sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

CRIATIVIDADE PODE SER O DIFERENCIAL DO PRODUTO NO PONTO DE VENDA


Ao entrar em um estabelecimento, seja em um mercado ou um shopping, os consumidores são atacados diretamente e indiretamente por centenas de produtos e ofertas. Isto é ótimo para o cliente que vê seu leque de opção crescer quanto a escolha. Mas, e quanto às empresas? Como lidar com essa situação?
Para uma marca, a maior dificuldade em um local onde seu produto é vendido é destacar-se em meio a tantas ofertas de produtos concorrentes. A disputa por um bom espaço no ponto de venda e o que fazer para seu produto ter um diferencial perante os outros é uma busca constante e árdua.
Grandes empresas sempre investem para que seus produtos sejam expostos nos melhores lugares dentro de um ponto de venda. Lugares onde o produto pode ser visualizado mais facilmente pelos consumidores e em uma localização com um fluxo constante de pessoas.













(Por Plugcitários) 

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MARCAS PRÓPRIAS CONQUISTAM MAIS CARRINHOS BRASILEIROS


Elas ocupam cada vez mais seu espaço dentro dos lares brasileiros. Ou seja, 52% dos 8.200 lares colocaram ao menos um produto de marca própria em suas despensas, segundo o levantamento da Kantar Worldpanel.Parte desse aumento se deve ao aumento do consumo das classes sociais, dentre elas 60% das classes A e B adquiriam algum produto dessa linha em 2012, enquanto a classe C registrou 52% e a D e E, 49%.
Apesar de uma participação mais alta, o dinheiro gasto com a compra de marcas próprias nas classes AB e C é o mesmo, já que os dois grupos investem 40% de seus gastos com bens não duráveis nesse tipo de produto. Já a classe DE investe apenas 20% para esse consumo.
“Os produtos de marcas próprias já não são mais relacionados a preço baixo devido a baixa qualidade; hoje 84% dos consumidores desse tipo de produto justificam sua escolha considerando serem itens de boa qualidade”, explica Christine Pereira, diretora comercial da Kantar Worldpanel. “74% da amostra também considera o preço na hora de fazer sua escolha, contudo, sua busca é o preço mais acessível para produtos de valor agregado. Ou seja, não existe mais a interpretação de que o preço inferior significa qualidade inferior”, define.
O estudo também detalhou quais as categorias de produtos que as pessoas colocam em seu carrinho durante as compras, conforme segue:







Perfil do consumidor de marcas próprias
Os “experimentadores” e os “observadores/analíticos” – como são classificados os consumidores de marcas próprias: pessoas abertas a experimentar marcas diferentes e novidades – representam respectivamente 28% e 21% desse cenário. E no que se refere ao perfil do lar, as donas de casa acima dos 50 anos e as famílias com filhos adultos são os principais destaques.
Perfil dos que não consomem
Dentre os que não consomem em momento algum esse tipo de produto, o destaque vai para os consumidores “apressados”, que representam 27% do grupo, para as donas de casa com até 29 anos e os lares independentes, como casais sem filhos.
A pesquisa revela inclusive que o consumidor das marcas próprias ainda não é fiel ao produto: 32% do grupo afirma comprar raramente esse tipo de produto, enquanto 7% alegam comprar “sempre” esse tipo de produto e 8% se manifestavam constantes.
“Os motivos apresentados pelo grupo que afirma nunca comprar marcas próprias nos fornece um mapa das possibilidades de desenvolvimento da categoria no País”, explica Christine, alegando que 62% deles relatam não encontrar esse tipo de produto nos pontos de venda onde fazem suas compras. “O que significa que ser um não consumidor não é uma opção dele”, conclui.
(Por NoVarejo) 

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CHINA ACUSA BRASIL DE PRÁTICA DESLEAL NO COMÉRCIO


A China decidiu investigar os fabricantes brasileiros de celulose pela prática de dumping. É a primeira vez que os chineses, principais alvos de medidas de defesa comercial, abrem uma investigação contra o Brasil.
Segundo fontes do setor, a medida pode ser uma retaliação por conta das barreiras impostas pelo País às importações de papel chinês.
O Ministério de Comércio da China informou, na quarta-feira (06), que iniciou uma investigação de dumping, que é vender abaixo do preço de custo, contra os fabricantes de celulose solúvel de Brasil, Estados Unidos e Canadá.
As margens de dumping preliminares são de 49,4% para Brasil, 50,9% para Canadá e 29,9% para EUA. A investigação tem prazo de um ano para ser concluída.
Desde a criação da Organização Mundial de Comércio (OMC), em janeiro de 1995, até junho do ano passado, o Brasil iniciou 55 investigações antidumping contra a China e aplicou 33 sobretaxas, revela levantamento do escritório Nasser Advogados.
Os chineses nunca haviam investigado o Brasil e concentravam as sobretaxas em EUA (27), Japão (27), Coreia do Sul (27) e União Europeia (13).
A China vinha adotando uma política de evitar conflito comercial com países em desenvolvimento. “A lua de mel com a China acabou. Esse caso será um divisor de águas”, diz Adriana Dantas, sócia do escritório Barbosa, Mussnich e Aragão.
Para Carol Monteiro de Carvalho, sócia do Bichara, Barata & Costa Advogados, “é o primeiro caso com nosso principal parceiro”.
A investigação iniciada na quarta-feira está restrita à celulose solúvel, utilizada em tecidos, alimentos e cosméticos. No Brasil, existe apenas uma fabricante: a Bahia Specialty Cellulose, uma subsidiária da holding indonésia Sateri. A companhia – que é a segunda maior fabricante mundial – preferiu não dar entrevista.
(Por Exame)  

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GIGANTE DE FARMÁCIAS DOS EUA COMPRA DROGARIAS ONOFRE POR R$ 600 MILHÕES


Em uma operação que marca a entrada do primeiro grupo estrangeiro no varejo farmacêutico brasileiro, a norte-americana CVS adquiriu ontem o controle da rede de drogarias Onofre, a oitava maior do país em receita.
A operação envolveu a venda de 80% das ações da Onofre, fundada pela família Arede, por R$ 600 milhões, segundo apurou a Folha.
A quantia incluiria as dívidas da companhia, referentes a passivos tributários.
As empresas não confirmam o valor do negócio. O anúncio foi feito ontem durante a divulgação dos resultados trimestrais da CVS.
A CVS é o maior grupo de varejo e serviços farmacêuticos nos Estados Unidos, com um faturamento de US$ 123,1 bilhões (aproximadamente R$ 246 bilhões) em 2012.
Suas cerca de 7.500 lojas geraram receitas de US$ 63,7 bilhões no ano passado –mais que o dobro da faturamento das redes de farmácias do Brasil em 2012. O grupo CVS também atua em serviços médicos e na gestão de benefícios em medicamentos.
CONSOLIDAÇÃO
A chegada da primeira rede internacional de drogarias ocorre em um momento de consolidação do mercado local e pode abrir um novo capítulo para o setor.
Editoria de Arte/Folhapress
Nos últimos anos, duas fusões –entre Droga Raia e Drogasil, em agosto de 2011, e entre Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo, semanas depois– levaram à criação das duas maiores empresas do setor em faturamento.
A empresa Brazil Pharma, criada em 2009 pelo banco de investimento BTG, também fez aquisições, incorporando cerca de dez redes de farmácias, incluindo a Drogasil.
Segundo dados da Abrafarma (associação das redes de drogarias), as dez maiores empresas do setor hoje concentram 38% das receitas, ante 20% em 2004.
Para Sérgio Mena Barreto, presidente da entidade, a consolidação ocorre por causa da necessidade de expansão das empresas diante de um negócio de margens apertadas, de até 7%.
INTERESSE
Após a vinda da CVS, cujas negociações com a Onofre vinham sendo alvo de especulações havia alguns meses, o apetite de grandes cadeias de drogarias globais pelo Brasil deve continuar crescendo.
O interesse se explica pela taxa de expansão das vendas de farmácias no país, de 16% em 2012, acima da média dos países desenvolvidos.
Diferentemente do mercado norte-americano, a regulação brasileira restringe venda de alimentos e prestação de serviços, o que deve ser um desafio para as redes estrangeiras, diz o professor da FGV Maurício Morgado.
Nas lojas de até mil metros quadrados de redes como a CVS e a Walgreens, também dos EUA, é possível fazer uma consulta médica e comprar bebidas e refeições prontas.
“Elas vão encontrar limitações, mas pode ser positivo ter gente de fora ajudando os reguladores a discutir esses assuntos”, diz Barreto.
Redes de varejo estrangeiras, como Walmart e Carrefour, também operam drogarias no Brasil, em conjunto com seus supermercados.
Editoria de Arte/Folhapress

(Por Folha de S.Paulo)  

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EM 2013, GRANDES REDES DE FARMÁCIAS ABRIRÃO MAIS DE 300 LOJAS NO PAÍS


Após anos de intensa consolidação, as maiores redes de farmácias do país devem priorizar a abertura de novas lojas para crescer em 2013.
De acordo com levantamento feito pela Folha, Raia Drogasil, Brazil Pharma e Pague Menos abrirão, juntas, 320 unidades neste ano, uma das maiores expansões orgânicas dos últimos anos.
Com as novas drogarias, as 28 redes associadas à Abrafarma devem superar a marca de 5.000 lojas no Brasil.
O baixo desemprego e o aumento de consumo de produtos mais caros, como cosméticos, sustentam os planos das companhias.
“As pessoas estão com dinheiro no bolso todo mês e isso é muito importante para o negócio”, diz Deusmar Queirós, fundador e presidente da Pague Menos, que tem cerca de 480 lojas no país.
Segundo o empresário, as vendas de cosméticos e de medicamentos genéricos devem continuar impulsionando o setor. “Esperamos crescer de 11% a 15% neste ano, uma maravilha diante do que se espera do PIB.”
A Abrafarma prevê expansão de 16% a 18% em 2013. A categoria de não medicamentos, que inclui produtos como maquiagem e xampu, deve continuar ampliando sua participação nas vendas das drogarias, hoje em 31%.
NO RADAR
Em conversa com a Folha em janeiro, Miguel Almeida, vice-presidente de e-commerce da Walgreens, maior rede de drogarias dos EUA, afirmou que o Brasil, assim como outros países emergentes, está no radar da companhia.
Portanto, segundo ele, a expansão para outros países está no planejamento de “médio prazo” da empresa, que se fundiu à inglesa Boots no ano passado, dando origem a uma das maiores redes do mundo, com 11 mil lojas em 12 países. “Os próximos anos serão dedicados à integração dos negócios”, disse.
(Por Folha de S.Paulo) 

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VENDAS DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO CAEM 3% EM JANEIRO E ASSOCIAÇÃO ATRIBUI ÀS CHUVAS


As vendas de material de construção apresentaram queda de 3% no mês de janeiro, em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo levantamento divulgado hoje (05) pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco). Em comparação ao mês de dezembro, houve queda de 10 pontos percentuais nas vendas de materiais de construção. Praticamente todos os segmentos contribuíram para a queda em janeiro, exceto os de revestimento cerâmico, argamassa e rejunte, que apresentaram crescimento entre 3% e 4% com relação ao mesmo mês de 2012.
Para o presidente da Anamaco, Cláudio Conz, a queda nas vendas em janeiro já era esperada por causa das férias e das fortes chuvas de verão, que dificultam reformas e construções. A expectativa dele é que, após o Carnaval, as obras sejam retomadas e as vendas de material de construção cresçam.  Para fevereiro, os comerciantes esperam que o volume de vendas cresça em torno de 36%, em comparação ao mês de janeiro. Segundo a associação, os programas de liberação de crédito ao consumidor para compra de material de construção deverão impulsionar as vendas. A expectativa é que o crescimento do setor este ano fique em torno de 6,5%.
Em 2012, o segmento do comércio de materiais de construção fechou com crescimento de 3,1% em relação ao ano anterior, com faturamento de R$ 55 bilhões.
(Por Cidade Marketing)  

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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

AMAZON LANÇA MOEDA VIRTUAL PARA COMPRA DE APLICATIVOS


A Amazon vai lançar em maio uma moeda virtual – a Amazon Coins – para compra de aplicativos, jogos e itens dentro de aplicativos para o seu tablet, o Kindle Fire.
Segundo a empresa, a moeda foi criada para facilitar a vida dos consumidores do Kindle Fire. Mas o foco principal é incentivar os desenvolvedores a trabalharem com a plataforma da Amazon.
A varejista online informou que vai distribuir – de graça – US$ 10 milhões em Amazon Coins para seus usuários gastarem na Amazon Appstore. Os consumidores também poderão comprar moedas adicionais, a partir da demanda.
Os desenvolvedores ficarão com 70% dos ganhos das compras feitas pelo consumidores via Amazon Coins. O vice-presidente de aplicativos e jogos da Amazon, Paul Ryder, disse que os desenvolvedores que trabalham com o Kindle Fire continuam a ter ganhos maiores, na comparação com outras plataformas. “Agora nós temos um novo jeito de ajudar os desenvolvedores a alcançar mais os nossos milhões de consumidores”, comentou.
(Por Estado de S.Paulo) 

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PAYPAL E NCR INTEGRAM SEUS SERVIÇOS


A NCR Corporation e a PayPal anunciaram um acordo para integrar as soluções móveis inovadoras da NCR para os setores de hospitalidade e varejo à tecnologia líder de pagamento digital da PayPal. A parceria pretende oferecer aos restaurantes e varejistas uma maneira mais prática de propiciar aos consumidores experiências de pagamento digital e móvel, durante a compra de bens e serviços.
Segundo John Bruno, CTO e EVP da NCR, “a combinação da abrangência dos serviços de hospitalidade e varejo da NCR, com a base de clientes globais da PayPal, permite que restaurantes e varejistas redesenhem a experiência do consumidor durante as compras e ao efetuar pagamentos, ao mesmo tempo em que possibilita uma melhoria significativa nos processos de negócios e cria excelentes experiências ao cliente nos pontos de contato, lojas e canais”.
A ideia segue uma tendência, que segundo a Associação Nacional de Restaurantes dos EUA torna os clientes mais ávidos por tecnologia prática para seu dia a dia. Um exemplo disso é que 44% dos consumidores entrevistados na ocasião afirmam que utilizariam um sistema de pedido nas mesas, enquanto um terço deles utilizaria opções de pagamento móveis e 50% usaria aplicativos de smartphones para a visualização de menus, realização de pedidos ou reservas. Só que menos de 10% dos restaurantes oferecem essas opções, de acordo com a pesquisa.
Aproveitando a ocasião, a NCR também realizou uma pesquisa global e identificou que 52% dos consumidores desejam ter a opção de utilizar tecnologias móveis para digitalizar e pagar pelos itens adquiridos nas lojas. E dentro desse cenário, apenas 12% dos lojistas oferecem essa opção para os clientes. Por conta disso, com a parceria entre a NCR e a PayPal os restaurantes e varejistas poderão integrar a tecnologia do ponto de venda (POS) com a carteira digital dos consumidores.
Inicialmente, a NCR e a Paypal integrarão as opções de pagamento móvel da PayPal  às aplicações recentemente anunciadas, NCR Mobile Pay e NCR Aloha Online Ordering. Projetado para mais de 60.000 restaurantes que já utilizam a tecnologia de ponto de venda NCR Aloha, o NCR Mobile Pay oferecerá aos donos de restaurantes a possibilidade de verificar sua conta, pedir novamente itens do menu, alertar seus colaboradores, finalizar pesquisas e efetuar pagamentos com um smartphone. Além disso, os clientes poderão utilizar o aplicativo móvel da PayPal para localizar e fazer “check in” nos estabelecimentos que possuem o NCR Mobile Pay.
As companhias também estão trabalhando para integrar as opções de pagamento móvel da PayPal ao aplicativo da NCR para postos de combustíveis e lojas de conveniência, o Convenience-Go (C-GO). O C-Go é um aplicativo móvel com a marca da loja, que permite que os consumidores comprem combustível, alimentos, lavagem de carro e outros itens diretamente no aplicativo.
A integração da PayPal oferece aos usuários do C-Go uma opção simples de pagamento na bomba de combustível ou dentro das lojas, utilizando o smartphone. Além disso, as empresas planejam aprimorar o aplicativo Netkey Endless Aisle da NCR com a integração da PayPal, como forma de agilizar o processo de checkout dos consumidores que utilizam a solução para fazer compras on-line em uma loja física, e criar novas oportunidades de receita para os lojistas.
Além dessas soluções iniciais, estão previstas iniciativas para integrar a credibilidade da Solução de Marketing Avançada (AMS) e o sistema de gerenciamento de ofertas da NCR, com a carteira digital da PayPal. Essa integração permitirá que os consumidores façam “check in” em seus dispositivos móveis assim que iniciarem a compra, com o objetivo de tirar proveito das listas de compra, resgatar cupons digitais e ofertas especiais no pagamento.
“Os consumidores e os varejistas querem opções de escolha ao fazer compras e realizar pagamentos, uma vez que a divisão entre compras on-line e diretamente nas lojas estão desaparecendo rapidamente”, conclui Don Kingsborough, vice-presidente de varejo e pré-pagos da PayPal.
(Por NoVarejo) 

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COOP INCREMENTA COMUNICAÇÃO NO PDV


Com o objetivo de melhorar a percepção de compra de seus cooperados, a Coop (Cooperativa de Consumo) acaba de introduzir novo material de merchandising nas gôndolas de todas as suas unidades de distribuição.A nova comunicação visa sinalizar com destaque as ofertas diferenciadas,  lançamentos de produtos, promoções divulgadas nos tabloides, além de um leque de informações em linguagem clara, objetiva e pertinente.
Nas bancadas de exposição de frutas, legumes e verduras da área de hortifrútis, por exemplo, estão placas indicativas dos nutrientes dos alimentos. As propriedades estão destacadas em mais de 100 itens dessa linha.
“O cooperado mais exigente quer informações e garantias dos produtos que está adquirindo no ponto de venda. Daí a preocupação da Cooperativa em oferecer essa nova prestação de serviço”, explica o gerente de Marketing Celso Furtado.
Além do setor de hortifrútis, etiquetas que empregam frases de efeito estão espalhadas por outras categorias, sinalizando boas oportunidades de compras ou chamando a atenção para produtos diferenciados, como um azeite importado só encontrado na Coop.
Uma dessas mensagens diz: “Pode levar que a Coop garante”. Ela é dirigida a produtos de marca própria, do açougue, da padaria ou de itens importados. De acordo com o gerente comercial Gustavo Maldi Ramos, além de trazer segurança, essa informação pode gerar experimentação e posterior fidelização. Caso o cooperado aprove o produto, o diretor explica: “a nova estratégia de comunicação facilita o processo de compra do cooperado e também colabora na divulgação do nosso mix”.
(Por APAS)  

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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

VOCÊ É UM SHOWROOMER?


Você está passeando pelo shopping e encontra aquele produto que estava procurando há muito tempo.Então pega o celular, procura reviews do produto, pesquisa os menores preços, posta uma foto dele no Facebook e pede a opinião dos amigos. Tudo isso dentro da loja, na frente do produto e do vendedor. Mas não fique com vergonha, essa é uma pratica cada vez mais comum entre os showroomers: consumidores que encaram as lojas apenas como um showroom.
O fenômeno Showrooming é o destaque na NRF (National Retail Federation) 2013, maior conferência do varejo mundial. Fenômeno que é encarado pelos varejistas brasileiro como inimigo, já que mais de 14% do faturamento do online já vem destes tais showroomers, ou seja, de pessoas que foram até a loja e acabaram comprando o mesmo produto em outro lugar.
Para não encarar esse fenômeno com uma batalha, os empresários precisam se adequar, pensando em como integrar o online com o offline. Uma possibilidade seria ter um programa de afiliados entres os vendedores, que fizesse com que eles também ganhassem com as vendas online, já que são eles os primeiros a boicotarem o e-commerce da marca, sem pensar ou sem ter o conhecimento de que o consumidor é o mesmo.
Os empresários devem agir rápido na integração do online com o off-line através do mobile, já esse comportamento do consumir só tende aumentar, visto que 6% de todas as buscas relacionadas a comercio no Brasil, no google, se originam de aparelhos moveis, transformando o dispositivo móvel em um grande influenciador na decisão da compra, além de um meio para efetuá-las.
(Por Publicitários)  

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VAREJO REGISTRA O MAIOR MOVIMENTO DOS ÚLTIMOS CINCO ANOS


O movimento no comércio varejista de todo o país aumentou 13,8%, em janeiro, em relação a igual mês do ano passado, a maior alta já registrada desde 2008, segundo o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio. Na comparação com dezembro, houve aumento de 1,5%.
Dos seis setores pesquisados, o de móveis, eletroeletrônicos e informática foi o que apresentou o melhor desempenho na comparação anual, com elevação de 15,6% ante janeiro de 2012 . Em relação a dezembro, houve aumento de 9,7%. Segundo avaliação dos economistas da Serasa Experian, a demanda aquecida foi estimulada pelos benefícios fiscais, razão que também motivou a grande procura por veículos, motos e peças.
As concessionárias lideraram a alta do movimento em relação a dezembro, com aumento de 10,8%. Comparadas às de janeiro do ano passado, as vendas foram 4,8% maiores. Os analistas da Serasa justificaram que o consumidor foi atraído pela queima de estoques dos veículos com Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido.
No comércio de tecidos, vestuário, calçados e acessórios, ocorreu alta de 3,1% ante dezembro e de 3,9% na comparação com janeiro do ano passado. Nos supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas, o movimento ficou estável, mas sobre janeiro de 2012 foi constatada alta de 6,3%.
Em lojas de materiais de construção, o movimento foi 4,2% maior do que em dezembro e 6,2% superior ao de janeiro do ano passado. A única baixa em relação a dezembro foi verificada no comércio de combustíveis e lubrificantes (-0,5%). Porém, sobre janeiro de 2012, o movimento cresceu 7,8%.
(Por Exame) 

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ABILIO E NAOURI FARÃO REUNIÃO PARA DISCUTIR ASSUNTO BRF


Na próxima quinta-feira, os dois sócios no Grupo Pão de Açúcar se encontram em uma reunião do conselho da Wilkes, holding por meio da qual o Casino exerce o controle da varejista. Embora a assembleia tenha sido solicitada por Abilio Diniz para encaminhar os dois novos conselheiros do GPA – Claudio Galeazzi e Luiz Fernando Figueiredo –, o principal assunto deve ser a possibilidade do empresário assumir a presidência do conselho administrativo da BRF.
Segundo apurou o jornal Valor Econômico, o chefe do Casino irá deixar claro para Abilio que, para assumir o cargo na fabricante de alimentos, ele antes precisará deixar completamente o GPA, onde também exerce o posto de presidente do conselho administrativo. Os franceses querem que Abilio adote uma posição oficial sobre sua ida para a BRF. Pessoas próximas ao grupo afirmam que, a depender da posição do empresário, o Casino estaria disposto a buscar liminar na justiça para impedir a situação.
Procurado pelo Valor, Abilio afirmou, por meio de sua assessoria, que irá à reunião, seguindo os procedimentos de Wilkes e do GPA. Questionado sobre suas relações com a BRF, não se manifestou.
Críticas da BRF
Nildemar Secches, atual presidente do conselho da BRF, criticou, ontem (5/2), a forma como o processo da sua sucessão acabou vazando para a imprensa. Segundo ele, a divulgação das informações aconteceu de forma “irresponsável e mal feita”.
Secches afirmou também que não irá atuar nem a favor nem contra a possibilidade de Abilio Diniz assumir o seu posto na BRF. A visão do executivo, que comandava a Perdigão antes da associação com a Sadia, é de que fez o que tinha de fazer pela BRF, e que a escolha de seu sucessor é um problema apenas dos acionistas da companhia.
(Por Supermercado Moderno) 

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ACSP: VENDAS SEGUEM EM RITMO MODERADO


“A perspectiva para o comércio este ano é boa. Acreditamos que a economia melhore e a inadimplência caia ao longo do ano, mas é importante ressaltar que, como o Carnaval ocorrerá em fevereiro, é provável que esse movimento comece a partir de março.”ROGÉRIO AMATO, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) – que reúne 420 Entidades (ACs).  O Indicador de Movimento do Comércio (IMC) – vendas a prazo – cresceu 3,0% no mês de janeiro, na comparação com o mesmo período do ano passado, com o mesmo número de dias úteis. O indicador sinaliza aceleração frente aos 1,8% registrados na quinzena de janeiro deste ano.
Na mesma base de comparação entre períodos, o Indicador de Consultas de Cheque (ICH) – vendas à vista – registrou alta de 3,0%, mostrando desaceleração em relação aos 6,1% da 1ª quinzena de janeiro, refletindo o término das liquidações pós-Natal, segundo a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), baseada numa amostra de dados de clientes da Boa Vista Serviços, que administra o Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC).
Inadimplência:
O Indicador de Registro de Inadimplentes (IRI) – registros recebidos/carnês em atraso – apresentou alta moderada de 4,0% no mês, na comparação com o mesmo período de 2012.
O Indicador de Recuperação de Crédito (IRC) – registros cancelados/renegociações de crédito – também registrou leve alta de 1,4% (na mesma comparação entre períodos), voltando ao padrão normal de começo de ano.
O comportamento é sazonal. As elevações são muito moderadas em relação a janeiro de 2012, quando o IRI apresentou alta de 13,5% e o IRC de 11,9%.
(Por Cidade Marketing) 

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SETOR HOTELEIRO ASSUME COMPROMISSO DE HARMONIZAR TARIFAS PARA A COPA DE 2014 E A OLIMPÍADA


Empresários do setor hoteleiro firmaram compromisso com o governo para trabalhar em conjunto de modo a harmonizar as tarifas. Eles prometem que não vai haver abusos de preços durante a Copa do Mundo e a Olimpíada. Pesquisa publicada ontem (31) mostrou que está havendo aumento abusivo nas diárias dos hotéis.  Em reunião com o ministro do Turismo, Gastão Vieira, ficou acertado que serão monitorados periodicamente os preços das diárias nas cidades-sede das competições e as informações serão repassadas ao ministério.
Vieira informou que, até o fim deste mês, pretende visitar as cidades onde haverá jogos, acompanhado de empresários. “O governo não vai permitir que sejam cobrados preços acima da realidade de mercado e para a peculiaridade do momento dos eventos”. Disse. Segundo ele, os preços deverão seguir os mesmos padrões cobrados em vários lugares que já sediaram outros eventos.  Ele lembrou que o setor do turismo trabalha com visão de longo prazo e a meta do Plano Nacional de Turismo previsto para até 2022 é que o Brasil se torne a terceira economia turística do mundo e por isso não pode “criar fama” de que cobra preços altos. “Estamos atentos à meta e vamos mostrar que somos capazes de sair desses eventos mantendo os hotéis e arenas atrativas para os turistas do mundo inteiro”, prometeu.
O presidente do Forum dos Operadores Hoteleiros do Brasil, Roberto Rotter, sustentou que não houve tabelamento de preços no setor hoteleiro. Segundo ele, a pesquisa apresentada ontem gerou polêmica, mas a intenção dos operadores é fazer um trabalho conjunto com a Embratur e o Ministério para depurar melhor os dados e discuti-los com com os segmentos do setor produtivo. “Também nos preocupa a capacitação e o desenvolvimento do setor”, disse. O empresário lembrou que há contratos firmados com empresas organizadoras de eventos desde 2007.
Segundo Rotter, nenhum hoteleiro vai querer manter seus estabelecimento vazio, por isso os valores deverão ser ponderados. Assinaram termo de compromisso com o Ministério do Turismo, além do Forumdos Operadores, a Associação Brasileira da Indústria Hoteleira, a Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação e a Resorts Brasil.
(Por Cidade Marketing) 

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MERCADO DE BALAS E CHICLETES SUPERA R$ 10 BI EM FATURAMENTO


Uma pesquisa da consultoria Mintel mostra que o segmento no Brasil registrou um faturamento de R$ 10,8 bilhões em 2012. Em 2011, o valor foi de R$ 10,2 bilhões, contra um pouco mais de R$ 8 bilhões em 2007.
Já para o futuro, a previsão também é positiva: a Mintel espera que a receita do mercado apresente um crescimento médio de 5% ao ano, alcançando picos de 6% em 2014 e 2016, quando ocorrerão, respectivamente, a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Em 2017, prevê-se que o mercado represente mais de R$ 14 bilhões em vendas.
De acordo com a Mintel, o mercado apresentou rápido desenvolvimento no faturamento de 2007 a 2012, enquanto o volume de vendas se manteve praticamente estável. “Além da elevação dos preços dos insumos da categoria, principalmente açúcar, essa valorização também foi apoiada pelo aumento da renda média da população e pela crescente oferta de produtos mais caros e de melhor qualidade”, afirma Jean Manuel Gonçalves da Silva, analista de Alimentos Sênior da Mintel.
O preço médio da categoria também cresceu 23% entre 2007 e 2011, de R$ 33 por quilo, para R$ 44. Para comparação, dados da Mintel revelam que os chocolates seguiram essa tendência com 20% de valorização no mesmo período (de R$ 22 a R$ 26 por quilo), contra mais de 28% de aumento de preço do quilo da categoria de biscoitos, que passou de R$ 7 em 2007, para R$ 9 em 2011.
O relatório também aponta que os brasileiros são abertos a novos sabores e produtos, especialmente os consumidores de 16 e 24 anos. De fato, 76% dos brasileiros desse grupo etário afirmam que gostam de provar novos tipos de chicletes e balas.
As balas são mais consumidas que chicletes: 40% dos brasileiros tendem a consumir uma bala por semana, enquanto que 30% mascam chiclete na mesma frequência.
De acordo com o Banco de Dados Global de Novos Produtos da Mintel, lançamentos em balas e chicletes cresceram 40% entre 2007 e 2011 no Brasil, enquanto nos Estados Unidos a quantidade de novos produtos que chegaram ao mercado caíram 50% no mesmo período de tempo.
Especificamente na categoria de gomas de mascar, o relatório também indica que boa parte dos consumidores está  inclinada a comprar produtos sem açúcar, os quais representaram cerca de 44% dos volumes de venda em 2011.
(Por Supermercado Moderno)  

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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

31% DOS BRASILEIROS PRETENDEM VIAJAR PARA LONGE DA FOLIA NO CARNAVAL


Quase um terço dos brasileiros vai viajar para longe da folia durante o carnaval. Pesquisa organizada pela eCGlobal para saber os hábitos e preferências do consumidor no período da festa mostra que 31% das pessoas prefere localidades tranquilas. Outros 33% optam por descansar em suas próprias cidades, e 31% vão participar ativamente dos blocos e bailes. Uma parcela menor, 6%, pretende aproveitar o tempo livre para trabalhar. Entre os foliões, o destino mais visitado é Salvador, Bahia, com 51% da preferência. Em segundo e terceiro lugar aparecem o Rio de Janeiro, com 25%, e Olinda, Pernambuco, com 10% das intenções de turismo.
(Por Mundo do Marketing) 

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O PERFIL DOS SHOPPING CENTERS BRASILEIROS


Com mais 27 novos empreendimentos em operação e média de 398 milhões de visitantes mensais, o mercado de shopping centers brasileiros registrou no ano passado uma alta de 10,65% nas vendas e atingiu o total de R$ 119,5 bilhões, de acordo com a Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers).Para 2013 a expectativa do setor é de 12% no aumento das vendas.
“A excelente performance de 2012 pode ser explicada pelo baixo índice de desemprego, pelo aumento da massa salarial e pelo crédito, que continua em níveis apreciáveis”, explica Luiz Fernando Veiga, presidente da Abrasce.
O Natal foi a data comemorativa que, como de praxe, mais contribuiu para o crescimento do setor. Em média, as vendas aumentaram por volta de 15% em relação ao mesmo período de 2011. Moda jovem (surfwear), telefonia, cosméticos e brinquedos foram os itens de maior destaque. Além disso, o feriado prolongado, às vésperas da celebração, pode ter contribuído para alavancar as vendas, já que os brasileiros estavam com mais tempo disponível para as compras.
Ao longo do ano outros segmentos como: alimentação, lazer, joias e calçados também obtiveram destaque nas vendas. “O faturamento das lojas de alimentação tem obtido um crescimento expressivo, o que pode ser atribuído ao aumento do poder aquisitivo da população, assim como à dificuldade de locomoção das pessoas, em especial nas grandes cidades”, diz Veiga.
Recorde de inaugurações
A indústria de Shopping Centers atingiu o maior recorde dos últimos 13 anos. Foram 27 empreendimentos inaugurados, dos quais a região Sudeste foi a que recebeu a maior quantidade de novos empreendimentos – ao todo foram 16, que contribuíram também com o maior faturamento:  R$ 70,6 bilhões – seguida pelas regiões Sul (com R$ 19 bilhões), Nordeste (R$ 14,4 bilhões), Centro Oeste (R$ 10 bilhões) e Norte (R$ 5,3 bilhões). Do total de shoppings inaugurados (27), oito aconteceram nas capitais.
A pesquisa – realizada com 425 shoppings de todo o Brasil, dos quais 386 estão em operação e 39 serão inaugurados a partir deste ano – também constatou uma mudança nos investimentos, no que diz respeito à localização dos shoppings. Pela primeira vez, as cidades que não são capitais terão, até o final de 2013, um número maior de shopping centers do que as capitais brasileiras. O Censo Abrasce 2012-2013 mostra que, no final de 2012, 51% dos shopping centers estavam localizados em capitais brasileiras e 49% em outras cidades. Com as 48 inaugurações previstas para este ano, esta porcentagem deverá se inverter. Ao final de 2013, 258 shopping centers estarão instalados em cidades que não são capitais, ante 245 empreendimentos em capitais.
Outro destaque no levantamento fica por conta do crescimento dos shopping centers especializados frente aos tradicionais. Em 2011, 90% dos participantes eram shopping centers tradicionais e 10% especializados (temáticos, lifestyle e outlets).  Esse indicador se mantém, ainda que com leve mudança: atualmente 87% dos shopping centers brasileiros são do tipo tradicional e 13% especializados.
Apesar dos variados perfis, a maior parte desses malls foi construída em municípios que possuem entre 101 e 500 mil habitantes, e o tamanho médio dos empreendimentos é de 31 mil m² de ABL (Área Bruta Locável).
Perfil dos shoppings no Brasil:
- Shopping centers em operação ao final de 2012: 457;
- Número de cidades com shoppings em todo o País ao final de 2012: 165;
- 94% dos shopping centers brasileiros abrem aos domingos;
- Existem 83.631 lojas nos 457 shopping centers brasileiros;
- São 694.043 vagas de estacionamento;
- 2.587 salas de cinema nos centros de compra de todo o Brasil;
- Cerca de 877 mil empregos diretos.
(Por NoVarejo) 

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VAREJO DO VESTUÁRIO CRITICA SALVAGUARDAS À INDÚSTRIA


 
Os varejistas de vestuário mostraram contrariedade aos pedidos da indústria brasileira para que o governo federal inicie um processo de adoção de salvaguardas para o setor, enquanto apoiam medidas de desoneração tributária. De acordo com a Associação Brasileira do Varejo Têxtil (ABVTEX), a ação coordenada pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) é “injustificada”.
Em agosto do ano passado, a Abit encaminhou um pedido de investigação de salvaguarda para 60 itens do setor de vestuário, alegando que está ocorrendo um movimento maior de importações de roupas no País. Estão na lista camisas, calças, vestidos, saias, roupa infantil, moda praia, roupa íntima, entre outros. O presidente da Abit, Aguinaldo Diniz, disse, em entrevista duas semanas atrás, que o governo pediu uma atualização desse estudo, que abrange 82% das importações vindas da China. Porém, a investigação só começa se o Ministério do Desenvolvimento entender que há indícios suficientes de que o volume de importações está provocando dano à indústria doméstica.
Para a ABVTEX, a adoção de medidas para barrar as importações pode causar um problema para o varejo, diante “das dificuldades da indústria brasileira em atender integralmente o aumento de consumo e as necessidades do varejo, que busca satisfazer um consumidor cada vez mais exigente quanto à qualidade, ao preço e ao mesmo tempo em sintonia com as grandes tendências internacionais de moda”.
“Um mercado fechado às importações gera acomodação dos empresários frente à falta de concorrência internacional e diminui o investimento, aumentando a ineficiência nas indústrias, diminuindo a escala produtiva e ampliando o custo do produto nacional”, afirma a direção da ABVTEX, em nota à imprensa.
Em 2012, o gasto de brasileiros no exterior fechou em US$ 22,2 bilhões, segundo o Banco Central. “Grande parte desses recursos, como ocorre tradicionalmente, foi utilizada na compra de artigos de vestuário, que apresentam bons preços e qualidade muitas vezes superior à encontrada no Brasil”, segundo os representantes do varejo.
“A ABVTEX espera que o momento pelo qual a indústria têxtil e de vestuário brasileira passam, com perspectivas de crescimento de 2% em peças e de 5% em valores para 2013, seja complementado por um pacote de medidas que favoreçam ainda mais a produção nacional, envolvendo toda a cadeia, da matéria-prima ao consumidor final”.
 Impostos
Apesar de se mostrarem insatisfeitos com a pressão da indústria para o governo controlar o fluxo de artigos importados, especialmente da Ásia, os varejistas avaliam como oportuno os pedidos para desonerar a indústria. Na última quinta-feira (31), o presidente da Abit esteve com o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, para discutir um regime diferenciado para o setor.
A carga tributária média do setor em impostos federais é de 18% sobre a receita bruta. Se a taxa ficasse entre 5% e 10%, de acordo com a indústria, o setor poderia crescer 69% até 2025 – o que resultaria em 33% de aumento nas vagas de trabalho em confecções no período (geração de 300 mil empregos), conforme estudo realizado pela Abit, divulgado 21 de janeiro.
“A desoneração tributária proporcionaria grandes chances de consolidação de empresas e crescimento produtivo da indústria, que poderia investir na modernização do parque fabril e na qualidade final dos produtos”, avalia a ABVTEX.
(Por Estado de S.Paulo) 

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NESTLÉ LANÇA NOVO SISTEMA DE ROTULAGEM DIGITAL


Agora qualquer pessoa que comprar um multipack do chocolate Kit Kat no Reino Unido ou na Irlanda poderá descobrir mais sobre onde o Kit Kat se encaixa em uma dieta, como obter um estilo de vida balanceado, e como ele foi fabricado, simplesmente escaneando a embalagem com um smartphone.Os multipacks do Kit Kat terão um código de barras QR (Quick Response) que encaminhará os consumidores para os sites digitais onde haverá informações muito mais detalhadas do que aquelas habitualmente disponíveis na embalagem.
A Nestlé planeja incluir o QR Code em todo o seu portfólio de produtos para ajudar os clientes a terem mais informações ao fazerem escolhas sobre o que comprar.
Informações na ponta dos dedos
“Esperamos que os consumidores, em qualquer parte do mundo, usem os QR Codes para aprender mais sobre nossos produtos”, explica Patrice Bula, diretor de negócios estratégicos, marketing e vendas da Nestlé, aproveitando para acrescentar que a companhia possui um vasto conteúdo de informações sobre o valor nutricional e os impactos socioambientais que são produzidos. “Faz todo o sentido compartilhar essas informações com os consumidores”, defende.
O QR Code é um tipo de código de barras que, quando escaneado com um smartphone, dá acesso a um link para um aplicativo de celular ou para um website. Os consumidores que o escanearem em um produto Nestlé conseguirão obter informações adicionais sobre como o produto se encaixa em um estilo de vida saudável, orientações a respeito das porções, ideias de receitas e seu papel em uma dieta balanceada, além do acesso aos fatos sobre os impactos, como por exemplo a quantidade de água ou energia que é utilizada durante todo o seu ciclo de vida.
A maioria dos códigos serão colocados nas embalagens, em um espaço dentro da bússola nutricional (guia informativo) da Nestlé, que já está presente em 97% dos produtos distribuídos em todo o mundo.
(Por NoVarejo) 

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CLASSE C IMPULSIONA NEGÓCIOS DE PRODUTOS COM PREÇOS MAIS BAIXOS


O varejo popular para atender a nova classe C em crescimento é uma das tendências de bons negócios para 2013. A expansão de consumo da chamada nova classe média impulsiona o mercado de lojas de comércio com produtos a preços mais populares.
O empresário Adriano Sandi percebeu o poder de consumo da classe C e fez o que ela mais quer: baixou os preços.
“A gente terceirizou toda a produção, com empresas que já estão no mercado, e eu tirei esse custo fixo, o nosso preço do sapato reduziu”, explica Sandi.
A loja oferece 400 modelos de sapatos. Com salto alto, baixo, sandálias, botas, muitas cores e estilos, além de bolsas e carteiras. O estabelecimento recebe mais de 500 clientes por final de semana.
“A classe C é a bola da vez, então com mais variedade a gente consegue atingir mais classe C e crescer mais,” diz o empresário.
O investimento para montar uma loja deste tipo é de cerca de R$ 250 mil. O dinheiro vai para estoque, reforma e capital de giro. E o faturamento médio é de R$ 95 mil por mês.
Em 5 anos, preços caem 30% em loja
O empresário Carlos Teixeira também está satisfeito com a aposta na classe C. Ele vende cortinas, tapetes e acessórios. Nos últimos cinco anos, os produtos ficaram 30% mais baratos, já descontada a inflação, o que estimulou o consumo.
“Em função da entrada do produto importado, acabou baixando o preço no geral, inclusive do produto nacional”, diz o empresário.
Na frente da loja, promoções são anunciadas para fisgar quem passa. Dentro, mais de 100 modelos. Cortina a R$ 69, tapete por R$ 9. Tudo podendo ser parcelado em até 6 vezes.
O investimento para montar uma loja deste tipo é de R$ 150 mil, incluindo reforma do espaço e estoque. A empresa vende 200 peças por mês.
Teixeira pensa agora em abrir mais uma loja. “A classe C tem crescido muito e nós não estamos podendo deixar passar essa oportunidade para crescer também”, diz o empresário.
Loja de jeans fabrica 90% do que vende
o próprio Os irmãos Tufic e Antoine Bordokan também focaram no comércio popular e vendem roupas feitas com o tecido mais popular do planeta: o jeans.
“Na verdade, todo mundo usa o jeans, criança, adulto, mulher, homem. Inclusive entrou na moda, tem muito desfile com o jeans hoje em dia”, diz o empresário.
Os irmãos produzem e vendem calças, bermudas, shorts e saias em jeans. Os empresários produzem 90% do que vendem, eliminando intermediários e derrubando os custos.
Para conseguir vender a preços baixos, a fábrica foi planejada para economizar. Os empresários só compram matéria prima em quantidade e à vista para ter descontos. E na hora de riscar os modelos, eles fazem cálculos para não ter desperdício. Já o corte e costura do jeans são terceirizadas. A loja chega a atender mais de mil clientes por dia.
Para o consultor Nilson Hashizumi, o cliente da classe C é conhecido como “consumidor mais por menos.” Quer mais qualidade e pagar menos por ela.
“É um consumidor muito parecido com todos os outros só que na medida em que ele percebe o quanto é mais difícil ganhar, o quanto foi suado chegar numa condição de melhor consumo ele acaba se tornando mais exigente naturalmente em relação aos produtos aos serviços que ele vai acessar”, diz Hashizumi.
Segundo Ibope, em 2013, a nova classe média brasileira vai gastar mais de R$ 42 bilhões com artigos para casa e vestuário.
(Por Varejistas) 

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