quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

LOJISTAS ESTÃO PROIBIDOS DE USAR “BOTA FORA” EM PROMOÇÕES


O Shopping D&D, em São Paulo, registrou o termo “bota fora” no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), em abril de 2007.Por isso, desde essa data nenhuma loja – de móveis ou não – poderia utilizar essa expressão como sinônimo de “liquidação”.
Apesar do registro, a medida vai contra a Lei de Propriedade Industrial (9.279/96), explica o sócio do escritório Raeffray Brugioni Advogados, Franco Mauro Russo Brugioni. “Esse termo sempre foi usado em todo tipo de liquidação e nunca houve um furor a respeito disso. O artigo 124, inciso VI da lei, proíbe que se registre uma marca de uso comum. Trata-se de uma expressão conhecida e ela, agora registrada, não distingue o shopping quando se lê ou ouve o termo ‘bota fora’”, explica.
Duas empresas do setor moveleiro já discutiram na Justiça a exclusividade do termo dada ao shopping, em vão. E nos tribunais, uma vez que o termo foi registrado, ele se tornou de uso exclusivo para quem detém agora a marca “bota-fora”.
Para Brugioni, a vedação desse termo como registro deveria ter sido feita pelo INPI. “O instituto tem a prerrogativa de não autorizar. Eles tinham que ter visto isso. É algo sem precedentes”, conclui.
(Por NoVarejo)

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REGRAS MAIS RÍGIDAS DA WAL-MART PARA FORNECEDORES NÃO CONVENCEM CRÍTICOS


A Wal-Mart Stores Inc. está alertando aos fornecedores que está adotando uma “política de tolerância zero” para violações de seus padrões globais para as empresas que contrata em todo o mundo, e informou que planeja cortar imediatamente os laços com qualquer fornecedor que fizer a subcontratação de fábricas sem o conhecimento da varejista.
As mudanças, que começam a ter efeito em 1º de março, ocorrem depois que roupas destinadas à Wal-Mart foram encontradas numa fábrica de Bangladesh em que um incêndio matou 112 pessoas em novembro. A empresa informou que essa fábrica já não deveria estar produzindo suas roupas.
As novas políticas mais rígidas substituem uma abordagem de fiscalização de fornecedores que a Wal-Mart, empresa que tem sede em Bentonville, no Estado americano do Arkansas, antes chamava de “três golpes”, que dava às empresas que terceirizavam sua produção três chances de resolver os problemas detectados antes de encerrar o contrato.
A varejista começou a informar os fornecedores sobre as mudanças na segunda-feira com uma carta de dez páginas.
“Obviamente, a nossa política de três chances não estava funcionando tão bem quanto poderia”, disse Rajan Kamalanathan, diretor de terceirização étnica da Wal-Mart, em entrevista ao The Wall Street Journal. “Nossa mensagem de tolerância zero tem a meta de chamar a atenção das pessoas.”
A Wal-Mart também começará a publicar em seu site corporativo ainda este ano os nomes de fábricas que não estão autorizadas a fazer negócios com seus fornecedores, “para exigir mais responsabilidade e transparência. Dessa forma, não há como um fornecedor dizer, ‘Ah, a gente não sabia’”, disse Kamalanathan.
Além disso, a Wal-Mart exigirá que as fábricas passem por auditorias para que sejam aprovadas antes que fornecedores tenham autorização de fazer negócios com elas. A empresa também informou que vai exigir medidas adicionais de segurança para fábricas em Bangladesh, incluindo revisões obrigatórias de segurança da parte elétrica e infraestrutura.
Sindicalistas e ativistas desconfiam da eficácia das novas políticas da Wal-Mart, chamando-as de passos modestos que não atacam problemas vitais, como os montantes que a Wal-Mart paga a muitos de seus fornecedores que, segundo os críticos, são insuficientes para cobrir salários adequados e condições de trabalho seguras nas fábricas.
Eles consideram os novos requisitos de segurança contra incêndios em fábricas de Bangladesh ineficientes e dizem que a Wal-Mart precisa revelar os nomes de todas as fábricas que seus fornecedores usam, para que elas possam ser monitoradas de forma independente.
“As fábricas da Wal-Mart são perigosas porque [a empresa] não paga preços adequados para os fornecedores e porque não há transparência em seus programas de monitoramento”, disse Scott Nova, diretor-executivo da Worker Rights Consortium, uma entidade sem fins lucrativos de defesa dos direitos do trabalhador. “Não há nada aqui que mude isso.”
O incêndio em Bangladesh, que ocorreu em uma fábrica que produzia bens para varejistas ocidentais, incluindo a Wal-Mart e a Sears Holdings Corp., voltou o foco da atenção mundial para o que os críticos categorizam como condições de trabalho precárias e inseguras em mercados emergentes. O problema tem sido particularmente grave em Bangladesh, onde uma série de incêndios devastou a indústria manufatureira ao longo dos últimos anos.
A Wal-Mart, dona da marca Faded Glory, cujas peças foram encontradas carbonizadas entre os restos do edifício incendiado, informou que seus fornecedores não estavam autorizados a usar a fábrica, operada pela Tazreen Fashions Ltd., e alega que desconhecia o fato de que suas roupas estavam sendo feitas lá.
Desde então, a Wal-Mart encerrou a sua relação comercial com dois de seus fornecedores que haviam subcontratado os serviços da fábrica.
A varejista não quis fornecer os nomes desses fornecedores.
Ainda assim, a Wal-Mart afirmou que o incêndio trouxe à tona deficiências de segurança em sua cadeia de suprimentos, as quais ela planeja resolver através de normas mais rigorosas. Fornecedores da Wal-Mart vão se reunir na sede da empresa amanhã para uma reunião sobre as mudanças nas regras de segurança.
A Wal-Mart informou que vai continuar a reforçar seu programa de monitoramento, mas que os fornecedores, governos locais e outros participantes do mercado também devem desempenhar um papel na melhoria das condições de segurança.
Para ajudar a financiar os custos das melhorias de segurança nas fábricas, a Wal-Mart anunciou que está estudando criar um fundo ou uma linha de crédito rotativo que os fornecedores poderão usar para fazer reformas.
(Por The Wall Street Journal)

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MUFFATO INVESTE PARA MOSTRAR QUE SELF-CHECKOUT PODE DAR CERTO NO BRASIL

Os self-checkouts, caixas que dispensam funcionários, já foram testados algumas vezes em supermercados do Brasil, mas nunca chegaram a emplacar. A cultura de atendimento do País, somada aos salários modestos tradicionalmente pagos aos operadores, costuma servir de justificativa  ao contrário do varejo norte-americano e europeu, onde os caixas sem atendentes são comuns há algum tempo  em uma loja da rede Real na cidade alemã de Bonn, por exemplo, 13% das vendas são registradas nesses equipamentos. Quem desafia essa escrita é o Super Muffato. Desde o final do ano passado, a rede paranaense implantou quatro selfcheckouts como opção para os clientes de uma de suas lojas de Londrina. Everton Muffato, diretor do Grupo, acredita que o investimento na tecnologia deve marcar uma mudança no comportamento do consumidor na hora de concluir as compras. “Ele passa de expectador para agente de todo o processo”, afirma. O sistema, desenvolvido e implantado pela RMS , é resultado de dois anos de estudo, testes e adequações para a realidade brasileira. Segundo a rede paranaense, não significará redução da mão de obra: seis operadores foram selecionados para supervisionar e orientar os clientes na utilização do autocaixa. No lugar deles, outros seis profissionais foram contratados. Ainda neste primeiro trimestre, mais lojas Muffato em Londrina devem passar a contar com self-checkout. Segundo a RMS , o sistema evita filas, agilizando em 20% o atendimento no caixa.
(Por Supermercado Moderno)  

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NOVA LOJA DA REDE AMARELINHA ADOTA ETIQUETAS ELETRÔNICAS


A cidade paulista de Sertãozinho ganhou em dezembro uma nova loja do Amarelinha Supermercados. É a quarta unidade da rede. A expectativa é atender nos 4.200 m2 de área de vendas tanto o público das classes C e D – com produtos tradicionais a preços competitivos – quanto clientes de maior poder aquisitivo, com itens como vinhos importados e queijos finos. A loja de Sertãozinho é a primeira da rede a contar com etiquetas eletrônicas. “Elas facilitam as compras, pois os clientes têm a certeza de que pagarão no caixa o valor marcado na gôndola”, afirma a administradora da rede Letícia Justino. “Conhecemos o sistema visitando um supermercado distante, pois não havia nada parecido em nossa região”, completa. A nova filial conta ainda com serviços, como posto de combustíveis. No fechamento desta edição, a rede previa encerrar 2012 com faturamento 15% superior ao do ano anterior.
(Por Supermercado Moderno)

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NOVO SENSOR AUMENTA NITIDEZ DE IMAGENS DO CFTV


A Plastrom Sensormatic passa a disponibilizar em suas câmeras de segurança a tecnologia Pixim Seawolf, que possui sensores ultrassensíveis com capacidade para captar imagens nítidas mesmo em ambientes escuros ou com muita claridade. Todos os modelos de câmeras de segurança comercializados pela empresa já podem contar com o novo recurso.
Informações: www.plastromsensormatic.com.br
(Por Supermercado Moderno)  

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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

IDV PROJETA ALTA DE 6,1% NAS VENDAS EM FEVEREIRO


Os varejistas estão otimistas quanto a uma aceleração das vendas em fevereiro e março deste ano, de acordo com o Índice Antecedente de Vendas (IAV), estudo realizado mensalmente pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), divulgado nesta terça-feira.
O IAV-IDV aponta para um aumento real de 6,1% em fevereiro e 6,2% em março, comparando o mesmo período de 2012, após constatar um ritmo de vendas menor para dezembro e janeiro (alta de 2,2% e 4,0%, respectivamente).
A pesquisa indica que a partir de fevereiro, o segmento de Bens Não-Duráveis deve registrar a maior alta, com 11,2%. Para março, a estimativa é continuar com taxas de dois dígitos, registrando 10,1% de crescimento.
O desempenho desta categoria tem o maior peso nas medições do IBGE e contribuem entre 40% e 50% no índice da Pesquisa Mensal do Comércio, destaca o estudo.
Já o segmento de Bens Semi-Duráveis, que vinha apresentando um desempenho mais comedido em relação aos Não-Duráveis tende a melhorar e retomar o crescimento também a partir de janeiro. A projeção é de expansão entre 4,1% e 8%, de dezembro de 2012 a março de 2013.
“Para 2013, é esperado um melhor desempenho econômico brasileiro em relação ao ano passado, fator que deve estimular a atividade varejista no País”, destaca a entidade, em nota.
(Por Exame)  

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6 TENDÊNCIAS NA RELAÇÃO ENTRE MARCAS E CONSUMIDORES


Forte nacionalidade e declínio de propriedade são algumas características presentes na dinâmica da população brasileira que devem receber a atenção do mercado. As empresas que desejam garantir sua sobrevivência no futuro precisam olhar as transformações sociais, entender o meio onde estão inseridas e reparar em como o relacionamento com seus consumidores está evoluindo.
Estes e outros pontos são abordados no estudo “6 Tendências para o Agora” desenvolvido pela Tátil Design de Ideias. A empresa especializada em design e branding agregou as informações e dados colhidos em pesquisas feitas para seus clientes e criou um documento que traz uma interpretação sobre comportamentos e hábitos percebidos ao longo do último ano.
O material faz uma análise sobre seis tendências que indicam mudanças na realidade e na vida das pessoas e que podem servir para as empresas encontrarem maneiras de suas propostas e ideias serem relevantes. Veja a seguir a lista com todos os tópicos apontados.1 – Poder para Todos
Muitas indústrias trabalham com patentes e a sociedade está acostumada a lidar com restrições, bloqueios e rótulos. Mas as gerações mais jovens nasceram com uma perspectiva diferente sobre o assunto e se acostumaram a não pagar por informação, música, entre outros. Surge, assim, um movimento que se fortalece a cada dia baseado nos conceitos de informação livre, criação compartilhada e descentralização dos pólos produtores de conteúdo.
Especialistas não são mais as únicas figuras que disseminam dados, o que representa o fim de uma hierarquia. “O poder está mais fragmentado. Mais pessoas trabalham em rede compartilhando o que produzem e esta é uma nova forma de consumir informação”, avalia Tânia Savaget, Sócia e Diretora de Estratégia da Tátil, em entrevista ao Mundo do Marketing.
2 – Monitoramento
Colher dados sobre como as pessoas se comportam, consomem e vivem é uma iniciativa cada vez mais comum por parte das organizações. O mais importante, no entanto, é analisar os números e gráficos e entender o que está por trás desses indicativos para poder usá-los em planejamento estratégico e na criação de ferramentas realmente úteis e eficientes para seus públicos. “Há tanta informação disponível e até gratuita que as empresas que saem na frente da concorrência são aquelas que encontram tempo para interpretá-las e fazer uma reflexão”, analisa Tânia.
3 – Declínio da Propriedade
Os bens materiais têm atributos que agregam valores aos seus usuários e são considerados uma forma de identificar alguém como pertencente ou não a um determinado grupo ou clã. As marcas têm usado isso a seu favor, mas agora a noção de posse se apresenta de maneira diferente. As pessoas começam a questionar qual a real ligação dos produtos com a maneira e possibilidades de se desfrutar a vida.
A percepção de que os produtos não trazem necessariamente felicidade têm feito alguns itens como casa e carro próprios serem substituídos por serviços alternativos à compra. É o caso do aluguel de bicicleta e filmes virtuais. Tudo isso se soma ao fato de a sustentabilidade estar mais evidente e à maior procura por bens coletivos. Com isso, o verbo “ter” perde força para o “usufruir”. “Isso tem sido ainda mais forte entre os jovens”, destaca a Sócia e diretora de Estratégia da Tátil.
4 – Hackathon
O termo Hackathon une os conceitos de programação (Hack) e maratona (marathon) e tem sido usado pelas empresas para testar a eficiência de novas ideias de forma rápida. Por botar quase instantaneamente em prática o que antes só estava no papel, essa forma de buscar novos projetos tem ganhado vantagem em cima do brainstorm.
Hoje o que existe é uma visão de que a chamada “chuva de ideias” pode não funcionar sem um direcionamento e uma aplicação simulada. A possibilidade de testar o que dá ou não certo e apostar em desenvolvimento contínuo tem feito muitas incubadoras e aceleradoras a enxergarem as startups como as empresas do futuro.
5 – Eu Amo Minha Cidade
A sensação de pertencimento faz parte da composição da identidade de qualquer pessoa. Todos têm necessidade de fazer parte de um grupo e demarcar presença. Com a globalização, o sentimento de pátria às vezes é afetado ou se torna confuso. O que se vê, no entanto, é um resgate à valorização dos traços individuais e da disseminação de conversas e debates por parte das pessoas sobre a cidade, a cultura e o país onde vivem.
Os grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo 2014 e as Olimpíadas em 2016, colocam as cidades sede em uma posição de evidência diante do mundo e influenciam o povo de cada uma a perceber seus territórios de forma mais atenta. Com isso, é possível olhar para dentro, reparar mais nos problemas e fazer algo para mudá-los. “Quando eventos como esses são realizados uma série de mudanças ocorrem, seja uma maior procura pelo estudo da língua inglesa ou um investimento em uma área que não recebia melhorias”, analisa Tânia.
Para aproveitar a euforia nacional, é cada vez mais comum que as empresas desenvolvam ações que dialogam com a paixão de ser brasileiro ou pertencer a determinado Estado. O amor pelo país e metrópoles está estampado em campanhas e em produtos. A rede de supermercados Zona Sul, por exemplo, já usou o coração de sua logo para explorar a temática em relação ao Rio de Janeiro.
6 – Valor Compartilhado
O lucro é a principal preocupação de qualquer companhia, mas o retorno financeiro não é o único parâmetro que deve ser levado em consideração e avaliado em um negócio. Outros capitais como o humano, o cultural e o social ganham importância e influenciam a relação entre marcas e consumidores. As empresas entendem, cada vez mais, que precisam ser relevantes para as pessoas em situações e contextos mais amplos e não apenas na hora do consumo.
Com isso, cresce o número daquelas preocupadas em agir na vizinhança dos locais onde estão instaladas suas fábricas e sedes e atingir positivamente todo o público envolvido em suas cadeias de processos. “As marcas podem se relacionar de uma forma que vai além do transacional e serem importantes para a comunidade trazendo assunto, informação ou outros serviços”, opina a Sócia e Diretora de Estratégia da Tátil.
(Por Mundo do Marketing)  

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BRF REFORMULA MARCA CORPORATIVA


s 63 unidades da companhia espalhadas no Brasil e outros países vão substituir de forma gradativa a identidade visual. As novas mensagens e logo também serão apresentadas ao mercado e consumidores, por meio de campanhas institucionais em rádio, jornais e revistas, além da inserção nas embalagens dos produtos Perdigão, Sadia, Batavo, Elegê e Qualy, que são marcas administradas pela BRF.
Determinada pelo objetivo de consolidar-se como uma companhia global de alimentos, a BRF inicia 2013 com foco em um novo posicionamento da marca corporativa. Com a conclusão do processo de fusão entre Perdigão e Sadia em dezembro de 2012, a BRF agora avança para ser reconhecida como marca líder de seu segmento e também admirada em todos os mercados que atua, no Brasil e no exterior.  Alinhado ao novo momento da companhia, o padrão visual foi totalmente remodelado para transmitir aos parceiros, clientes e demais públicos de interesse as características de sua nova essência e valores: Tem energia; É protagonista; Cultiva vínculos; e Dialoga com o mundo.


O nome oficial da companhia também foi alterado e passa a ser apenas como BRF, mais em linha com a estratégia da companhia de se tornar global. Esta nova marca institucional também agrega qualidades dos produtos da companhia, como inovação, pioneirismo e sustentabilidade. São atributos que escreveram a história do mercado nacional de alimentos, e que já começaram a participar de regiões como América do Sul, Europa, Oriente Médio e Ásia.  Para chegar às novas características da marca, a companhia fez um trabalho de dois anos, respaldado em uma pesquisa aprofundada com públicos estratégicos e na consultoria das agências Interbrand e A10. Segundo o vice-presidente de assuntos corporativos da BRF, Wilson Mello, “um alinhamento de cultura interna e engajamento foi trabalhado pensando na nova estratégia de negócios da BRF de ser uma marca global e estar entre as maiores empresas de alimentos do mundo”.
(Por Cidade Marketing)  

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SERÁ QUE A ERA DO REFRIGERANTE ACABOU?


A Coca-Cola Co., PepsiCo Inc. e Dr Pepper Snapple Group Inc. vêm se debatendo para reverter o declínio no consumo de refrigerantes nos Estados Unidos, onde as pessoas cada vez mais preferem água, café e outras bebidas.
Agora as empresas têm uma preocupação ainda maior: o faturamento com refrigerantes.
Diante da queda contínua do consumo nos EUA nos últimos oito anos, as gigantes das bebidas não conseguiram em geral aumentar preços o suficiente para manter em alta as receitas com a bebida favorita dos americanos. Pior ainda, as vendas de refrigerante em estabelecimentos comerciais dos EUA caíram no segundo semestre do ano passado, inclusive durante os feriados de fim de ano, quando as pessoas costumam comprar umas garrafas a mais.
Agora, os analistas do setor se perguntam se essa queda nas vendas será permanente.
“A questão daqui para frente é se isso será a nova norma”, diz Steve Powers, analista do setor de bebidas da firma de pesquisa Sanford C. Bernstein.
Os refrigerantes, e o açúcar que eles contêm, se tornaram os vilões dos problemas de saúde dos consumidores, como diabetes e obesidade dos americanos. Enquanto isso, a geração acostumada a beber refrigerantes está envelhecendo e os jovens — o mercado tradicional da bebida — estão hoje se voltando para a água, os energéticos e o café.
As vendas de refrigerantes caíram 0,6% no ano passado até 30 de dezembro, para US$ 28,7 bilhões, nas lojas americanas monitoradas pela SymphonyIRI Group. Em volume, as vendas caíram 1,8%.
O ritmo do declínio piorou no fim do ano. As vendas em dólar deslizaram 2,5% no período de 12 semanas encerrado em 30 de dezembro em relação ao mesmo período de um ano atrás, e diminuíram 2,8% considerando somente dezembro, segundo a firma de pesquisas de mercado, depois que os fabricantes de refrigerantes aumentaram os preços, reprimindo ainda mais a demanda. Em volume, as vendas caíram 3,55% no período de 12 semanas e 4,9% em dezembro.
Os dados não incluem as vendas de refrigerantes em restaurantes, máquinas e alguns outros estabelecimentos. Pessoas do setor dizem que, levando todos esses pontos de venda em consideração, as vendas totais de refrigerantes provavelmente aumentaram um pouco no ano passado — mas só um pouco.
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Embora as fabricantes Coca-Cola, Pepsi e Dr. Pepper Snapple venham expandindo agressivamente suas carteiras para incluir produtos de rápido crescimento, como bebidas esportivas e sucos, uma queda prolongada na receita de refrigerante dos EUA representaria um sério golpe. Os refrigerantes representam quase 25% do mercado de bebidas dos EUA. Sua escala imensa vem também por décadas garantindo gordas margens de lucros. Cerca de 60% da receita da Coca-Cola nos EUA vêm de bebidas carbonadas, contra com 25% da PepsiCo.
As empresas, porém, afirmam que seus prognósticos até agora não são nada ruins. Os refrigerantes estão apresentando um crescimento robusto em muitas partes do mundo, dando um impulso à Coca-Cola e à PepsiCo, que geram respectivamente cerca de 60% e 50% da sua receita fora dos EUA.
Suas bebidas novas também são lucrativas e estão tendo forte crescimento, garantem as empresas. “Creio que podemos ser otimistas”, disse no mês passado Sandy Douglas, diretor de clientes mundial da Coca-Cola.
No Brasil, a Abir, associação que representa os fabricantes de refrigerantes, informa que o consumo per capita da bebida caiu de 75,2 litros em 2010, para 73,9 litros em 2011. Não há dados disponíveis para 2012.
A PepsiCo está investindo milhões de dólares para promover e dar uma reviravolta nos seus refrigerantes nos EUA, depois de ter perdido participação de mercado para a Coca-Cola.
As fabricantes também estão desenvolvendo adoçantes naturais de baixa ou nenhuma caloria que imitam o gosto dos refrigerantes calóricos. Mas o progresso tem sido lento, mantendo a participação geral de mercado dos refrigerantes diet em torno de 30%.
No ano passado, a PepsiCo lançou a Pepsi Next nos EUA, uma versão medianamente calórica, adoçada artificialmente, do seu principal refrigerante. Já a Coca-Cola começou a testar versões de baixa caloria e adoçadas naturalmente de Sprite e Fanta em algumas regiões dos EUA. Já a Dr Pepper Snapple, a terceira colocada no mercado, está lançando versões de 10 calorias com várias de suas marcas.
Mas essas iniciativas ainda não reverteram o cenário para os refrigerantes. A Pepsi Next e Dr Pepper 10 têm, cada uma, menos de 1% do mercado e o último grande lançamento diet da Coca-Cola, a Coke Zero, aconteceu em 2005. Alguns observadores do setor acreditam que as empresas não fizeram o suficiente.
“Elas estão tão concentradas nos adoçantes que não fizeram inovações mais tradicionais como sabores e outros benefícios”, diz Mark Swartzberg, analista da Stifel Nicolaus.
(Por Wall Street Journal)  

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APÓS FEBRE DA NOVA CLASSE MÉDIA, EMPRESAS BUSCAM CRESCER NAS CLASSES D E E


Após a explosão de empresas e produtos voltados para os consumidores da famosa nova classe média, especialistas alertam para o potencial de crescimento de negócios que pretendem atender famílias com renda mensal de até R$ 1,2 mil.
Trata-se de um contingente de 95 milhões de pessoas que, até então deixados de lado da expansão econômica experimentada na última década, passa a se configurar como uma opção atraente pelo mercado.
Mas para acessar esse universo de consumo, é importante estar atento ao que separa esse público da classe média. A começar pelos valores distintos.
“Não é só montar uma empresa e investir no consumo. O empreendedor precisa entregar um produto que impacte de alguma forma na vida da pessoa”, afirma Marcel Fukayama, presidente da CDI Lan, consultoria que transforma Lan houses em centros de conveniências nas periferias de grandes cidades.
“As oportunidades com o público D e E são inúmeras. Mas as empresas ainda subestimam esse segmento, formado por 95 milhões de pessoas mal servidas”, destaca Luciana Aguiar, sócia-diretora da Plano CDE, consultoria especializada em baixa renda.
(Por Estadão)  

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ABILIO DINIZ COMPRA MAIS AÇÕES DA BRF


Na última quarta-feira (16/01), o fundo Santa Rita, que pertence ao empresário, possuía cerca de R$ 280 milhões em ações da fabricante de alimentos. O valor já é maior em relação aos R$ 60 milhões que Abilio adquiriu no fim de 2012. Fontes próximas ao negócio, no entanto, acreditam que a participação dele na empresa já pode ser de R$ 1 bilhão, o que significaria cerca de 3% da BRF. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
É mais um passo na caminhada de Abilio rumo ao desejado posto de presidente do conselho de administração da BRF. A pretensão tem o apoio dos fundos Previ e Tarpon, dois dos principais acionistas da empresa. O nome de Abilio deve ser proposto na assembleia geral da companhia, que vai ocorrer em abril. Até lá, o empresário busca uma participação mais relevante nas ações da BRF.
O atual presidente do conselho da companhia, Nildemar Secches, não deve permanecer no posto. Segundo informação publicada hoje pelo Valor Econômico, o executivo, que atua na Perdigão desde 1994, decidiu, ainda no ano passado, que não continuaria na BRF após o fim do atual mandato. Isso foi antes do nome de Abilio acontecer, no entanto.
Novidades devem aparecer no dia 1º de fevereiro, quando ocorre a próxima reunião do conselho da BRF, a primeira desde as movimentações de Abilio.
(Por Supermercado Moderno)  

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LOJAS FÍSICAS DESENVOLVEM ‘ISCAS’ PARA SEDUZIR CLIENTES ELETRÔNICOS


O avanço do comércio eletrônico e dos dispositivos móveis está trazendo mudanças profundas no varejo mundial.
Com a opção de comparar preços ao alcance de um clique ou toque no celular, os lojistas têm criado estratégias para atrair e manter os clientes em suas lojas.
Segundo pesquisa feita pela IBM em 14 países e apresentada durante evento da associação americana de varejo (National Retail Federation) nesta semana, 48% dos usuários de smartphones afirmam pesquisar produtos e preços dentro das lojas.
Um quarto dos entrevistados afirma que planeja comprar na loja física, mas desiste por motivos como mau atendimento ou falta de itens em estoque.
O surgimento dos “show-roomers” –clientes que usam as lojas físicas para interagir e conhecer os produtos, mas concretizam a compra na internet– tem sido estimulado pela Amazon, maior varejista on-line do mundo.
Em 2011, a empresa lançou um aplicativo grátis que permite aos compradores escanear o código de barra dos produtos nas lojas e imediatamente ver as ofertas para o mesmo item na Amazon.
REAÇÃO
Diante disso, grandes redes de varejo investem no uso de tecnologias que agilizem e tornem mais atraente o processo de compra “física”.
Em alguns casos, o contra-ataque é direto, com o lojista reduzindo o valor de seus produtos para bater o preço do concorrente on-line.
Na última temporada de vendas de Natal nos EUA, as redes Target e Best Buy adotaram a prática, ao se propor a cobrir o preço oferecido na internet para os seus itens.
DESCONTO
Outra solução encontrada pelas redes na era do “e-commerce” é usar os dispositivos móveis para localizar e atrair consumidores que estejam nas redondezas para suas lojas, enviando ofertas personalizadas ou promoções.
“Essas iniciativas atendem a uma demanda do próprio consumidor de hoje, que quer receber informação que realmente lhe interesse”, diz Elia Chatah, da área de varejo da empresa de software SAP.
Uma das tecnologias da empresa, que utiliza análise de dados do consumidor em tempo real para criar ofertas personalizadas, já está sendo testada por redes de varejo nacionais, em projeto-piloto. A rede Casino, na França, já usa o programa.
O varejo tradicional também tenta se tornar mais atrativo por outras frentes, ao diminuir, por exemplo, o tempo de espera nas filas.
As lojas da Apple foram as primeiras a adotar o “checkout [caixa]” móvel. Com iPods, os atendentes finalizam a compra ao lado do cliente, dispensando os caixas e as filas.
Outras redes nos EUA, como a de cosméticos Sephora e a loja de departamentos Nordstrom, seguiram a tendência recentemente.
No Brasil, segundo a Folha apurou, dois grandes varejistas estão com projetos-piloto para adotar a tecnologia.
No entanto, ela deverá passar por algumas adaptações. Por causa da obrigatoriedade da impressão de nota fiscal, prevista em lei, o dispositivo móvel terá de se conectar remotamente a uma impressora dentro da loja.
Para especialistas, é questão de tempo para que as iniciativas das redes norte-americanas cheguem ao Brasil.
“Apesar de a representatividade do ‘e-commerce’ em relação ao varejo no país ainda ser menor que a média mundial, essa evolução inevitavelmente vai ocorrer por aqui”, diz Rafael D’Andrea, consultor de varejo.  

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VAREJO USA TECNOLOGIA PARA ATIÇAR OS SENTIDOS


O futuro do varejo está na ampliação das experiências do consumidor, com lojas personalizadas, mais facilidade na hora de pagar e a intensificação do uso dos celulares para fazer compras.
Essas são algumas das impressões de empresários e especialistas que participaram de uma feira em Nova York na semana passada que mostrou as novidades do setor.
“Vimos muito trabalho no sentido de ampliar experiência do consumidor na loja, com tecnologias que procuram atiçar os sentidos”, afirma Gustavo Carrer, consultor de marketing do Sebrae-SP.
Uma das novidades citadas pelo especialista são máquinas de café e de temperos produzidas pela Intel e que têm odor do produto.
Ele diz que, apesar de as tecnologias ainda não estarem acessíveis para os empreendedores, eles podem se inspirar para personalizar suas lojas, criando uma experiência diferente para o cliente.
Outra tendência identificada pelo consultor é o avanço do consumidor chamado “showroomer”. O cliente conhece o produto na loja e interage com ele. Depois pesquisa na internet e compra onde for mais barato.
Ricardo Fiore, 32, franqueado de lojas em shopping, decidiu ir à feira em Nova York para aprender sobre pequenas atitudes que podem ser usadas no dia a dia para lidar com comprador. “Em vez de se perguntar ‘o que você gosta’, o ideal é perguntar ‘o que você não gosta’. É mais difícil de se frustrar assim.”
Ele também se diz impressionado com algumas táticas usadas por mercados, como uma tela que fica sobre a geladeira em que se encontra o leite para vender. Na imagem, se pode ver, em tempo real, o leite sendo retirado da vaca.
Também são colocados bonecos de bichos perto dos produtos para atrair a atenção das crianças, conta.
OPORTUNIDADE
Participando da missão brasileira, o Sebrae levou cem pessoas para a feira, sendo que 34 eram empresários do setor que tiveram sua viagem subsidiada pela instituição.
De acordo com Carrer, do Sebrae-SP, ir a feira é uma oportunidade de os empresários verem o que as grandes lojas estão fazendo e adaptar as ações a seus negócios.
Os empresários tiveram a oportunidade de assistir a palestras e visitar stands de grandes empresas que expunham no evento nos Estados Unidos. (FILIPE OLIVEIRA)
(Por Folha de S.Paulo) 

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NRF: TENDÊNCIAS E O NOVO PAPEL DO PDV


Nesta quarta-feira, 16, chegou ao fim mais uma edição da NRF, em Nova York. Em quatro dias de evento, foram apresentados conteúdos relevantes e pudemos participar de muita conversa com profissionais do setor sobre os novos desafios e paradigmas do varejo.
Varejistas, marcas e consultores, todos procurando entender melhor a nova realidade do processo de tomada de decisão de compra pelos shoppers, as consequências da influência inexorável da tecnologia e, principalmente, tentando antever alternativas que mantenham os clientes conectados às marcas e ao varejo.
Uma tendência denominada “Showrooming” ganhou força nas discussões do último dia do evento. O Google divulgou que nos Estados Unidos 79% dos usuários de smartphones os utilizam em seus processos de compras. Estudo divulgado pelo Shop.org revelou que 47% dos consumidores americanos usaram celulares ou tablets no ano passado para acessar informações de produtos enquanto compravam em lojas físicas.
O “Showrooming” seria um movimento complementar a estes hábitos, em que as lojas são procuradas pelos shoppers para a pesquisa que antecede a compra, e que, por isso, estariam se configurando como grandes showrooms. A compra em si está sendo direcionada para os canais on-line, tanto pela conveniência de sortimento e entrega, quanto pelas vantagens de preço.
Já outra tendência, a do “omnichannel” (multicanais de contato com o shopper), materializou-se em vários casos e foi apresentada como sendo muito rentável: acessando vários canais ao comprar, o shopper chega a gastar dez vezes mais do que aquele que compra em apenas um. Esse efeito acabou reacendendo a questão da conexão real, que ganha força no ponto de venda físico. Algumas experiências impressionantes demostram a preocupação das marcas e dos varejistas em mostrar que há pessoas por trás dos produtos e das lojas, como no case da Harrods – Candy Store, em que os doces e os caramelos são produzidos no local, aos olhos dos clientes, como forma de engajamento do shopper.
Contar histórias na loja, ou Storytelling, continua na pauta, ganhando novas roupagens para encantar o shopper. Com o objetivo ampliado não só de comunicar valores das marcas, o Storytelling se propõe a criar “experiências que sejam imersivas como um bom filme”, como disse Shook Kelley em sua palestra no dia 14. “O ponto de venda deve refletir os anseios do shopper, reestabelecer sua identidade e a noção de pertencimento. A experiência de compra não deveria ser esgotante”, disse Kelley.
Essa afirmação explica também o crescimento da importância dos estudos de neuromarketing dirigidos, que estão criando paletas dos significados emocionais de elementos que podem ser usados na experiência de compra nas lojas, possibilitando às marcas levar ao PDV o que o shopper deseja intrinsecamente.
Durante a feira, foram apresentados casos de novas formas de atender a esses clientes na compra daqueles produtos que demandam um “algo mais”, ou seja, quando nem toda a tecnologia disponível consegue satisfazer as suas necessidades. Para produtos que têm um senso de imediatismo, como comidas frescas, também buscam-se alternativas, como entregas em 12 horas ou as mecânicas “compre on-line e retire na loja de sua preferência”, estratégias que estão sendo implementadas por redes como Walmart em combate aos varejistas on-line.
A operação de plataforma multicanal se apresenta como uma realidade que, cada vez mais, deverá pautar as estratégias do varejo. Neste novo cenário, o mundo digital deverá conviver e integrar-se com o físico dentro das lojas e as marcas deverão estar dispostas a se relacionar com seus shoppers onde e da forma como eles preferirem.
(Por Meio & Mensagem)  

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PROFARMA COMPRA DROGASMIL E FARMALIFE POR R$ 87 MILHÕES


A Profarma, distribuidora de produtos farmacêuticos comprou 100% das ações da CSB, companhia que detém as bandeiras Drogasmil e Farmalife, do Rio de Janeiro.A aquisição foi fechada por 87 milhões de reais e vai permitir que a Profarma comece a atuar em um novo mercado: o varejo.
Segundo a companhia, as duas redes operam  no varejo farmacêutico do Rio de Janeiro com aproximadamente 85 lojas utilizando as marcas. A rede concentra sua atuação na região do Rio e Grande Rio, com presença de destaque nos principais  hoppings da cidade, totalizando um faturamento de mais de 330 milhões de reais em 2011.
“Por meio desta aquisição, a Profarma passa a operar em um segmento com grandes perspectivas de crescimento e oportunidades de consolidação, além de apresentar margens substancialmente maiores. Também são esperadas sinergias com a integração das operações de atacado e varejo, especialmente nas áreas de logística e na sede corporativa”, afirmou a companhia, em nota.
(Por Exame)  

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VENDAS DO CARREFOUR CRESCEM NO 4º TRIMESTRE


O grupo Carrefour obteve vendas de € 22,9 bilhões no quarto trimestre, alta de 0,8% na comparação com o mesmo período do ano passado, com impulso nas vendas na América Latina e “forte crescimento” no Brasil.
Na França, as vendas subiram 0,6%, informou a empresa, citando um “desempenho sólido” no setor de lojas de conveniência. As vendas de combustíveis contribuíram para o aumento, disse comunicado do Carrefour.
Na América Latina, a alta nas vendas foi de 4,8%, somando € 4,3 bilhões. Desconsiderando a variação cambial, o aumento nas vendas foi de 15,1%.
No Brasil, a alta nas vendas foi de 2,2%, somando € 3,3 bilhões. Descartando o efeito da variação cambial, a alta registrada foi de 12,6%.
Na Argentina, o aumento foi de 24,6% em moeda constante, com a receita atingindo € 983 milhões.
Na Ásia, as vendas recuaram 0,5% (excluindo efeito cambial), e na China a alta foi de 0,7%.
Na Europa, excluindo a França, houve recuo de 2,4%, com a menor demanda na região.
Em todo o ano de 2012, as vendas do Carrefour teve alta de 1%, a € 86,6 bilhões. A empresa declarou que está “confortável” com uma estimativa de lucro operacional em torno de € 2,07 bilhões em 2012.
(Por Brasil Econômico)  

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COMÉRCIO ELETRÔNICO CRESCE 29% EM 2012


As vendas no comércio eletrônico brasileiro movimentaram R$ 24,12 bilhões em 2012, o que corresponde a um crescimento de 29% na comparação com o reportado no ano anterior, de acordo com os dados divulgados nesta terça-feira (15/1) pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).
Os dados consideram as vendas em market places, como o Mercado Livre, e também a comercialização de conteúdo digital, como os e-books.
Setores de vestuário, acessórios e cosméticos, que têm as mulheres como principal público-alvo, foram os que tiveram as performances mais positivas em 2012 segundo a ABComm.
Além disso, ainda de acordo com a associação, nove milhões de brasileiros fizeram sua primeira compra on-line nos últimos doze meses.
“Foi um ano muito positivo e importante para o comércio eletrônico. Podemos dizer que os resultados satisfatórios estão aliados ao aumento do consumo na internet e a entrada de grandes grupos internacionais, como a Amazon, que trouxe oxigênio para o mercado”, afirma Maurício Salvador, presidente da ABComm, em nota.
(Por Brasil Econômico)  

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AMAZON INAUGURA QUIOSQUES NO BRASIL


A Amazon inaugura dois quiosques, o primeiro no Shopping Morumbi, em São Paulo, e o outro no Barra Shopping, no Rio de Janeiro. O propósito dos pontos físicos é alavancar a venda no Brasil do leitor de e-book Kindle, que sai por R$299,00 e de acessórios para o dispositivo. Com meta de vender 50 aparelhos por dia, a iniciativa partiu da Superfone, e-commerce especializado em telefonia celular, que propôs o projeto a Amazon.  A empresa abrirá novas unidades ainda este mês: o Shopping Iguatemi em São Paulo é o próximo a receber um ponto de venda com inauguração prevista para o dia 24.
(Por Mundo do Marketing)  

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OS DILEMAS DA CONVERGÊNCIA


Os consumidores dispõem de um arsenal de smartphones, aplicativos móveis sociais e outras ferramentas para pesquisar preços, locais, comentários, fazer compras e resgatar cupons. Este foi o centro das discussões de uma das Keynote Sessions da NRF na terça-feira (15): “A grande convergência”. Uma sequência de três apresentações conduzidas pelos profissionais: Alison Kenny Paul, Vice Chairman and US Retail Deloitte LLP; Susan Jurevics, SVP Global Retail CRM Sony Corporation, eThomas M. Belk, Chairman and CEO da Belk, Inc. Eles abordaram a profunda transformação do comportamento do consumidor graças ao boom das plataformas digitais e móveis, e a necessidade absoluta das redes de varejo em incorporar cada vez mais tecnologias para fazer frente a esse novo paradigma.
E falamos em paradigma, porque o retrato desenhado pelas executivas da Deloitte e da Sony permeou o dramático. Os varejistas, nos mercados maduros, dispõem de um extenso canal de contatos e de vendas que estão convergindo para influenciar e envolver o consumidor em uma experiência mais rica. Mas esse desenvolvimento de canais trouxe uma pressão imensa pela adoção de novas tecnologias. Não há registro na história de tantas e novas tecnologias capazes de amoldar, renovar, remodelar e redimensionar operações de varejo como as disponíveis hoje. Isso significa mudanças na maneira de se vender, ofertar, organizar lojas, desenvolver estratégias multicanais e omni-canal, contratar, treinar, se relacionar e engajar esses consumidores totalmente conectados.
Susan Jurevics foi mais do que taxativa ao afirmar que o consumidor está no controle. É questão de meses para que na maior parte do mundo desenvolvido e nos mercados, o acesso móvel à internet supere o acesso via desktop. E não só na quantidade de dados, mas fundamentalmente no tempo de uso. Isso porque o mobile não é apenas um canal. É a corrente e a tendência que muda tudo no comportamento de consumo. O mobile está totalmente integrado ao estilo de vida das pessoas.
Os números mostram o notável impacto da mobilidade no comportamento dos consumidores. Na última Black Friday do varejo nos EUA, 24% das compras aconteceram on-line. Mais de 60% das mulheres e de 70% dos homens não ficam sequer uma hora sem checar seus smartphones. E disparam 109 mensagens de texto em média, por dia! É dramático. Esses consumidores demandam cada vez mais potência, banda e velocidade para facilitar e agilizar suas decisões de consumo e suas pesquisas de compra. A venda pode mudar de um segundo para o outro, de acordo com o retorno da pesquisa e a interação com os varejistas.
A conclusão da VP da Sony é poderosa: o mobile não é um canal. É uma força de vendas! 24 horas por dia, sete dias por semana, no bolso e na bolsa dos clientes.
Neste sentido, o caminho passa por buscar surpreender, divertir e interagir com os consumidores todos os dias e os conectar a sua audiência. É um conceito de compartilhamento de informações e que extrapola a comunicação individual. É importante saber que toda informação não será individualizada. Ela se abre para comentários, amigos, blogueiros e por aí vai.
O social é o novo CRM. O que eles querem, vestem e como se expressam é facilmente detectável e podem proporcionar incríveis experiências inovadoras e contato. Home design, games, movies, tudo é compartilhado. É um mercado conectado e compartilhado. As lojas competem em um espaço que vai além do ponto-de-venda e se estendem além, de acordo com o deslocamento e o estado de espírito.
Pois bem, o varejo precisa entender que o novo consumidor é, mais do que multitarefa, multiprocesso. Ele demanda que as redes varejistas aprendam a trabalhar nesses múltiplos formatos, mantendo a integridade e ao mesmo tempo surpreendendo e explorando as possibilidades desse multiprocesso. A vitrine, mesmo na loja física, é apenas mais uma tela.
O comportamento do consumidor está em constante mudança e se movimentado. Essa é a única certeza. Existem oportunidades para aprender. São inúmeras, mas desafiadoras. Como se adaptar a um cenário tão dramaticamente dinâmico?
A sequência de apresentações encerrou-se com a palestra de Thomas Belk, Chairman da 3ª geração de uma rede familiar, com 125 anos de existência, que leva seu sobrenome. A Belk está presente em 16 estados norte-americanos e possui 301 lojas, faturando U$ 4 bilhões ao ano. Uma rede de porte modesto para o mercado local, que enfrenta os desafios dessa gigantesca mudança, investindo expressivos US$ 600 milhões ao ano, dos quais mais de 30% destinados à infraestrutura de TI.
Esse é um processo realmente doloroso em alusão à realidade brasileira, onde o mercado varejista apresenta crescimento ainda vigoroso, apesar da economia um tanto claudicante. Diversas redes precisam orientar investimentos para atender um consumidor em mutação. No Brasil, esse processo ainda traz em si as agruras de um novo consumidor, literalmente. Cidadãos recentemente integrados ao mercado e com potencial de compra estão aprendendo como consumir melhor e já contam com as plataformas digitais para facilitar suas escolhas.
A Belk já observou que as vendas médias das consumidoras que compram indistintamente nos canais físico e eletrônico são mais de três vezes superiores às vendas médias das clientes que fazem suas compras, privilegiando apenas um canal. E 22% do tráfego da loja on-line já vem de smartphones.
Nesse sentido, como alocar capital para investir em tecnologia e novas lojas? Como decidir? A resposta é acompanhar a evolução do consumidor e sua dinâmica.
O investimento em sistemas de merchandising, de exposição e oferta de mercadorias ganha uma grande importância. É sensível direcionar a oferta de modo relevante para clientes que literalmente entram e visitam lojas diversas no mesmo minuto.
Essa característica que o modismo rotula de “omni-channel”, estar junto e acompanhando a movimentação do consumidor pode, incrivelmente, colaborar para pasteurizar o varejo. Se todas as empresas seguem a mesma receita: estar em todo lugar e oferecer conteúdo relevante, o espaço virtual ocupado por cada loja diminui! Elas poderão ter menos e menos tempo para interagir e se relacionar com seu consumidor. Afinal, a apenas um toque, ele muda de tela (de loja). Basta um desvio de conteúdo, um erro de link, um menu mal projetado.
Os consumidores conseguirão diferenciar as marcas e seus propósitos e posicionamentos? É certo que a explosão do mobile dá mais poder ao consumidor e fragiliza, a médio prazo, o relacionamento. A busca pelo omni-channel pode ser um tiro no pé, uma corrida na qual o consumidor sempre estará na frente. Ok, não se pode sentar e esperar que ele vá a uma loja. Mas pulverizar a identidade em multitelas e multiprocessos pode ser um múltiplo fracasso. E um sorvedouro de recursos ilimitado. Cada rede varejista precisa aprender a concentrar esforços em alguns meios nos quais a gestão possa ser efetivamente interativa, rica e eficaz.
(Por NoVarejo)  

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