de 15 por cento sobre um ano antes, segundo a entidade.
Em todo o ano passado, foram inaugurados 27 empreendimentos no país ante a previsão da Abrasce de 28 novos projetos em operação. Segundo a entidade, o número de shoppings inaugurados em 2012 foi o maior dos últimos 13 anos.
(Por Exame) 

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CLASSE C SERÁ RESPONSÁVEL POR 41,7% DOS GASTOS COM MATERIAL ESCOLAR


Neste ano, a classe C superou a classe B e terá o maior potencial de consumo de material escolar do País, de aproximadamente R$ 2,8 bilhões, segundo dados do Ibope Inteligência.De acordo com o levantamento, o gasto da classe C deve responder por 41,7% do total da despesa do brasileiro com artigos de ‘volta às aulas’, que ficará na casa dos R$ 6,8 bilhões. A classe B, por sua vez, deve gastar R$ 2,65 bilhões, o equivalente a 38,9% do total.
No ano passado, o gasto médio com material escolar foi 11% menor, com as classes C e B gastando em torno de R$ 2,6 bilhões e R$ 2,4 bilhões, respectivamente.
Sobre as classes A e DE, o potencial de consumo do item, estimado para este ano, é de R$ 621 milhões e R$ 702 milhões, nesta ordem. Na análise por região, o Sudeste tem o maior potencial de consumo de material escolar neste ano, com R$ 3,4 bilhões. Em seguida, aparecem Nordeste (R$ 1,2 bilhão), Sul (R$ 1,05 bilhão) e Centro-Oeste (R$ 600 milhões). A região Norte aparece em último lugar, com R$ 460 milhões em potencial de consumo.
Quando o assunto é gasto por habitante, a pesquisa estima que este fique em torno de R$ 41,54, ante os R$ 37,62 do ano passado. Neste sentido, por região, o Centro-Oeste é o destaque, com um potencial de consumo de R$ 46,55.
(Por Supermercado Moderno)  

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TIM E ITAÚ INICIAM PROJETO PARA VIABILIZAR PAGAMENTOS VIA MOBILE


A TIM firma uma parceria com o Itaú para que desenvolver uma ferramenta de mobile payment baseada na tecnologia NFC, disponível em alguns modelos de smartphones comercializados no Brasil. Nos próximos meses, um grupo de clientes Itaucard Mastercard testará o sistema Mobile PayPass para pagamento de contas via celular em restaurantes no Rio de Janeiro e em São Paulo. Para esta fase, foram disponibilizados 50 aparelhos compatíveis para clientes selecionados e 100 estabelecimentos foram credenciados para oferecer a facilidade no bairros da Barra da Tijuca (RJ) e Jabaquara (SP).
Com a plataforma, o consumidor será capaz de realizar transações de crédito e débito diretamente do telefone celular. O objetivo do piloto é ganhar conhecimento sobre a tecnologia, capacitar colaboradores internos e avaliar as dificuldades e percepções dos usuários. A TIM e o Itaú pretendem expandir gradativamente e a expectativa é disponibilizar a tecnologia para os clientes no segundo semestre deste ano.
(Por Mundo do Marketing) 

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VENDAS DO AUTOSSERVIÇO CRESCEM 5,3% EM 2012


A alta em faturamento já foi deflacionada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). O avanço foi maior que o registrado em 2011, de 3,71%. Em volume de produtos, porém, houve uma queda de 0,6% nas vendas dos super e hipermercados no ano passado. Os dados são do Índice Nacional de Vendas, da Abras (Associação Brasileira dos Supermercados).
No mês de dezembro, as vendas do autosserviço apresentaram crescimento de 28,7% em comparação com novembro, devido às compras para o Natal. Na comparação com dezembro de 2011, houve alta de 5,37%.
Para o ano de 2013, a Abras espera uma alta menor nas vendas, de 3,5%. Segundo Fernando Yamada, novo presidente da entidade, a previsão acompanha o crescimento da renda dos consumidores.
Preços
Em 2012, o AbrasMercado, índice de preços dos supermercados medido pela GfK, apresentou crescimento acumulado de 7,27%. Em valores nominais, a cesta de 35 produtos passou de R$ 318,64, em dezembro de 2011, para R$ 341,80 no mesmo mês em 2012. Na comparação mensal entre novembro e dezembro, houve alta de 1,47%.
Os produtos com as maiores altas em 2012 foram batata (56%), cebola (49%) e arroz (40)%. Já as maiores quedas de preço foram da carne de traseiro (6,74%) e do açúcar (3,10%).
(Por Supermercado Moderno) 

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MBALAGENS PODERÃO CONTER INSTRUÇÕES DE DESCARTE PARA RECICLAGEM


A Câmara analisa proposta que obriga os fabricantes a oferecer aos consumidores as instruções necessárias para o descarte correto de cada embalagem para a reciclagem.A medida está prevista no Projeto de Lei 4409/12, do deputado Laercio Oliveira (PR-SE), que modifica a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/10).  De acordo com o projeto, as informações devem ser impressas de forma didática em cada embalagem. Caso o produto contenha itens diferenciados, que demandem formas diversas de descarte, cada elemento deverá apresentar suas próprias instruções. Esse é o caso das embalagens de suco, por exemplo, que contêm parte de papelão e parte de plástico.
Para Laercio Oliveira, a medida deve incentivar a reciclagem no País. “Uma política depende de uma cadeia educativa extremamente sólida e estruturada para ter efeito pratico. E, infelizmente, percebemos que os cidadãos brasileiros ainda não sabem exatamente como cada produto deve ser descartado”, lamentou.
Tramitação
A proposta foi apensada ao PL 3409/12 e será analisado de forma conclusiva pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
(Por Cidade Marketing) 

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ESTREANTE EM OVOS DE PÁSCOA, HARALD ESPERA DOBRAR VENDAS NO AUTOSSERVIÇO


Especializada em chocolates para food service, a Harald vai vender, pela primeira vez, ovos de Páscoa ao consumidor final. Com a nova categoria, a empresa espera dobrar neste ano suas vendas em supermercados, onde também vende recheios para bolos e tortas.
Segundo Marcelo Bianchi, gerente nacional de vendas da Harald, a Páscoa de 2013 será uma espécie de teste para a empresa. “Temos uma produção de apenas 80 toneladas de ovos de Páscoa neste ano. A primeira intenção é consolidar a marca no mercado, depois procuraremos crescer”, explica.
Também presente nos atacarejos, a Harald espera aumentar seu faturamento em todo o País em 12% no primeiro trimestre, em relação a igual período de 2012. No ano todo, a expectativa é de crescer 20% em receita e 12% em volume.
Concorrentes
Outras fabricantes de chocolate também estão otimistas para a Páscoa. A Arcor, por exemplo, prevê um crescimento de 30% em seu faturamento nesta Páscoa, em relação à data do ano passado. Para isso, elevou também em 30% seus investimentos em materiais para pontos de venda, como display e precificadores. A Hershey’s também tem uma boa projeção: expectativa de crescer 27% nesta Páscoa.
Já empresas maiores, como Lacta e Nestlé, são mais conservadoras. A Lacta prevê um avanço de 4% em unidades no mercado, enquanto a Nestlé projeta aumento de 5% nas vendas. As previsões de crescimento ocorrem apesar das vendas gerais do setor se manterem estáveis em 2012, como informou ontem a Abicab, associação de fabricantes de chocolate.
(Por Supermercado Moderno) 

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DISPUTA PELO ESPÓLIO DA REDE SENDAS PODE AFETAR O GPA


Uma disputa judicial pela herança do empresário Arthur Sendas pode respingar nas finanças do Grupo Pão de Açúcar nos próximos meses. João Arthur Mello Sendas, neto do antigo dono da rede supermercadista, que foi vendida ao GPA em 2003, entrou com uma ação na justiça contra seus tios, por não receber uma parte da herança após a morte do avô. Se ele ganhar a causa, parte do valor que receberá pode vir da maior varejista do País.
Desde que Arthur Sendas morreu, há pouco mais de quatro anos, seu neto João Arthur tenta receber de três tios parte do espólio e a pensão alimentar a que teria direito até o fim dos seus estudos. Seu pai também já faleceu, há dez anos, e era Arthur quem ajudava o neto a se manter. Cansado de insistir com a família, João Arthur recorreu à Justiça.
Arthur Sendas vendeu 60% de sua empresa ao Pão de Açúcar em 2003. Mas, com a entrada do grupo francês Casino no capital do GPA, em 2005, a família Sendas entrou numa disputa judicial para receber mais pelos 40% restantes. Em fevereiro de 2011, o Pão de Açúcar aceitou pagar R$ 377 milhões por essa porcentagem, mas o valor foi dividido em parcelas. Como nem todas foram pagas ainda, se João Arthur obtiver ganho de causa, o valor que receberá pode vir do GPA.
Contatados, João Arthur e seus tios não responderam à reportagem do jornal Valor Econômico. E o GPA, por meio da assessoria de imprensa, informou que ainda não foi notificado sobre o caso.
(Por Supermercado Moderno) 

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MULTA PARA QUEM VENDER ÁLCOOL LÍQUIDO CHEGARÁ A R$ 1,5 MILHÃO


Desde ontem (29/1) está proibida a venda de embalagens de álcool líquido com teor maior que 54º GL* no varejo. A medida é resultado de uma vitória judicial que reconheceu a legalidade da resolução RDC 46 de 2002 da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que proíbe a fabricação, exposição à venda ou entrega ao consumo do álcool líquido em sua forma mais inflamável.
Segundo a assessoria de imprensa da Anvisa, a fiscalização nos estabelecimentos comerciais já começou e é de responsabilidade da Vigilância Sanitária estadual.O não cumprimento da medida acarretará em notificações e multas, que variam de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão.
Procurada pelo Portal SM, a APAS (Associação Paulista de Supermercados) informa que seus associados já foram orientados quanto ao cumprimento da resolução da Anvisa.
Portanto, o supermercadista que ainda tem estoque do produto, deverá descartá-lo. Para a Anvisa, o álcool líquido vendido ao supermercadista é de responsabilidade do fornecedor, pois ele realizou a venda já sabendo que a resolução RDC 46/02 poderia entrar em vigor.
Orientado pelo fornecedor, a Coop não foi pega “de calças curtas”. Segundo Emerson Poppi, gerente comercial da empresa, o produto proibido foi comercializado até o final de novembro e início de dezembro de 2012. “Desde então, não realizamos mais a compra do produto, conforme orientação do nosso único fornecedor. Portanto não temos esse problema de estoque e estamos agindo de acordo com a medida”, afirma Poppi.
* GL significa Gay Lusac, o nome de uma medida que estabelece o grau alcóolico das substâncias líquidas.
(Por Supermercado Moderno) 

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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Pai do Atari relembra Jobs e fala sobre o futuro dos games


Em palestra durante a Campus Party Brasil 2013, Nolan Bushnell aproveitou para dar conselhos valiosos para as dezenas de fãs do icônico videogame

São Paulo – Um dos palestrantes mais aguardados da sexta edição da Campus Party Brasil, Nolan Bushnell, mais conhecido como o pai dos videogames, subiu ao palco principal do evento nesta quarta-feira. Aplaudido por uma plateia fervorosa de fãs, Bushnell relembrou momentos importantes da história da icônica empresa que fundou, como, por exemplo, a passagem de Steve Jobs e Steve Wozniak pela Atari.
“As pessoas sempre me perguntam sobre o que Steve (Jobs) e Woz (Steve Wozniack) tinham de especial”, relembrou durante a palestra. “Ambos tinham um tremendo entusiasmo e senso de brincadeira. E por isso digo que, quando você estiver pensando no que fazer com sua vida, nunca amadureça”, riu Bushnell.
Mais que um mero retrato do passado, Bushnell também falou sobre o futuro dos videogames, especialmente no que diz respeito ao seu poder como ferramenta educativa. “Games são capazes de ensinar de forma muito mais rápida que qualquer meio”, declarou ele, hoje à frente da BrainRush, empresa dedicada ao desenvolvimento de softwares educativos.
Já em relação aos games como entretenimento, o pai do Atari explicou aos campuseiros que a tendência que percebe como mais forte é a realidade aumentada. Para ser mais preciso, citou os óculos do Google como exemplo de tecnologia que pode se transformar em oportunidades interessantes para os desenvolvedores de games.
Apesar das histórias engraçadas e de compartilhar sua visão do futuro, ficou claro que o objetivo da palestra era o de passar uma mensagem aos campuseiros, amontoados no pequeno espaço reservado para o palco principal. “O que Jobs fez para ser tão incrível? Trabalhou duro. Cheirava mal? Sim, mas trabalhava muito duro”, brincou.
Seu recado final, contudo, foi pontual: “Apenas faça!” enfatizou. “E quando eu digo isso,quero dizer: Comece a programar e disponibilize seu trabalho, o mercado irá dizer se é ruim. E, se for bom, as pessoas vão descobrir”.
Atari pede concordata
O contexto de sua passagem pelo Brasil não é dos melhores para a empresa que fundou nos anos setenta: em dificuldades financeiras, a Atari entrou com pedido de concordata na semana passada.
Sobre o assunto, Bushnell disse apenas que vê a estratégia como um movimento do xadrez. “Foi um movimentofinanceiro para separar a Atari de uma estrutura tóxica na França”, declarou em coletiva à imprensa. “Acho que foi a coisa mais inteligente a ser feita e estou ansioso em participar da repaginação da marca”, finalizou.
(Por: exame)  

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Coca-Cola assume: engorda mesmo. E daí?

Pela primeira vez os anúncios da Coca-Cola falam sobre obesidade, numa tentativa de livrar a marca da maior crise de imagem que já enfrentou


Nova York - A cada ano a americana Coca-Cola gasta mais de 3 bilhões de dólares em propaganda para manter sua marca centenária no topo da lista das mais valiosas do planeta. Tornaram-se clássicas suas campanhas com crianças sorridentes ou ursos-polares que se divertem — e, claro, tomam uns goles do refrigerante.
Neste início de ano, porém, a empresa decidiu mudar o tom e a mensagem de maneira inédita. Pela primeira vez em sua história, pôs no ar nos Estados Unidos umanúncio em que discute por 2 minutos um assunto que cada vez mais coloca seu principal produto na berlinda — a obesidade. Num tom solene, uma voz feminina descreve o esforço da companhia para lançar versões da bebida com menos calorias e deixar mais visível para os consumidores a quantidade de açúcar presente em cada lata.
Também mostra que patrocina a pesquisa de novos adoçantes naturais e não está mais abarrotando as geladeiras de lanchonetes das escolas só com refrigerante mas também com sucos e chás. Depois de fazer um mea culpa, a empresa divide a responsabilidade com os consumidores e conclui: "Todas as calorias contam. Se você bebe e come mais calorias do que queima, você vai engordar".
Outro anúncio na mesma linha, com  duração de 30 segundos, foi ao ar nos intervalos do programa de calouros American Idol, um dos campeões de audiência nos Estados Unidos. Com o slogan "Be Ok" (ou "Fique bem"), mostra opções para queimar as calorias contidas numa lata do refrigerante —  como passear com o cachorro, jogar boliche ou andar de bicicleta. Uma campanha com o mesmo mote também foi lançada no Brasil.
Maior produtora mundial de bebidas, a Coca-Cola parte para essa estratégia radical em meio a uma das maiores crises de imagem da indústria de refrigerantes. Em 2012, o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, aprovou uma medida para banir a venda de bebidas açucaradas em copos com mais de 473 mililitros em bares e lanchonetes.
Para Bloomberg, os copões estão entre os responsáveis pela obesidade na cidade — onde 58% dos adultos estão acima do peso. Pelas contas do prefeito, doenças associadas à obesidade custam 4 bilhões de dólares por ano a Nova York.
A proibição deve entrar em vigor em março. Segundo Diana Garza Ciarlante, vice-presidente mundial de relações públicas da Coca-Cola, a campanha não é só uma reação ao cerco em torno do produto e sim parte da estratégia da empresa. "Nossos esforços não param aqui. Vamos continuar a educar, inovar e ajudar as pessoas a ter uma vida saudável", afirmou Diana num comunicado.  

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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

UM DOS MAIORES OUTLETS INVESTE EM MAIS ESPAÇO


O Swindon Designer Outlet, um dos outlets de luxo mais visitados por brasileiros no Reino Unido, anunciou que pretende construir mais de 50 mil metros quadrados em seu centro de compras próximo a Londres. O investimento gira em torno de 35 milhões de libras.
Atualmente a rede possui mais de 90 lojas, que oferecem descontos de até 60% em marcas famosas como: Hugo Boss, Polo Ralph Lauren e John Lewis (única loja da grife em outlet em todo Reino Unido).
O prédio Long Shop, que estava desativado, será incorporado como extensão do Swindon Designer Outlet, localizado em prédios históricos do século XIX da “Great Western Railway Works” – próximo a Londres e a outras cidades turísticas do Reino Unido como Bath e Oxford.
A expansão é parte de uma grande estratégia da McArthurGlen, que inclui facilitar as compras, agrupando as marcas por sessões e abrindo mais espaço para alimentação e restaurantes, além de incitar o turismo local.
(Por NoVarejo) 

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LACTA LANÇA OVOS DE PÁSCOA DOS ANGRY BIRDS


Depois de dominarem smartphones e tablets do mundo todo, ultrapassando a marca de 1 bilhão de downloads, os emplumados Angry Birds ganharão uma versão ovo de Páscoa no Brasil.
O lançamento é da Lacta e tem duas linhas: com pelúcia e tradicional. O chocolate com o boneco trará o pássaro Vermelho e estará disponível exclusivamente nas lojas Wall Mart e Sam’s club.
Já o ovo comum, de chocolate ao leite, terá 170 gramas e três opções de personagens: o pássaro Amarelo, o Vermelho e um Porco – os três com mini bonecos de brinde.
“Todos os anos, Lacta investe nas principais licenças teen e infantil para meninos e meninas. Com Angry Birds, vamos conseguir oferecer um ovo divertido para pessoas de todas as idades, para todos os fãs do game”, afirmou Mariana Perota, gerente de marketing de Páscoa da marca, em comunicado.
(Por Exame) 

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CONSUMO DE MATERIAL ESCOLAR DEVE CRESCER 11%


De acordo com o Pyxis Consumo, ferramenta de análise do Ibope, os brasileiros devem gastar R$ 6,8 bilhões com material escolar e produtos de papelaria neste ano, crescimento de 11% em relação a 2012. O consumo per capita desses produtos custará, em média, R$ 41,54, ante R$ 37,62 no ano passado.
Neste ano, a classe C superou a classe B e agora apresenta o maior potencial de consumo, com R$ 2,8 bilhões, o que representa 42% do total. Já a classe B tem um consumo estimado em R$ 2,7 bilhões, 39% do total. Em 2012, as classes B e C tinham um potencial estimado de R$ 2,6 bilhões e R$ 2,4 bilhões, respectivamente.
O estudo mostra, também, que a região Sudeste concentra metade do potencial de consumo do País, com R$ 3,43 bilhões. Mas, por habitante, o Centro-Oeste apresenta maior potencial de consumo, com R$ 46,55, seguido da região Sudeste (R$ 45,16) e Sul (R$ 44,81).
(Por Supermercado Moderno) 

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SÃO PAULO APROVA LEI SOBRE TRABALHO ESCRAVO EM EMPRESAS


As empresas e lojas do estado de São Paulo que forem flagradas explorando direta ou indiretamente mão de obra escrava serão fechadas por dez anos. A lei que pune os estabelecimentos com a cassação da inscrição do cadastro de contribuintes do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) – o que impedirá os empresários de entrar com novo pedido de registro para exercer o mesmo ramo de atividade no estado – foi publicada hoje (29) no Diário Oficial estadual. Os envolvidos, de acordo com a lei sancionada ontem (28) pelo governador Geraldo Alckmin, perdem ainda o direito de receber créditos do Tesouro do Estado de São Paulo.
A lei de autoria do deputado estadual Carlos Bezerra Júnior (PSDB) e que vigora a partir desta terça-feira também pune as empresas que se beneficiam da terceirização da produção, uma vez que todas as partes da cadeia produtiva serão responsabilizadas pelo crime de tráfico de pessoas para fins de trabalho escravo. A medida foi sancionada no Dia Internacional de Combate ao Trabalho Escravo.
Segundo a Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do estado, casos de trabalho em condições análogas à escravidão tiveram o maior número de atendimentos no ano passado. Das 77 vítimas de tráfico de pessoas, 59 eram exploradas em condições degradantes na indústria têxtil, no agronegócio e na construção, das quais seis eram crianças e dois adolescentes. Bolivianos e paraguaios estão entre as principais vítimas estrangeiras desse tipo de crime.
(Por Exame) 

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COCA-COLA PODERÁ FALTAR NAS GÔNDOLAS


Pode faltar Coca-Cola nas gôndolas dos supermercados de todo o Brasil. Cerca de 15.000 funcionários da Femsa, engarrafadora dos produtos da Coca-Cola no Brasil, ameaçam fazer greve, se a empresa não revisar o processo de PRL (participação nos lucros e resultados) com o principal sindicato da categoria, a CNTA Afins (Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins).
A confederação encaminhou, na última quinta (24/01), ofício destinado à companhia para pedir esclarecimento e marcar uma reunião emergencial entre os representantes sindicais e os gestores da empresa, para discutir o assunto.
“Não havendo uma solução que atenda às necessidades dos trabalhadores, as entidades envolvidas estarão mobilizando os trabalhadores, o que não descarta a possibilidade de uma greve geral no setor”, afirma o presidente da CNTA Afins, em nota enviada à imprensa. Os estados de São Paulo, Belo Horizonte, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais seriam os principais afetados com a possível mobilização.
A Femsa no Brasil ainda não se manifestou sobre as informações até a publicação desta nota.
(Por Supermercado Moderno) 

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COMO OFERECER UMA BOA EXPERIÊNCIA DE COMPRA


Os resultados da pesquisa “Evolution of Experience Retailing” (“Evolução da Experiência no Varejo”), realizada com consumidores da Alemanha, Brasil, China, Estados Unidos, Japão, Reino Unido e Rússia, entre 18 e 60 anos de idade – revelam que as exigências dos consumidores de todo o mundo orientam as estratégias e prioridades das empresas de varejo
, além de ditar os quesitos obrigatórios para atender estas demandas e competir com maior eficácia. Por conta disso, o conceito “Good for me” (bom para mim), definido por preferências individuais, é o que ainda predomina.
A personalização, por exemplo, não é tão valorizada quando comparada ao atendimento e à experiência. Ou seja, os varejistas não estão entendendo bem como os consumidores desejam interagir com eles, mas tudo indica que o foco esteja relacionado a informações e ofertas direcionadas, baseadas nas preferências do consumidor e enviadas a dispositivos móveis (39%), e ao acesso a um único carrinho de compras em diferentes canais (36%).
Já as percepções da experiência são diferentes na hora de realizar as compras on-line ou nas lojas físicas. Segundo o levantamento, os varejistas devem focar os esforços para permitir que o comércio aconteça a qualquer hora, em qualquer lugar (para 56% dos entrevistados) e devem oferecer canais on-line facilmente navegáveis (61%). Já nas lojas físicas, os consumidores ainda procuram por mostruários dos produtos (62%) e um ambiente vibrante e envolvente (56%).
Os consumidores também não aceitam atendimento e experiências de má qualidade. Metade dos entrevistados (53%) disseram que mudariam para um concorrente ou recomendariam que os demais consumidores evitassem um varejista em particular (55%). Além disso, um número crescente de consumidores altamente conscientes (37%) afirmam que compartilharia sua insatisfação nas redes sociais.
Por conta desses resultados, pode ser que os canais móveis e sociais ainda não sejam os canais de comércio preferidos, mas estão crescendo em ordem de importância, quando citados em relação à personalização e ao uso das redes sociais para gestão de impressões, especialmente nos novos mercados do varejo. “Vemos que os clientes estão no comando, exigindo acesso a opções de compras em qualquer lugar, com os benefícios do competitivo mercado global e das mais novas tecnologias para aprimorar suas experiências. Esta é a era do indivíduo que espera que cada interação no varejo seja ‘boa para mim’, definida pelas ‘minhas’ preferências”, explica Mike Webster, vice-presidente sênior e diretor geral da Oracle Retail.
(Por NoVarejo) 

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UMA FARMÁCIA E TANTO


Alimentos saudáveis, revelação de fotos, engraxate, pão assado todo dia, enorme gama de produtos de beleza, limpeza e higiene, remédios, uma clínica médica, salão de beleza, consultoras de maquiagem, variedade de vinhos… Acredite, isso tudo está dentro de uma farmácia.
Aberta há um ano na esquina da Randolph Street, em Chicago, esta é a flagship da Walgreens. Ela é a maior rede de farmácias dos Estados Unidos – opera 7.818 lojas em 50 estados – e faturou US$72 bilhões em 2011.
A flagship reúne uma coleção de produtos e serviços inesperados para uma farmácia. “Essa loja traz nossas iniciativas mais inovadoras”, disse o CEO Greg Wasson. “Queremos surpreender o consumidor com uma farmácia diferente de tudo que ele conhece. Estamos nos transformando de uma farmácia tradicional para um varejo de saúde e bem-estar. É uma forma de se tornar parte da vida destas pessoas que têm uma rotina tão dinâmica, servi-las com um novo conceito de compra”, complementa Wasson.
Veja abaixo o que esta farmácia reúne:
- Como não poderia deixar de ser o sortimento de medicamentos é completo, e o design desse ambiente foi pensado para estimular a interação entre pacientes e farmacêuticos. Há um tablet com várias informações sobre saúde e medicamentos, contendo dados técnicos para o consumidor que quiser tirar dúvidas ou comparar produtos. Há um balcão para tirar dúvidas com os farmacêuticos, salas com médicos preparados para vacinação, consultas e pronto socorro para pequenos ferimentos, e também um espaço reservado para eventos da comunidade ligados a saúde e bem-estar.
- Na cafeteria, baristas oferecem uma gama de cafés premium. Há um balcão se sucos com smoothies de frutas e vegetais, milk-shakes e frozen yogurts feitos na hora – assim como vários tipos de pães e laticínios.
- As prateleiras nos corredores de comida expõem um sortimento impressionante de sushi e sashimi preparados diariamente. Para levar, há também muitas opções de sanduíches, saladas e pratos prontos, tudo fresco.
- Uma seleção de mais de 700 vinhos no corredor das bebidas. Para quem tem dificuldade de escolher, um tablet posicionado próximo à gôndola fornece dicas de combinação e características de cada produto. Perto dali estão os corredores dos queijos, chocolates e carnes.
- Na área de beleza, a farmácia se transforma num verdadeiro shopping feminino. As maiores marcas de tratamentos para pele, maquiagem, higiene e beleza estão organizadas ao lado de um salão de beleza. Consultoras de imagem passeiam por ali para ajudar consumidoras em dúvida sobre o que comprar. É possível também testar cores de maquiagem no quiosque virtual, que fotografa o rosto da consumidora e aplica os produtos nas cores escolhidas, para uma compra mais assertiva.
(Por NoVarejo) 

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CONSUMO DOS PAULISTANOS CRESCE 45% EM DEZ ANOS


Um estudo do Data Popular mostrou que, em 2003, o consumo total da população da maior cidade do País foi de R$ 189 bilhões. Já em 2013, o valor deve chegar a R$ 274 bilhões, segundo estimativas do instituto. Se confirmado, o crescimento terá sido de 44,97% em uma década.
O crescimento do consumo foi acompanhado pelo aumento da renda. No mesmo período de tempo, a renda média mensal do paulistano está passando de R$ 1.527,85 para R$ 2.303,35, um acréscimo de cerca de 50%.
Além disso, o estudo mostra que a classe média cresceu 6 pontos percentuais, de 2003 para 2013. Há dez anos, o segmento contava com 50% da população, e, agora, essa quantidade é de 56%. A classe alta também subiu, de 27% para 34% no período. Consequentemente, a classe baixa caiu de 23% para 10%.
(Por Supermercado Moderno) 

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SITE QUE ENTREGA CESTA SAUDÁVEL EM CASA FAZ SUCESSO EM BUENOS AIRES


Num galpão bem iluminado, com nuvens pintadas no teto, Romina Sarlo amamenta seu bebê de um mês. Entre caixas de alface e berinjela – e umas mosquinhas, é verdade –, o silêncio é perfeito para ela cuidar do filho e seguir trabalhando.
Fundadora da La Barata del Central, empresa que entrega cestas de frutas e verduras a casas de Buenos Aires, é fácil entender por que ela não pode parar a rotina. Em apenas um ano, o negócio já têm 15 mil clientes cadastrados, dez funcionários, faz mais de 200 entregas por dia e conquista 200 novos compradores por semana.
A ideia nasceu em 2001, quando Romina e o marido Agustín mudaram de Mar del Plata, no litoral, para a capital argentina. O país vivia uma de suas piores crises econômicas. Na cidade, descobriram que vizinhos se organizavam para fazer compras coletivas e pagar menos por alimentos. As compras eram feitas no Mercado Central, onde frutas e verduras são mais baratas do que nos supermercados do centro.
“Nós começamos a observar que a forma como as pessoas conseguiam bons preços é muito trabalhosa. Então, com a ajuda da internet, juntamos esse conceito de compra coletiva com a ideia de poder chegar em casa e já ter coisas saudáveis para cozinhar”, conta Romina.
Depois de fazer pesquisas para conhecer o mercado, Matías, que é irmão de Romina e estudante de economia, montou um plano de negócios. A empresa começou atendendo bairros próximos de onde eles moravam, como Palermo, Villa Crespo e Caballito. Pelo site, as pessoas têm acesso à lista de produtos que estão disponíveis na semana – eles variam para estar sempre frescos. No blog, são publicadas receitas criativas feitas por Romina, que estudou gastronomia, para usar os produtos.
“No começo, eram regiões de classe média alta, mas a gente queria oferecer um serviço bom, com produtos de qualidade e preço acessível”, diz a proprietária. Para isso, priorizaram a relação com os fornecedores do Mercado Central, que recomendam a cada dia os produtos da estação, e indicam o que está por entrar na semana seguinte com melhor qualidade e preço.
Hoje, a empresa atende praticamente todos os bairros da capital argentina. As compras no Mercado Central são feitas diariamente e os produtos chegam pela madrugada ao silencioso e agradável galpão de Palermo. A mercadoria é selecionada e colocada em caixas de papelão (que fazem a vez da “cesta”), sem tampa e o com mínimo de sacolinhas plásticas possível. Há um freezer para armazenar os alimentos mais sensíveis, como frutas e folhas, que são os últimos a irem para a caixa.
Os clientes podem escolher entre dois tipos de cestas, pensadas para uma ou duas pessoas, por 55 e 99 pesos (cerca de R$ 23 e R$ 41), respectivamente. Ambas contêm sempre 15 variedades divididas entre cinco frutas, cinco verduras para comer frias e cinco para comer cozidas. Além disso, há também a opção de cesta apenas com frutas, por 75 pesos (R$ 31). A compra chega no dia seguinte, no horário escolhido. O valor é pago diretamente ao entregador. Outra opção é retirar na própria empresa, sem o custo de 10 pesos (R$ 4) pela entrega.
Desde o começo, esses preços subiram cerca de 10%, bem menos que inflação de 25,6% no período, segundo consultoras privadas – também abaixo do índice oficial, de 10,8%. “Ao trabalhar com os produtos disponíveis a cada estação e negociar com os fornecedores, podemos reduzir os custos”, explica a empresária.
O negócio chamou a atenção até mesmo de Guillermo Moreno, o polêmico secretário de comércio interior, que decide muito do que acontece com os preços no país. Ele já fez um pedido. “Recebemos uma ligação de sua secretária e eu não acreditei que era verdade. Tive que confirmar, ligando na sede da própria Secretaria”, conta Romina.
Na Argentina, há outras empresas que oferecem delivery de alimentos, mas a maioria vende produtos gourmet ou apenas orgânicos, o que encarece o serviço. Já foco da Barata é apenas facilitar o consumo de frutas e verduras. “Não é necessário chegar ao extremo do produto orgânico, por exemplo. Comer a quantidade de alimentos naturais que oferecemos é o suficiente para comer saudável”, afirma.
Os empresários nunca investiram em publicidade. Toda comunicação e marketing acontece por boca a boca e pela da internet, no site, no blog e em redes sociais. Toda sexta-feira, por exemplo, é publicada uma enquete na página do Facebook para que os clientes possam escolher entre um produto e outro para entrar a cesta seguinte. “Se o que você faz é honesto, as pessoas curtem e indicam”, diz Romina.
Neste mês, pela primeira vez, foi fechada uma parceria com uma grande marca. A Knorr, da Unilever, acaba de lançar no país um produto para salada. Os clientes da Barata passaram a receber um pacotinho junto com a cesta.
Agora, os proprietários da empresa organizam os próximos projetos. Os planos são aumentar o diálogo direto com clientes por meio das redes sociais, pensar novas opções de cestas e ampliar o contato com empresas que oferecem café da manhã diariamente aos funcionários, prática comum na cidade, para que elas substituam parte dos pães e doces por frutas.
“Queremos incentivar o consumo de comida saudável. E a verdade é que se você chega em casa e tem uma maçã, você vai comer maçã. Se tiver um pudim, você vai comer pudim. Se uma pessoa consumir as 15 variedades de frutas e verduras que tem na cesta da Barata, ela vai aumentar a sua qualidade de vida por meio da alimentação”, conclui Romina.
(Por IG) 

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WALMART DISTRIBUI SACOLAS RETORNÁVEIS


O Walmart distribui sacolas sustentáveis gratuitamente aos seus clientes nesta sexta-feira, 25. A ação acontece em homenagem aos 459 anos da cidade de São Paulo e cada loja da rede entregará a quantia exata de 459 sacolas, bastando o visitante pedir. Amarca mantém desde 2009 um programa de incentivos financeiros para os consumidores que trocarem os tradicionais sacos plásticos pelo novo modelo no momento de compra.
(Por Mundo do Marketing) 

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APPLE TEM RECORDE, MAS MERCADO QUER MAIS


A temporada de divulgação dos resultados obtidos pelas empresas em 2012 está a pleno vapor. Apenas um dia depois do Google anunciar, na última terça-feira 22, uma receita recorde de US$ 50 bilhões em 2012, a rival Apple despeja outra cifra bilionária no mercado, de US$ 54,5 bilhões em vendas somente no primeiro trimestre fiscal de 2013 (encerrado em 29 de dezembro de 2012), a maior receita da história da companhia criada pelo lendário Steve Jobs. Mesmo representando alta de 17,6% ante o mesmo período 2011 e com lucro estável de US$ 13,1 bilhões, o desempenho foi 0,7% inferior às projeções anteriormente esperadas pelos analistas do mercado de capitais, o que fez com que as ações da companhia caíssem 9,75% no “after market” (negociações após o fim do pregão).
A decepção está ligada à dúvidas sobre a perenidade das inovações da marca. A Samsung, por exemplo, já superou a Apple na compra de semicondutores. Segundo informações da consultoria Gartner divulgadas nesta quarta-feira 23, os gastos da multinacional sul-coreana com chips foi de US$ 23,9 bilhões em 2012, alta de 29% em relação ao exercício anterior. Já a Apple comprou US$ 21,4 bilhões em chips, um crescimento de 14%, o que reforça a percepção de que a empresa hoje liderada por Tim Cook teria diminuído as encomendas de componentes em função da reduzida procura pelo novo iPhone 5.
Os números do balanço
No comunicado oficial referente ao balanço do primeiro trimestre fiscal de 2013, Tim Cook reporta uma receita de US$ 30,66 bilhões, aumento de 28% em valor, proveniente da venda de 47,8 milhões de iPhones, volume 29,2% superior ao registrado um ano antes. Já os iPads somaram vendas de 22,9 milhões de aparelhos, alta de 48,7% em volume, e receita de US$ 10,67 bilhões, acréscimo de 22% em valor. Na contramão, as vendas dos computadores pessoais Mac tiveram queda de 21,5%, para 4,1 milhões de unidades no trimestre, e os iPods também recuaram 17,5% em volume, para 12,7 milhões de unidades.
(Por Meio & Mensagem) 

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COOP TERÁ DROGARIAS NA RUA E COMÉRCIO ELETRÔNICO


Duas unidades de farmácias serão abertas em breve na região do ABC Paulista, segundo Antonio José Monte, presidente da Cooperativa de Consumo. O nome da drogaria, de acordo com ele, ainda não está definido. Atualmente, esse negócio funciona dentro dos próprios supermercados da Coop.
A outra novidade é a estreia da cooperativa no comércio eletrônico, prevista para daqui dois meses. A primeira fase do projeto será focada na venda de eletroeletrônicos para a Grande São Paulo. Remédios e cosméticos entrarão em um segundo momento, ainda em 2013.
Com essas iniciativas, a Coop segue os movimentos das redes gigantes de supermercado. Outro negócio do grupo, os postos de gasolina ganharão sua terceira unidade em breve.
Resultados
A Coop também divulgou seu desempenho em 2012. No ano passado, a empresa faturou R$ 1,76 bilhão, com crescimento nominal de 7,5% e real de 1,1%. Para este ano, a cooperativa espera crescimento real de 3%.
(Por Supermercado Moderno) 

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